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A nova amante
Um dia frio, um bom lugar para ler um livro, o pensamento lá em você”, o dia teria exatamente esse retrato não fosse ser dia útil e trabalhado, ou seja, o cenário fosse outro que não a procuradoria onde ele exercia seu labor.
O local era aconchegante, carpete limpo 2 vezes por semana, mesa sólida de mogno, material que também era fabricado a estante de livros que ficava às costas do titular do gabinete.
O ambiente ainda era composto por uma adega de vinhos, frigobar, dois sofás espaçosos e uma mesa menor no canto inverso à parede da janela, onde ficava o estagiário, pois a composição da sala, facilitava o contato do procurador com seu “quase assessor”.
Todavia, Eduardo, teria seu último dia na procuradoria, havia se formado e passaria a atuar como causídico particular. Assim, começaria a procura por mais um estagiário, pois a ajuda dos estudantes é essencial para que o profissional de Direito tenha êxito na carreira.
Após algumas entrevistas, Daniele foi escolhida para ocupar a vaga de Eduardo. Antônio a alertou que Eduardo tinha se mostrado um excelente profissional e que lhe ajudara a desenvolver um trabalho ímpar. Dani não era de fugir do trabalho e aceitou o desafio.
No início, a dedicação para a evolução da estagiária era total, ele via na moça a oportunidade de poder ajudar a “criar” mais um excelente profissional do Direito, mas não deixa de avisá-la que, sua área de atuação, o Direito Penal, era de relativa periculosidade, de tal modo que, deveria pensar bem se era o que pretendia para a própria vida.
Os dias foram passando e a evolução da moça era visível, fator facilitador era a motivação e dedicação que ela tinha.
De outro lado, Antônio passou a receber visitas de Fê, uma grande amiga com quem ele vinha se relacionando fazia um tempo. Fê, morena pecado, deliciosa, cabelos e olhos negros, inteligente, bacana, que amava sapatos de salto alto e fino, era fina por si só. Por ser de outra região do Brasil, possuía um sotaque único que, somado à voz aveludada, tornava a pronúncia das palavras extremamente sensual.
Quando Fê chegava na procuradoria, não andava, desfilava, sempre com roupas sensuais e elegantes, porém nada vulgar. Não mostrava qualquer parte de seu corpo que pudesse torná-la alvos de alguma crítica, mas sabia se vestir de modo que mexia com a imaginação masculina.
O casal já havia transado algumas vezes na procuradoria, durante o expediente, após ele, nos finais de semana, sempre que o tesão aflorava no casal e havia oportunidade, a trepada era garantida.
Entre quatro paredes, o assunto “menage a trois” já havia entrado na pauta do casal, porém Fê disse que não curtia mulheres, mas “quem sabe um dia”.
Antônio sempre recebeu a resposta como um “nunca, jamais”.
Mas, o destino tinha algo muito bom preparado para Antônio, visto que a relação entre ele e Dani ia ficando cada vez mais amistosa, agradável, e empolgante, de modo que o chefe passou a ter atração pela estagiária que sempre ia muito cheirosa e bem vestida para o trabalho.
Dani era personal trainer, havia estudado educação física anteriormente e, resolveu fazer Direito, quando já era profissional de academia.
Trabalhava em uma grande rede, precisamente na unidade da Bela Vista.
Por seu labor, Dani tinha pernas bem grossas e bem torneadas, daquelas que era possível ver os músculos definidos, mas sem perder a delicadeza das pernas femininas.
O tronco não era musculoso, era enrijecido, com marcas delicadas no abdômen, com pescoço esguio, olhos da cor do mel e cabelos loiros em corto “V”, quase até o bumbum, igualmente bem torneado e durinho.
Os profissionais da procuradoria ficavam doidos quando ela passava. Invariavelmente olhavam para trás para que pudessem examinar a Deusa em todos os ângulos possíveis.
A tentação diária de Antônio foi ficando cada vez mais intensa. A cada ensinamento que tinha que dar, ele se aproximava do cheiroso pescoço de Dani, o que lhe causava arrepios. Mas, tinha que manter o foco, não podia se desvencilhar do seu dever de orientador e profissional referência.
Dani parecia sentir que estava gerando grande atração em Antônio e, mais do que isso, resolveu intensificar a situação, passou a falar com o chefe de um modo mais sedutor e a vestir-se também desse modo.
Então um dia, aconteceu, simplesmente ocorreu. Não havia como evitar. Ele estava trajado com um terno azul marinho, adornado com relógio, pulseira e os anéis que tornavam sua mão, apesar de calejada em virtude da musculação, mais delicada, com gravata petróleo. O Animale se encarregava de tornar o cheiro ainda mais agradável.
