Por
Iniciando a Esposinha!
Desde o tempo de namoro Bruno tinha o desejo de vê-la trepar com outro homem, mas ela nunca concordou. Todas as vezes que ele tocava no assunto ela tentava fugir, dizendo que o amava suficientemente e que não precisava de outro. Mas ele não desistiu da ideia e começou a ser mais enfático.
Nas transas, quando estavam no auge, perto de gozar ele pedia para ela imaginar que era a pica de outro homem que estava fodendo a buceta dela, e dizia até o nome de alguém e pedia para ela imaginar que era a pica dele que estava arrombando a buceta dela e ia enchê-la de porra e pedia para ela falar o nome dele e pedir para ele arrombar a buceta dela.
Em uma dessas vezes, ele até que se surpreendeu quando ela disse um nome, alguém que ele não conhecia e ela começou a gritar dizendo:
– Vem Alfredo, me fode gostoso, regaça minha buceta, ela é toda sua, fode, fode, goza comigo gozaaa…. – nisso trançou suas pernas nele e se contorceu toda num gozo maravilhoso, e Marcos foi no mesmo embalo enchendo-a de porra. Terminaram os dois cansados e bastante suados. Ele chupou seus peitos e ficaram abraçadinhos sem dizer uma só palavra. Claro que ele não ousou perguntar quem era o tal do “Alfredo”, que lhe deu tanto prazer e a fez gozar daquele jeito.
A partir daquele dia ela começou a se soltar e perguntou por que ele queria tanto que ela desse para outro homem!!! – então ele disse:
– Não foi gostoso gozar imaginando outro homem te fodendo?
– Foi, foi muito gostoso e eu vou querer de novo, eu já gozei pensando em outro homem, mas calada sem você saber, mas agora podendo falar o nome dele na sua frente, para você ouvir, deu mais tesão ainda e me fez gozar com mais intensidade.
– Então!!!, eu só quero que você sinta prazer, se imaginando e falando o nome dele já te fez gozar assim imagina então ele te fodendo na minha frente? Quero ver você trepar com outro, experimentar uma pica maior que a minha, ou mais grossa, quero ver você gemer e me chamar de corninho enquanto ele mete a vara na sua buceta – e ela dizia
– Huummmm! Que delícia!!!!! Mas, e se eu gostar? E se eu quiser continuar dando minha buceta para outros? Você vai aceitar mesmo?
– Claro que vou! Então você quer ser corno mesmo? – ela perguntou
– Vou adorar ser seu corninho manso, quero ver você gozando gostoso e depois ainda prometo, vou limpar você todinha com minha língua, vou chupar sua buceta até sair a última gotinha de porra lá de dentro!
– Me dê mais um tempinho para eu me acostumar com a ideia, e prometo que vou te fazer o corno mais feliz do mundo – ela disse dando-lhe um intenso beijo na boca.
Isso começou a esquentar a relação e ficaram alguns meses assim nessa brincadeira excitante de imaginar outro fodendo-a. Enquanto trepavam ela gritava o nome do “Alfredo”, e isso os fazia gozar até ficarem exaustos.
Próximo de um feriado prolongado Magali propôs ao marido passar o feriado na praia, ele estranhou pois apesar de terem uma casa no litoral ela detestava, reclamava que tinha muita gente , da falta de água para o banho, dos preços dos alimentos e bebidas na praia, por isso preferia ficar em casa, mas já que ela propôs e estava disposta a ir , ele adorou a ideia. Saíram ao anoitecer e no outro dia logo cedo ela estava pronta para caminhar na areia, e Bruno se arrepiou todo ao vê-la com um minúsculo bikini, justo ela que sempre usou uns bikinis muito bem comportados, e criticava as meninas que usavam biquínis pequenos que mal dava pra tapar a buceta. Mas vê-la assim lhe deu muito tesão.
