Maio 23, 2020

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Nós três

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Durante as nossas conversas, seu telefone tocava, recebia mensagens, ela não atendia, mas respondia sempre com um sorrisinho no rosto. É claro que era um dos seus peguetes chamando para sair, mas como eu estava lá, só restava a ela responder e tentar marcar para outro dia.

A pessoa em questão era Leandro, um Sargento da Marinha que ela havia conhecido logo quando nos separamos. Já escrevi sobre ele aqui. Mas o fato é que o cara continuou mandando mensagens e ela sorrindo sempre que lia algo novo. Foi ai que a minha imaginação começou a ferver. Na época em que ela me contou da trepada deles, fiquei tão excitado que acabamos transando mesmo com ela ainda toda ardida da noite anterior. Eu não me lembro de ter gozado tanto com ela naquela noite. Foi ai que eu resolvi colocar lenha naquela fogueira.

– Quem é que não para de te mandar mensagem?
– O Leandro, marinheiro.
– Uai…. Chama ele pra beber com a gente.
– Beber e me comer né?
– Porque não?
– Por que estamos juntos aqui. Não preciso de mais companhia.
– Aposto que você está meladinha.
– Não estou.
– Mostra. Se estiver, você chama ele. Se não, desliga o celular e para de responder as mensagens.

Ela me olhou assustada e quando toquei sua xaninha, o mel já estava escorrendo e melando a cadeira.

– Perdeu!
– Tem certeza disso? Não vale ficar com ciúmes.
– Tenho.

Ela mandou a localização e em minutos o interfone tocou. Era o sargento. Assim que ele entrou, ela nos apresentou e ele ficou meio assustado, para não dizer decepcionado. Na certa ele achava que a caça seria só dele e quando Lucia me disse que eu era seu ex-marido, ele disse que voltaria um outro dia.

– Calma amigo, você toma caipirinha?
– Tomo sim.
– Vou preparar mais uma rodada. Estamos sentados na cozinha.

O cara foi relaxando, sentamos os três lá e Lucia não estava sabendo lidar com essa situação toda. Só que como ela é fraquinha pra bebida, com mais duas rodadas ela estava mais soltinha. Rindo, passando a mão na minha perna, na perde dele, beijava um, beijava o outro até que sugeri irmos pra sala, pois lá seria bem mais confortável.

Chegamos na sala e eu coloquei uma música para continuar descontraindo o ambiente. Apesar de Leandro estar mais soltinho, a minha presença ainda o deixava desconfortável, então a solução foi deixá-los a sós enquanto fui na cozinha preparar algo pra gente continuar beliscando.

Quando retornei, os dois estavam se beijando, ela estava no colo dele como se fosse cavalgar. Ele alisava seu corpo inteiro, descia as mãos pelo tecido do seu vestido e quando subia deixava a sua pele branquinha de fora.

Me aproximei e ela se levantou, veio em minha direção, disse que me amava e começamos a nos beijar. Nosso beijo era assistido por Leandro que viu de perto quando eu soltei as alcinhas do vestido de Lucia que em segundos deslizou pelo seu corpo, deixando0a apenas com uma minúscula calcinha. Os olhos dele brilhavam quando ela começou a me despir na sua frente, me deixando apenas com uma cueca box, preta.

Assim que eu fiquei quase sem roupa no meio da sala, ela se ajoelhou e começou a mamar a minha rola com vontade. Leandro alisava a pica dele ainda dentro da sua calça jeans, mas dava para ver que ele estava a ponto de explodir de tesão.

Enquanto isso, Lucia brincava com meu pau, deixando ele cada vez mais babado de saliva.

Quando quis, ela parou e foi em direção ao amigo, beijou-lhe os lábios e fez com ele o mesmo ritual, deixando ele totalmente despido, sentado no sofá e com o pau apontando pro teto.

Para assistir de camarote, sentei-me no sofá de um lugar bem em frente a eles e presenciei Lúcia mamando a pica do nosso convidado que apesar de ser pouca coisa menor que a minha, era bem mais grossa e tinha uma cabeça bem maior.

Assim que ela se fartou de mamar a rola dele, encapou o bicho com uma camisinha e foi sentando. Dava para ver sua buceta esticando para acomodar aquele pau grosso inteiro lá dentro. Assim que entrou até o talo, ela começou a cavalgar, subia e descia lentamente, deixando o pau sair até a ponta da cabeça para depois deixá-lo entrar por inteiro.

Lúcia ficou nesse vai e vem até gozar, assim que terminou de tremer, Leandro levantou-se com ela agarrada em seu corpo, colocou ela deitada sofá, com os pés em seus ombros e começou um festival de estocadas violentas que fazia o corpo tremer por inteiro. O som do choque dos corpos ecoava pelo apartamento inteiro, ela gozou pelo menos umas três vezes na pica do seu amigo e quando ele gozou, deu um urro e caiu sentado no tapete da sala.

Agora era a minha vez. Meti a boca na sua buceta e comecei a chupá-la com vontade. Lucia apenas se contorcia e balbuciava algumas meias palavras. Leandro assistia a tudo, parecia incrédulo ao que estava acontecendo bem ali na sua frente.

Depois que Lucia gozou na minha boca, foi a minha vez de meter na sua buceta. Pedi a ela que ficasse de quatro e comecei a socar naquela buceta que a essa altura já pingava mel pelo sofá.

Continuei socando com força, sentia sua xana contrair sempre que ela gozava. Leandro, que havia ido ao banheiro jogar sua caminha fora, voltou e colocou seu pau grosso na boca da minha ex-esposinha. Ela chupava um e sentia o outro foder sua buceta com força.

Quando anunciei meu gozo ela mandou que eu enchesse sua buceta de porra. Explodi num gozo delicioso, da sua buceta agora escorria mel misturado com porra.

Quando sai de dentro, ela pediu que Leandro colocasse outra camisinha e a fodesse na mesma posição. Ele encapou o pau de novo e quando sua tora entrou vi minha porra saindo pelas laterais. Ele sem só e cm muito vigor físico ficou torturando e fodendo Lucia por pelo menos uns 15 minutos até que anunciou que ia gozar, tirou a camisinha e despejou sua porra nas costas de Lucia, que já se mostrava exausta.

Quando ela achou que havia acabado, voltei a carga pedi que ela se deitasse no tapete e comecei a penetrá-la de ladinho. Ela estava sentindo a pele da buceta arder quando Leandro nos surpreendeu caindo de boca no seu grelo enquanto meu pau penetrava com vontade. Não demorou nada para que Lucia gozasse de novo e eu enchesse sua buceta de porra outra vez.

Quando terminamos, Leandro disse que precisava ir, pois seu navio sairia logo pela manhã, pediu para tomar um banho e Lucia o acompanhou.

Lá da sala eu ouvia seus gemidos e as estocadas debaixo do chuveiro. Os dois transaram de novo e assim que saíram nos despedimos de Leandro que agradeceu a noite e prometeu voltar em breve.

O resto da noite foi meu e dela. Trepamos até as 4 da manhã e acordamos pegando fogo.

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Uma resposta

  1. anônimo

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