Março 9, 2018

790 Visões

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Manutenção de computador - I

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Atendi e a pessoa se identifica;

-Alô!

-Oi Marcio, aqui é a Mercedes do 215. Lembra?

Parei para pensar e não me lembrava de quem poderia raios ser a Mercedes, ainda mais que tinha acabado de acordar e ainda estava zonzo.

-Desculpa, mas não lembro.

Mercedes –Moro aqui no bloco B, você arrumou o computador da minha filha a uns meses a trás. É a Marcinha!

Pensei e me recordei. Marcinha era uma menina simpática que morava no bloco ao lado do meu, era um pouco acima do peso, por isso mesmo sempre usava roupas largas, camisetas e vestidos folgados para disfarçar seus quilinhos a mais, porem tinha uma enorme bunda que chamava a atenção, por isso me lembrei dela!

-Oh, Mercedes, lembro sim. Em que possa te ajudar?

Mercedes – Então menino, o computador dela tá todo travado, ela precisa fazer os trabalhos da escola e não consegue. Fica aqui reclamando e xingando o coitado.

-Mercedes, vamos fazer assim, vou tomar um café e depois vou ai. Podemos marcar umas 11hs?

-Claro, vou ficar te esperando.

Tomei meu banho, tomei café e parti para o trabalho. Esses bicos ajudavam a compor um pouco meu orçamento, não era muito, mas dava pra defender algum no final do mês.

Cheguei no AP da Mercedes e toquei a campainha. Quem atendeu foi a Marcinha, estava com um camisão bem grande que cobria até seu joelho, ou seja, o padrão de vestimenta dela. Me olhou e disse;

-Chegou o salvador da pátria! Você pode me ajudar.

Dei um sorriso e disse;

-Calma! Primeiro deixa ver o que tá acontecendo.

Na última manutenção ela não conseguia acessar a internet, mesmo conectada e acabei, através de uma ferramenta de antivírus, resolvendo o problema sem maiores dores de cabeça. Na época orientei-a a evitar sites de conteúdo duvidoso e sempre atualizar o antivírus.
Pelo jeito não adiantou os conselhos.
Ao ligar já dava erro de um monte de drivers e ao entrar na internet o browser abria uma infinidade de paginas sem que fosse solicitada, e algumas com conteúdo bem pesado.
Olhei para ela e disse;

-Voce não seguiu meu conselho, né!

Ela sorriu e disse;

-Acho que você precisa me dar umas aulas de como navegar. Tudo que aparece clico “OK”. Agora deu nisso!

Passei novamente a ferramenta, mas dessa vez não teve jeito. Olhei para ela disse;

-Você tem muita coisa que não pode perder aqui nessa maquina?

Ela me olhou com ar de desespero e disse;

-Nossa, tenho minha vida ai dentro.

Dei uma risada e falei;

-Ok! Vou ter de formatar a maquina e isso vai apagar tudo que tem nela. Porem posso fazer um backup e salvar o que você tem de mais importante. Os programas você vai instalando depois, com o tempo. Pode ser?

Marcinha – Ta, mas quanto vai ficar isso?

-Olha, formatação mais o backup, deixa ver. Fica em R$ 500, 00. Deixo zerado para você!
E incluo um curso de navegação grátis.

Olhei dei uma piscada para ela e um sorriso simpático.

Ela saiu da sala, para chamar a mãe. Enquanto ia em direção ao quarto pude reparar o camisão entrando em sua bunda enquanto andava, nossa, aquilo me atiçou. Fiquei ali apreciando ele entrar e se enterrar naquela bundona. Percebi que não fez marca de calcinha. Ou era muito pequena, tipo fio dental ou estava sem. Já fiquei excitado.

Continuei olhando o notebook da menina e vendo o que tinha de arquivos doc, imagens e outras coisas importantes. Não eram muitos arquivos, seria bem tranquilos aquele trampo.
Nisso vem a Mercedes e a Marcinha, onde Mercedes diz;

-Marcio, esse valor você divide?

-Posso sim, faço em duas. Pode ser?

-Poxa, divide em três para mim, por favor. Esse mês e o outro tô enrolada com um monte de conta pra pagar.

-Ok, faço em três vezes para vocês. Ai vocês me dão a primeira assim que eu entregar a maquina.

Claudinha –E quando fica pronta?

Olhei para a máquina, meio fazendo charminho e disse. 

-Olha, se tudo der certo, na terça a noite te entrego! Ok?