Durante a caminhada não tinha quem não olhasse com desejo de possuir aquela bucetinha suculenta e bem depilada. Bruni sentiu que naquele final de semana realizaria a fantasia de ser corno e com certeza ele o seria. Depois de caminharem por um bom tempo resolveram dar uns mergulhos, depois saíram e se sentaram na areia. Bruno se achava vendo aquele bikini enfiado na buceta da esposa, e seus lábios saindo para fora. Ver a reação dos homens que passavam olhando, alguns iam até a frente dava meia volta e passava cada vez mais perto para dar uma conferida, não tinha preço. Um rapaz se aproximou e começou a puxar conversa com eles, mas não tirou os olhos da bucetinha da Magali. Bruno deu uma desculpa para sair e deixá-los a sós se entenderem. Ele ficou na água só observando, até que o rapaz se levantou e foi embora. Magali, então, foi ao encontro do marido, deu um mergulho e o abraçou, dizendo que havia convidado o rapaz para ir à noite na casa deles.
À noite, o rapaz foi bem recebido na casa deles. Para agradar trouxe um ramalhete de rosas vermelhas para ele e uma garrafa de vinho importada para o Bruno. Após as devidas apresentações começaram logo a beber o vinho e conversaram sobre diversas coisas até o clima esquentar e o assunto acabou em sexo, e quem não gosta desse assunto. Já estavam sob efeito da bebida que haviam ingerido, quando Magali foi ao banheiro deixando-os a sós.
Para quebrar o gelo, Bruno falou que tinha vontade de vê-la trepando com outro homem, que pudesse comer a buceta dela de todas as maneiras, e melhor ainda se ele tivesse um pau maior e mais grosso. Queria vê-la gemendo em outra pica e chamando-o de corno. Nisso, Magali retorna e se senta no colo do marido, que puxou o seu vestido um pouco para cima deixando aparecer uma bucetinha deliciosa, já que estava sem calcinha, fazendo o rapaz ficar todo vermelho. Ele tentava disfarçar, mas não tinha jeito e acabava olhando.
O rapaz estava visivelmente excitado e perguntou se poderia mostrar seu pau, assim eles, marido e mulher, vendo poderiam dizer se era maior ou não, se não fosse do tamanho que ela queria, ficariam somente no vinho e ele iria embora. Magali, visivelmente excitada também, meio sem jeito, olhou para o marido e disse:
– Pode né? – era a primeira vez que ela iria ver o cacete de outro macho – quando o rapaz tirou sua ferramenta para fora ela estampou um belo sorriso no rosto e beijou o marido.
O Vitor, o rapaz, realmente tinha uma pica de dar inveja. Ele ficou de pé com sua ferramenta quase apontando para o teto, duríssima, com certeza tinha uns 20 cm e bem mais grosso que o do Bruno que mede 15 cm. Magali olhando para o marido perguntou se podia pegar.
– Claro meu amor, é todo seu – ela pegou aquele pau e ficou alisando, tocou no saco acariciando-o, e sem nenhuma cerimônia foi levando a boca e se pôs a chupá-lo com gosto. Chupou até o Vitor não conseguir segurar mais e jorrar seu creme na boca dela que engoliu o que pode, mas fez questão de dividir a porra com marido beijando-o na boca. Depois sorrindo disse:
-Daqui a pouco tem mais meu corninho, você queria chupar minha buceta cheia de porra até sair a última gotinha, então você vai fazer isso, daqui a pouco ele vai me encher de porra para você, meu corninho – esta foi a primeira vez que ela o chamou de corninho e aquilo foi o máximo, foi como ganhar um elogio de uma pessoa muito importante, uma celebridade, enchendo o ego do Bruno dando-lhe muito tesão.
Antes da Magali chamar o Vitor para o quarto Bruno soltou seu vestido deixando-a nua. Ela foi andando, e rebolando, enquanto os dois machos se deliciavam vendo a bunda dela por traz. Bruno também foi para o quarto vê-la ser fodida, gemer e urrar de tanto tesão na vara de outro homem, bem maior e mais grossa que a dele. Magali não parava de lembrá-lo: se eu gostar, e eu sei que vou, vou querer dar para outro sempre e você vai ter que aguentar. Ele concordou.
– Então agora você vai me ver sendo fodida como você sempre queria, não tem mais volta, vai virar corno de verdade. O Vitor se deitou e Magali subiu em cima dele, pegou o pau duríssimo e colocou na entradinha da buceta olhou pra o marido e disse:
– Olha corninho, como esse pau vai entrar na minha buceta, centímetro por centímetro – a bucetinha dela bem depilada já escorria de tão molhadinha!!! Ela olhou de novo para o marido e disse:
– Agora vou sentir um pau de verdade – o Vitor começou a colocar bem devagar e ela disse:
– Olha corninho, agora não tem mais jeito, ele está metendo o pau na bucetinha da tua mulher, ele tá me regaçando e vai me encher de porra quentinha para você lamber – falando isso ela foi arriando a bunda naquele pau que foi sumindo dentro da sua buceta.
