Suado desejo
Oi, sou a Anne, uma putinha safada, que tem tesão em realizar fantasias sexuais. Sou viúva, moro com a minha mãe, trabalho em uma loja e tenho muitos amigos safados e safadas.
Além de fantasias, quase todo mundo tem uma tara sexual. Freud explica. Eu consigo ter orgasmos, sem a necessidade de ser penetrada, quando realizo uma tara. Eu sou capaz de qualquer coisa para realizar as minhas fantasias, imagine uma tara.
Quando eu ainda era casada, eu conheci um homem lindo, que jogava tênis. Ele era um atleta, tinha um corpo todo durinho, vários músculos, com pernas grossas. Quando eu o via por foto, com bermudas, eu já ficava molhadinha de tesão. Ficava imaginando-o sem camisa e suado, após um jogo de tênis. Meus hormônios me dominavam.
Como eu era casada com um homem sedentário, não teria chance de abraçá-lo depois de uma atividade esportiva. Então, tinha que criar uma condição de viver essa tara, de possuir um homem suado. Sendo bonito, seria melhor ainda.
Minha amiga da academia, sabia dessa minha tara. Foi ela quem percebeu. Eu não tirava os olhos dos homens suados. Ela me apresentou para o Marcio, um jogador de tênis. Ele fazia o trabalho de fortalecimento no período noturno.
Eu, mudei o meu horário da manhã, para a noite, só para encontrá-lo duas vezes por semana. Ele tinha que me conhecer, e se sentir atraído, para que eu pudesse emboscá-lo como uma putinha safada que sou.
Comecei a me produzir melhor, com roupas de ginástica que acentuasse os meus seios e minha bunda. Quando eu o via em um aparelho, eu corria para o outro, próximo ao que ele estava. Na medida do possível, exercitando minha bunda e meus peitos. Comecei a perceber que ele passou a me olhar diferente.
Eu o cumprimentava com um sorrisão de quem quer ser comida. Quando lhe perguntei sobre o tênis, ele me contou onde praticava. Pedi para ele me avisasse quando fosse participar de um torneio, para que eu pudesse conhecer o esporte. Ele adorou a ideia, e passou a me beijar no rosto quando nos encontrávamos. O primeiro beijo fez o meu coração acelerar. O plano estava caminhando. Ir a um torneio, seria um local neutro, sem amigos.
Alguns dias depois, o Marcio me falou que no sábado seguinte, ele participaria de um torneio. Estava chegando a hora de tê-lo bem suado, ao meu lado. Me preparei toda, não queria decepcioná-lo. O queria com o vigor de um macho, e bem suado.
Me depilei inteirinha, não deixei nem um pelinho como testemunha do crime que iria praticar. Pintei minhas unhas de vermelho, prendi meu cabelo para ele abusar do meu pescoço, vesti uma minissaia e uma camiseta, sem soutien. A calcinha fio dental eu deixei na bolsa. Eu tinha que ser ágil no encontro com ele.
Cheguei ao local que ficaria marcado para sempre em minha mente. Ele já estava em quadra. Sentei-me no início da arquibancada e próximo a quadra. Cruzei as minhas pernas para que a xoxotinha ficasse protegida, coloquei um boné, e os meus óculos escuros. O Marcio logo me viu, e acenou com a sua mão. Eu, joguei um beijinho discreto, e ele sorriu.
Durante o jogo eu pulava quando ele fazia um ponto, aplaudia, e o incentivava. Aproveitei para conhecer as instalações do local, para ver onde eu poderia encurralá-lo, e cometer o meu delicioso pecado. Achei um pequeno depósito próximo a cantina. Não tinha cama, mas tinha uma boa mesa para o nosso lanche especial.
Quase uma hora depois, o jogo terminou e ele venceu a partida. O meu, agora campeão, estava do jeito que eu queria: bem suado. Eu não via a hora que ele se aproximasse de mim.
Não demorou, o Marcio foi ao meu encontro. Ele me disse que iria tomar uma ducha para depois bebermos uma cerveja, para celebrar a sua vitória. Mal sabia ele, como seria a celebração. O meu coração acelerou, e a minha xoxotinha ficou impaciente. Que prazer, estar próximo dele.
Eu, coloquei a mão em seu peito e fiquei arrepiada. Até o meu cuzinho se manifestou. Em seguida eu propus mudar a ordem das coisas. Falei que estava morrendo de sede, que ele fosse comigo até a lanchonete, e depois eu o aguardaria lá. A verdade é que a sede era pelo seu suor.
Seguimos em direção a lanchonete. Quando estávamos passando pelo depósito eu parei, e falei: — Vem aqui, rapidinho. Entramos, eu fechei a porta. Ele, surpreso, perguntou: — Você está me raptando? Eu, o abracei, e disse bem baixinho no seu ouvido: — Sim, meu jogador suado. Eu te quero assim dentro de mim. Vem me foder.
O beijei demorado na sua boca, de lábios carnudos, e uma língua sedenta. Ele correspondeu com fervor. Eu não me contive. Tirei a sua camisa molhada de suor, e o abracei. Em seguida comecei a lamber o seu peito. Senti o seu sabor salgado. Que tesão da porra! Eu já tinha molhado as minhas pernas, e estava gozando.
Ele me apalpou, colocando as suas mãos embaixo da minha saia, percebeu que eu estava sem a calcinha, e me pegou no colo, me colocando em cima da mesa. Tirou sua bermuda, depois a sua cueca, e chamou o seu amigo inflado de tesão para explorar a minha xoxota super molhada.
Tudo aconteceu rápido, ele pensava que ainda estava jogando tênis. Foi um sexo selvagem. Me socava com intensidade, batendo suas bolas na minha bunda. Eu gozei mais de uma vez, sentindo o cheiro de macho, irresistível. Eu continuava saboreando seu suor salgado. Era quase tudo o que eu queria.
Quando ele ameaçou soltar seus jatos de leite, eu gritei: – Quero essa porra na minha boquinha. Ele, tirou o cabo da sua raquete de dentro de mim. Eu me ajoelhei, coloquei as minhas mãos em suas coxas duras, o chupei intensamente, até que ele soltou o seu suco branco, dizendo: — Pega o seu leite, minha puta. Foi a melhor partida de tênis da minha vida.
O tesão dele foi tão grande, que ele me colocou deitada em cima da mesa, com a minha xoxota na ponta, e depois, a chupou enfiando sua língua quase que dentro do meu ventre.
Ainda, com muito tesão, o seu pau continuava duro, me virou de bruços, lambeu o meu cuzinho, o deixando bem úmido. Depois chamou o seu amigo perverso para conhecê-lo, em profundidade. Foi uma enrabada com muitas estocadas. Uma delícia! Em seguida ele voltou a gozar, urrando como um animal quando cruza com a sua fêmea.
Eu, fiquei imprestável. Mal conseguia me levantar. Ele me deu água, que tinha em sua bolsa. Quando eu estava me arrumando, ao querer colocar a minha calcinha que estava na bolsa, ele a pegou, e disse que ela seria o seu troféu desse torneio.
Eu, peguei a sua camiseta de jogo. A guardei, sem lavar, bem escondida no fundo do meu armário, na minha casa. Por várias vezes, eu a peguei para sentir o cheiro do Marcio. Acredite, que quando a cheirava, cheguei a gozar por várias vezes. Suor de macho é a minha tara.


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