Ela me olhou com desespero e disse.

-Caramba, preciso entregar um trabalho ainda hoje sem falta na faculdade. Agora ferrou tudo.

Eu –O arquivo tá aqui?

Claudinha- Tá sim, é esse aqui!

Era um arquivo word com uma pesquisa sobre um assunto que nem tinha idéia do que era. Ela abriu com muito custo o arquivo e me mostrou.
Tive uma idéia que com certeza iria ajudá-la.

-Vamos fazer assim Claudinha. Você pode usar meu note em casa e transferir o arquivo para sua faculdade, você passa mais tarde em casa e faz isso. Nesse meio tempo já vou adiantando o backup e deixo esse arquivo para você separado.

Ela sorriu um sorriso lindo, me deu um abraço e um beijo no rosto. Se recompôs e pediu desculpas.

-Que é isso! Nada de desculpas. Fico te aguardando mais tarde.

Marcinha –Ta, vou sair agora e devo voltar lá pelas 15hs, ai vou direto pro seu AP.

-Combinado.

Pego o note e saio para o meu AP.
Chego e começo o trabalho, realizar backup em HD externo, passar antivírus nos arquivos e começar a formatação do note da menina.

Durante a copia dos arquivos, como todo bom técnico, fui olhando que estava sendo copiado. Vi que tinha uma pasta, dentro de outra pasta, dentro de outra pasta com nomes bem estranhos, com um volume razoável de dados, isso acabou me chamando a atenção. Fui abrindo as pastas e na última era uma quantidade enorme de imagens e vídeos.
Vi que alguns eram vídeos baixados da internet, outros vídeos gravados de celular ou pela webcam.
Depois de copiado, comecei a dar uma vasculhada nos arquivos e vi alguns interessantes de transa entre mulheres, entre mulheres e travecos, homem e mulher e surubas gangbangs bem pesados. Imaginei, “Por isso que tá todo fodido esse note”.

Resolvi dar uma espiada nos vídeos próprios e ai que veio o susto.
Inicialmente vi dois vídeos da Claudinha filmando uma outra menina do condomínio, as duas peladas onde o foca era a outra menina. Era também gordinha, mas tinha uma lapa de boceta de responsa. Ficava fazendo caras e bocas, arreganhando a xoxota e enfiando os dedos nela. Ficou nisso uns 3 minutos.
Outro vídeo era a Claudinha, ai pude ver quem era a Claudinha sem aquelas roupas largas. Tinha um bunda enorme, com uma xoxota grande e suculenta, seus seios eram médios e firmes e sua barriga, não era grande, tinha um pouco, mas nada de anormal. 
Poderia dizer que ela era bem gostosa, no geral tinha um corpo delicioso.
Mais um vídeo e Marcinha de novo, agora com um brinquedinho, um consolo de uns 15 cm, que ficava brincando em sua xoxota e em determinado momento o introduziu inteira nela. Porra, não teve jeito, acabei descascando um punheta ali mesmo.

Me recompus, e concentrei-me de novo no trabalho, acabei o backup e recuperei o arquivo que iria enviar pra a faculdade. Nisso passei o antivírus que acabou por destruir o arquivo, estava infectado.
Para não perder tudo, mantive o arquivo original e deixei para resolver com ela o que fazer.
Liguei para ela e avisei da situação no que me disse;

-Sério, que merda! Bom, fazer assim, tenho uma copia que a menina da minha sala me passou para que eu pudesse terminar em casa. É muito pouco o que tem de complementar, se você não se importar de me deixar um pouco mais ai te atrapalhando!

Eu – De forma alguma, pode ficar o tempo que quiser aqui. As 15hs te espero.

Não sei porque, mais minha cabeça começou a matutar um jeito de pegar aquela menina. E teria de ser em casa.

Terminei, formatei e iniciei a instalação do SO quando toca a campainha, era a Claudinha.
A convidei a entrar e pude ver como estava cheirosa, um perfume muito gostoso. Brinquei;

-Nossa, tá cheirosa heim.

Ela me olhou, sorriu e disse;

-É pra você!

Fiquei sem jeito e ela sorriu e disse;

-Brincadeira bobo.

A levei até meu quarto onde estava o seu notebook e o meu, abri meu note e disse. 

-Fica a vontade, só toma cuidado e não clica em nada antes de me mostrar.

