Outubro 7, 2022

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Lembranças e Desejos reprimidos pt.4

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O pau do J me marcou, ele foi o primeiro a entrar em mim, o primeiro que segurei, o primeiro que chupei, então era inevitável uma idolatria da minha parte, acontece que depois daquele dia as coisas mudaram, nós continuamos a conversar e ele todo dia praticamente dizia que queria me comer de novo, ele me sarrou algumas vezes e eu segurei o pau dele mais algumas vezes, mas não repetimos a dose, aquele pau nunca mais entrou em mim, meu pai entrou de férias então eu já não tinha as quintas e sextas livres, e na escola não dava para fazer muita coisa além das provocações e da punheta, ainda mais que logo depois entramos de férias, e no ano letivo seguinte o J não estava na minha sala mais, na verdade nem na escola ele estava, descobri posteriormente que ele havia se mudado, não fiquei triste por ele ter ido, fiquei muito triste pelo pau dele ter ido embora. Com o tempo algumas coisas começaram a acontecer: eu sabia como era dar a bunda, e a vontade de fazer isso outra vez era além de qualquer controle, qualquer menino que eu visse eu tentava imaginar como seria o seu pau, alguns eu conseguia ver o volume no short e isso me enchia de tesão e de fantasias, eu tentava provoca-los com frequência, sempre que possível eu empinava bem a bunda, seja para “amarrar ” meu tênis, seja para me escorar na mesa e perguntar algo ao professor, sentir aquele olhares sedentos pela minha bunda me comendo com os olhos era um deleite, eu percebi que havia uma competição, eu queria despertar mais tesão nos meninos do que as meninas conseguiam, e saber que eu conseguia fazer isso era de um tesão imensurável, afinal, qual menino no auge da puberdade negaria uma bunda suculenta? Eu achava difícil, então eu comecei a planejar como poderia ser a minha próxima vez, e com quem seria, acontece que dessa vez as coisas aconteceram de uma hora para outra e com alguém muito mais próximo do que um colega de escola: meu primo. Sem me aprofundar muito, mas minha família é grande e moramos bem perto um do outro, basicamente na mesma vila, e crescemos praticamente juntos. Um dia eu fui na casa do meu primo L, ele era alguns anos mais velho do que eu e nos dávamos bem, durante todo esse meu processo de fantasiar e colocar em prática, eu sempre foquei nos meninos da escola, nunca parei para pensar além, até aquele fatídico dia. Aconteceu rápido, simples, e completamente inesperado: fui na casa dele para jogar vídeo game, entramos em um assunto sexual, ele me mostrou alguns DVD’s pornô, fez algumas perguntas, até que ele pegou a minha mão e colocou em cima do pau dele, eu só tive tempo de dizer:”que isso…”, mas não tirei a mão, o que o deixou visivelmente mais tranquilo, mas naquele momento eu já estava completamente dominado, era só eu e aquele pau ali, como começou e quem era? Não me importava, só aquele pau importava. Ele me disse:” Eu queria fazer isso há muito tempo”, e ele colocou o pau para fora do short, e caralho, que pica, cheguei a ficar arrepiado, ele era grande, com pentelhos até no saco (o que deixa meu cu aberto automaticamente), mas o que se destacava era a cabeça, porra, era um cabeção roxo com um sinal na ponta, fiquei olhando aquele pau quase babando de tanto tesão, não conseguia dizer nada, só segurei naquele pau, e a minha vontade era não soltar nunca mais, ele me mandou ajoelhar e disse:” mama esse pau”, enchi a boca de saliva e comecei a mamar, aquele pau não era somente lindo, era MUITO gostoso, e eu chupava, chupava, deixando bem molhado, até uma hora que ele começou a me enforcar, começou a abrir a minha boca com a mão enquanto o pau ainda entrava, ele pegou aquela pica linda e encheu minha bochecha com ela, segurou no meu cabelo e começou a foder a minha boca, era uma sensação difícil de explicar, ele me batia, me enforcava, eu estava sufocando e engasgando com aquela pica, e isso me dava um tesão monstruoso, eu estava sendo humilhado, estava impotente diante daquele monumento espetacular, mas era assim que eu realmente me sentia, impotente, vulnerável, eu faria qualquer coisa por aquele pau, só queria ficar ajoelhado admirando, chupando, idolatrando aquela rola deliciosa. Depois de foder a minha boca ele me levantou e me mandou abaixar o short, eu obedientemente fiz e ele sentou no chão encostado na cama, me mandou chegar para trás e colocou minha bunda na cara dele, ele estava com a cara no meu cu me chupando e me dando porrada na bunda me mandando rebolar, e eu comecei a rebolar aquele bundão na cara dele, ele estava sugando meu cu, porra, que delicia, até que ele levantou e me mandou ficar de quatro, repetindo algumas vezes:” que cuzâo, que cuzão gostoso “, ele bateu com a pica na minha bunda, cuspiu bem no meu cu e meteu, aquele cabeção rasgando minha bunda, dava para sentir nitidamente toda a pressão que aquele pauzâo fazia, eu não sabia o que pensar, não sabia o que dizer, não tinha me preparado para nada daquilo, aquele pau ia me rasgando, eu só conseguia gritar, dor do meu cu abrindo, tesão em sentir aquele pau dentro de mim, meu cabelo sendo puxado, ele batendo na minha bunda, mas aquela sensação era a mesma sensação que eu sentia quando estava diante daquele pau: eu ficava a mercê dele, eu só queria que ele me arrombasse com ou sem dor, aquele pauzâo estava pulsando por causa da MINHA bunda, ele podia fazer o que quisesse comigo naquele momento. Ele metia com vontade na minha bunda, por três vezes ele tirou o pau e disse:” caralho, olha isso, olha o seu cu sugando meu pau…olha como ele suga”, até que eu fiquei de bruços, eu queria fazer aquele pau gozar, e de bruços eu sabia que poderia fazer, não deu outra: apertei bem o pau dele com o meu cu, comecei a rebolar, gritava que estava gostoso e mandava ele socar, e ele socava, uma, duas três….seis vezes, até que anunciou:” caral….eu vou goz…gozar nesse bundão “, ele tirou o pau e gozou na portinha do meu cu, vários jatos, um foi tão forte que foi na parede a nossa frente, ele me mandou ficar parado, me mandou empinar bem a bunda, eu empinei e ele me instruiu a abrir a bunda com as duas mãos, eu fiz isso e ele tirou uma foto, ele me mostrou a foto, ver a minha bunda arrombada e gozada daquele jeito era ABSURDAMENTE delicioso, e não havia dúvidas, eu acabei gamando naquele pau, depois desse dia por diversas vezes eu fiz ele gozar, seja mamando, seja com o meu cu, o que aquele pau quisesse eu iria atender, e mesmo depois que ele arrumou uma namorada, era a minha bunda que ele ansiava para comer, e comia com vontade.

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