Antônio passava pela mesa de Dani, quando esbarrou e derrubou todos os papéis que estavam em cima da mesa. Assim que verificou o acidente, Dani rapidamente se levantou, deu três passos e se agachou para recuperar a papelada, ficando – em uma cena clichê – frente a frente com o chefe que não resistiu, roubou-lhe um beijo, arrancando-lhe o par de óculos e sufocando-a inicialmente.
Ele se jogou para cima dela, fazendo com que ela se deitasse, ato contínuo ele colocou as mãos por baixo da saia da estagiária, verificando que ela já estava lubrificada.
Assim, ele afastou a calcinha dela e a penetrou, fazendo com que ela gemesse baixinho. Passaram-se apenas alguns minutos e os dois subiram aos céus no tradicional papai e mamãe.
O casal se recompôs, ela ainda a beijou na testa, olhou nos olhos e perguntou se estava tudo bem. Com a resposta afirmativa, conseguiu sentir o que havia acontecido, apesar de saber que não era o mais correto, ficara feliz por ter sentido e dado prazer para Dani.
Apesar de sentirem tesão, chefe e estagiária, não mais transaram daquele modo. Flertavam, é verdade, mas não seguiam adiante. Antônio vez e outra chegava a entrar no assunto “menage a trois” com outra mulher.
Dani falava que nunca tinha feito, mas que não se oporia ao acontecimento.
Quando Antônio ficou confortável, propôs para Fê que fizessem esse programa. Um pouco relutante, Fê concordou, mas exigiu que a experiência seguinte fosse realizada com outro homem, dando um ippon em Antônio.
Tratativas feitas, o casal convidou Dani para ficar após o expediente, iriam em um restaurante de luxo da cidade para comemorar o resultado de um processo que há anos tramitava na Justiça.
Dani aceitou o convite.
O trio saiu, dançou, se alimentou. Cumpriram à risca o manual de relacionamento social. Porém, Dani pensava que estava acabando a noite, quando recebeu um puxão e teve outro beijo roubado por Antônio.
Começaram a se pegar literalmente.
Assim, foi inevitável, o destino seria um só: motel.
Mal chegaram no quarto, Antônio e Dani se pegavam como fazem os adolescentes, com muita sede pela foda, pela descoberta do prazer. Até o momento Fê ainda estava um pouco de voyeur e estava gostando disso.
Antônio apressadamente tirou a camisa, expondo o peitoral e o abdômen levemente trincado, jogou Dani na cama e se dedicou integralmente ao corpo da moça.
Sugou o pescoço deixando nele a marca do pecado, mordeu ombros, retirou a camisa branca de seda, beijou muito a boca deliciosa de Dani.
Enquanto os dois brincavam, Antônio chamou Fê para entrar na diversão, colocou o pau para fora e pediu para ela chupá-lo.
Fora prontamente atendido.
Fê, ainda receosa, mas com vontade, mamava o pau de Antônio com vontade. Explorava a cabeça, lambia por toda a extensão, sugava as bolas, massageava-as.
Enquanto era chupado, sentindo imenso prazer, Antônio levantou a saia de Dani e começou a chupá-la, dedicou-se inicialmente aos lábios, depois alternou introduzidas da língua com leves sugadas no grelo, fazendo ainda movimentos circulares.
Dani estava extremamente excitada, desde a primeira foda, pretendia o bis, sonhava com o momento a cada segundo. Isso facilitou o sexo oral, pois da excitação para o gozo gastou-se apenas alguns minutos.
Antônio, então, passou a chupar Fê. Do mesmo modo que havia feito com Dani, cuidou cautelosamente da intimidade da namorada, a recompensou por ter realizado seu maior desejo. Dani retribuía a chupada e engolia o pau inteiro de Antônio ao mesmo tempo que lambia o saco escrotal.
Antônio foi e voltou do paraíso várias vezes.
O procurador então, abriu as pernas de Dani e a penetrou gingando em um ritmo próprio, enquanto fez com que ela chupasse Fê, que sentou no rosto da amiga.
Não durou muito e Fê começou a rebolar no rosto de Dani, passou a gostar da situação e rebolava muito, acelerando cada vez mais enquanto beijava loucamente o namorado, agradecendo a foda, já, inesquecível.
Passado um tempo, Antônio pediu para que Fernanda continuasse em cima de Dani, mas que a beijasse e sugasse os seios.
Fê atendeu o pedido, então Antônio começou a fodê-la com gosto. Metia durante um tempo, depois tirava e enfiava em Dani, que gemia muito a cada estocada.
Assim ele foi alternando a buceta quente que metia. Ao perceber que Fê estava chegando ao êxtase, se dedicou a xana da namorada, até que ela gozasse.
Durante o gozo, Fê beijou muito Dani, se entrelaçando com a nova amante.
As duas então, fecharam a noite com chave de ouro e deixaram que Antônio ejaculasse na boca das duas que degustaram todo o leite produzido.
Uma resposta
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