Ela sorriu e fez um afirmativo com a cabeça.
Reparei nela, onde, estava com uma saia jeans curta, na altura das coxas, o famoso camisão cobrindo seus seios deliciosos, porem esse tinha a gola grande o que deixava um dos lados cair até a altura do braço e mostrava que não estava usando sutiã.
Fiquei ali olhando para ela e imaginando aquele corpo nu. Precisava dar um jeito de pega-la.
Para quebrar o clima, falei;

-Olha, consegui ser mais rápido do que pensei, tá quase pronto o note com SO, vai só faltar o antivírus e os programas Office. Acho que até amanhã termino!

Ela sorriu e disse;

-Você não vai me expulsar daqui agora, né?

Eu –Jamais, fique a vontade.

Continuei a realizar as tarefas e ela começou a terminar o trabalho para a entrega. Nisso ela se posiciona, sentada em minha cama, com as pernas meio dobradas em que pude ver sua calcinha minúscula. Pronto, o diabinho da sacanagem voltou e com tudo.
Fiquei ali matutando como iria comer aquela menina.

Mais um tempinho e digo.

-Pronto, agora o antivírus para varrer seu backup e podemos copiar os arquivos de volta. Vou manter a mesma estrutura Ok, assim você não pena pra procurar suas coisas.

Ela me olhou e disse;

-Ótimo! Obrigada, tenho coisas ai muito importantes.

Assuntei;

-Sério, o que por exemplo.

-Ah, uns vídeos e fotos! Não queria perde-los.

-Viagens?

-Na verdade, aventuras!

-Serio!? Que tipo de aventuras?

-Curioso hiem, vai me disser que não fuçou e olhou meus arquivos?

-Já mais, não faço isso, a não ser que ache algum vírus e tal!

Ela olhou para mim, sorriu e continuou seu trabalho. Nisso termino a instalação do vírus e veio uma idéia que poderia dar certo. Pensei, “Vou simular vírus nos arquivos de vídeo dela e da amiga, assim poderei abri-los agora e ela vai ver comigo! Se não comer, pelo menos vou ver ela ficar constrangida.”
Comecei a copiar os arquivos e separei os três vídeos que tinham dele e com a amiga, acabei achando durante a pesquisa mais umas fotos comprometedoras dela fazendo selfie sem roupa e com o instrumento devidamente enterrado na xoxota.
Deixei em uma pasta que criei separada com nome “Arquivos Infectados” e alterei os nomes para códigos para que ela não os identificasse.
Ela continuava a fazer o trabalho, e eu terminando o antivírus. 
Passados mais 15 minutos ela diz;

-Pronto! Salvo e postado. Entregue enfim.

Olhei para ela e fiz um positivo e lhe disse;

-Espera mais um pouco que tá terminando a varredura e encontrou alguns arquivos infectados, preciso que olhe para ver se são importantes.

-Ok, espero. Você tem algo para beber aqui?

-Cerveja?

-Pode ser!

Peguei duas cervejas de trigo que tinha para ocasiões especiais e com teor alcoólico um pouco maior para deixá-la bem levinha e disse;

-Tenho essas, gosta de cerveja de trigo.

-Sim! Essa nunca tomei.

Olhou a garrafa e disse;

-Nossa, bem fortinha né. Ta tentando me embebedar?

Dei uma risadinha e disse;

-De repente, até pode ser.

Abri a garrafa e servi a bebida.

Bebemos enquanto o antivírus varria os arquivos, foi alarmando uma serie de arquivos infectados e os pondo em quarentena e assim continuou seu serviço.
Começamos a conversar sobre a vida, faculdade e amenidades, marcamos de sair um dia para um barzinho tomar umas cervejas e assim foi passando o tempo.
Terminada a varredura, olhei os arquivos danificados em quarentena e não tinha nada de importante. Nisso comecei a por meu plano em prática. 
Peguei o note e me sentei na cama com ela, pondo o note no meu colo. Abri a pasta que criei, e fui abrindo alguns arquivos não comprometedores. Ela se posicionou colada em mim para poder visualizar os arquivos e fui passando. O primeiro vídeo era dela com a amiga. Nisso ela fica vermelha e diz. 

-Esse pode excluir, por favor, agora. Com certeza é vírus.

Exclui e disse;

-Tem mais!

-Nem precisa abrir!

Dei um clique no que ela brincava com o consolo e fiquei olhando.
Ela muito desconcertada pede para eu fechar o vídeo. O faço e digo;

-Calma, eram só vídeos, além do que você tem um corpo lindo, nem sei porque anda com essas roupas largonas, parecendo mais do que é!