Ela estava sendo arrombada na frente do marido e começou a cavalgar naquela ferramenta que entrava e saia da buceta. Conforme ela cavalgava, Bruno ficava ali atrás dela se deliciando com a cena. Enquanto isso ela dizia quase gemendo:
– Olha meu corninho, isso que é rola, olha o tamanho dela entrando na buceta da sua mulher – e pedia ao Vitor – me fode, me fode gostoso para o meu corninho ver. E ficaram assim por alguns instantes que ela se contorceu toda e ficou imóvel com a vara do Vitor enterrada na buceta gozando feito louca, enquanto Bruno se punhetava gozando também.
O Vitor começou de novo um vai e vem na buceta dela e logo gemeu enchendo sua buceta de porra, agora Bruno estava realizado, pois viu sua mulher sendo comida, fodida, regaçada por outra pica! – ela disse:
– Vem meu corninho, chupa minha buceeeeta, cheia de porra de outro macho, vem meu corninho, limpa minha buceta, quero ver sua boca cheia de porra, vem corninho chupa tudo, até a última gota como você queria! – e ele fez a vontade dela e a dele também, deitou-se e a mandou por sua buceta na boca dele e foi lambendo ela todinha até deixar sua caverninha limpa. Foi tudo maravilhoso como sempre sonhou. Mas ele queria que o serviço fosse completo, ainda queria ver o pau do Vitor arrombar também o cuzinho delicioso da Magali
Mais de uma hora depois ela começou a chupar a pica do Vitor que foi ganhando vida até endurecer de novo e ficar pronto pra enfim foder seu cuzinho. Ela deitada de bruços, ele passou um gel no seu buraquinho e enfiou um dedo, depois dois e foi girando lá dentro até ficar bem lubrificado. Com o entra e sai dos dedos fez acender o fogo dela de novo, então ele disse:
– Vem gostosa, vem que eu quero gozar nesse cuzinho delicioso – só faltava isso para o Bruno realizar sua fantasia por completo e se tornar um corno de verdade. Depois de lubrificar também seu pau, Vitor começou a penetrá-la, bem devagar até romper a barreira do esfíncter e o cuzinho guloso dela foi engolindo cada centímetro daquela pica!
– Olha corninho, agora meu cuzinho já não é só seu!!!! Olha bem e veja como ele está sendo arrombado! Sempre que eu der o cuzinho vou me lembrar desse caralho, e eu vou querer dar sempre minha buceta e meu cuzinho para o Vitor, ele vai ser seu sócio, tá gostando de ver sua putinha gemendo na vara de outro macho meu corninho? – enquanto ela falava o Vitor metia sem do e com força deixando o cuzinho dela bem arrombado. E o bruno dizia:
– Sim meu amor, estou vendo seu cuzinho sendo regaçado e cheio de porra. Eu estou adorando, ver você gozando na vara de outro macho. Isso goza bastante para deixá-lo satisfeito e a mim também – o Vitor socava forte, entrando e saído daquele buraquinho e ela esfregava seu grelinho e os dois acabaram gozando
Ela gozou como uma cadela se contorcendo com a rola do Vitor enterrada no cu quando aos uivos e quando o Vitor tirou seu pau, Bruno pode ver o buraco da esposa todo vermelho com muita porra escorrer lá de dentro. Em seguida Vitor tomou um banho e voltou para a casa dele e Bruno aproveitou para verificar o estrago e lamber aquele cuzinho com porra e deixá-la mais feliz ainda.
Durante os dias de feriado o Vitor foi o convidado de honra deles, e só voltava para casa depois de comer a amada Magali pelo menos duas vezes. No último dia ele ainda trouxe sua esposa para eles a conhecerem e as duas acabaram ficando amigas, mas ela nem imagina que seu marido come a Magali.
Uma resposta
-
Quer sexo esta noite? Escreva-me aqui: https://ujeb.se/55zt4C


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.