– Estou morrendo de vergonha. Desculpa preciso ir.

Pensei, “Pronto, perdi a foda”. Ai tentei a última cartada.

-Claudinha, você tá muito transtornada, toma mais um cerveja e vamos conversar um pouco, assim você se acalma.

Ela aceitou e peguei mais duas cervejas.
Fomos tomando e eu acariciando seus cabelos e tentando acalmá-la, dizendo que isso era de foro íntimo dela, que não tive a intenção, o antivírus e tal.
Ela olhou e disse;

-Cara, tô com a cara no chão, morrendo de vergonha de você. Não conta isso pra ninguém.

O diabinho disse no meu ouvido, “Cara fala pra ela que não conta se ela te der”. Ia falar e pensei bem, “se fizer isso perco ela e outras mais, porque isso vira uma bola de neve. Vou ser mais classudo e pegar essa menina na categoria”.
Passei a mão em seus cabelos, dei um beijinho em seu rosto e disse;

-Claudinha, esse é um segredo nosso. Nunca que iria te expor assim. Não sou canalha e nem pervertido pra fazer algo assim com você. 

Fui até o arquivo gerado, apertei o delete e exclui a pasta toda da minha maquina. E disse;

-Pronto, evidencias apagadas. São suas, não minhas.

Ela me olhou e disse;

-Você é um fofo. 

Veio mais perto e me deu um longo beijo na boca.
Seu beijo era doce, carinhoso e com uma sensação deliciosa. Retribui e fiquei ali sentido sua língua passear em minha boca.
Nisso sinto sua mão acariciando meu pau, já duro há tempos, ela vem até meu ouvido e diz;

-Percebi o quanto ele tá excitado, acho que tenho de te retribuir a gentileza.

Foi tirando meu short com cueca e tudo, deixou meu pau livre e solto e iniciou um boquete delicioso. Tinha uma pratica de profissional, abocanhou meu instrumento todo e foi passando a língua por todo ele. Nossa tava no céu!
Ficou ali por um longo tempo me mamando e eu parado só curtindo.
Dado momento se levantou, tirou a camisa e a sainha e pude ver ao vivo e a cores seu exuberante corpo, tinha os peitos médios com mamilos bem salientes, sua xoxota, mesmo com a calcinha minúscula, era testudinha e a rachinha ficava marcada no tecido fino da peça. Levei minha mão até ela e acariciei sobre o tecido, senti a umidade de sua xoxota e passei o dedo em sua extensão tirando gemidos de Claudinha.
Puxei ela para perto de mim e mordisquei seus mamilos, chupei seus seios, um de cada vez, bem lentamente aproveitando cada pedacinho daquelas delicias. Minha mão continuava a acariciar sua boceta.
Puxo a calcinha para baixo e revelo uma boceta ainda mais linda que no vídeo que vi, estava bem molhadinha, passei meu dedo e ele entrou em sua racha podendo sentir seu suco escorrendo em meu dedo. A deitei na cama e disse;

-Hora de retribuir o favor!

Cai de boca naquela xoxota gostosa. Lambi cada entranha de sua boceta suculenta, explorei cada cantinho, subi até seu clitóris e o mamei como um bebe esfomeado. Ela gemia e pedia mais. Fiquei ali até que ela gozasse. Nisso ela tira minha cabeça de seu ventre e diz;

-Me come, quero sua rola dentro de mim;

Nem pensei duas vezes, me posicionei e fui enterrando bem devagar para sentir cada pedacinho de sua gruta suculenta. Comecei o vai e vem devagar e fui aumentado à velocidade no ritmo de seus gemidos. Depois de uns 10 minutos ela anuncia que ira gozar de novo, aí me libertei e deixo vir meu gozo que chega forte também, encho sua xoxota de porra e ela me olha e diz;

-Você gozou dentro de mim!?

-Sim, desculpa. Não deu tempo de tirar.

Ela sorriu e disse;

-Calma bobinho, tomo pílulas, não tem perigo não!

Ficamos ali deitados, trocando caricias. 

Passado uma hora, me levantei e fui me recompor, ela também o fez, pegou suas coisas e disse;

-Amanhã você leva o note em casa, né! Mas vai de tarde, lá pelas 14hs, minha mãe vai pra igreja e volta só a noitinha.

Dou um sorriso e faço afirmativo com a cabeça. 

Às vezes ser discreto da mais resultado que ser atrevido!

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  1. anônimo

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