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Um domingo sem tédio
Decidi que seria bom sugerir algo mais interessante. Virei pra minha esposa e perguntei:
“Vamos sair?” “Sair? Onde você quer ir?” “No motel”
Sim, assim mesmo, direto. Acho que peguei a Marina de surpresa com tal resposta, mas depois de uns segundos um sorriso safado surgiu no canto de sua boca, e ela concordou. Ela se apressou a ir no banheiro e se arrumou pra ficar ainda mais gostosa. Fez questão de passar um batom vermelho que a deixa extremamente sexy. Ali mesmo já comecei a ficar duro.
Entramos no carro e saímos de casa. No caminho, ela pediu pra passar na farmácia, pois queria comprar aquelas camisinhas “ice”. Ela adora a sensação delas na penetração.
No meio do caminho até a farmácia, sinto ela começar a passar a mão por cima da minha calça. Ela sabe que adoro quando ela faz isso. Ela foi mexendo, mexendo… até que abriu o zíper da calça e tirou ele pra fora, pra poder ir batendo uma punheta gostosa. Fui ficando louco de tesão com aquilo! Até que paramos no estacionamento da farmácia.
“Já volto, tá? Mas fica assim, não coloca ele de volta na calça.” “Combinado”
Dito e feito. Fiquei esperando ela voltar, de pau duro, com o carro parado no estacionamento da farmácia. Era domingo e o movimento era tranquilo, de modo que fiquei à vontade pra fazer movimentos sutis com a minha mão e continuar batendo aquela punheta que a Marina tinha começado.
Ela voltou pro carro, já com as camisinhas em mãos, e seguimos pro motel. Pouco antes de chegar, no entanto, falei:
“Já tô muito duro por sua causa. Quero mais ainda. Tira sua blusa e fica peladinha da cintura pra cima, vai”
Ela hesitou um pouco num primeiro momento, mas topou. Vê-la tirar a blusa e o sutiã foi incrível. A pele branquinha por baixo, sem nenhuma marquinha (como eu adoro!), os biquinhos já duros e os cabelos caídos até os ombros. Era a visão do paraíso! Ela seguiu assim até a entrada do motel, e embora a rua estivesse muito tranquila, duas pessoas nos viram no carro e viraram as cabeças pra tentar entender o que estava acontecendo haha. Que tesão!
Chegando na portaria do motel, a Marina colocou a blusa de volta. Não queria que a pessoa que estivesse atendendo a visse nua de tão perto. Pegamos um dos melhores quartos e seguimos pra nossa suíte.
Estacionamos o carro, fechamos o portão, e descemos. Mas antes de ir pro quarto, já começamos a nos beijar ali mesmo. Tirei toda a roupa dela, e ela a minha. Ela se abaixou e colocou aquela boca aveludada bem na ponta do meu pau. E foi chupando devagar, curtindo o momento. Ela ficou ali por alguns minutos, até que notei que o capô do carro não estava mais tão quente por conta do motor. Coloquei minha camiseta em cima do capô e pedi pra Marina deitar em cima. Ela concordou. Deitada no carro, ela abriu levemente as pernas e pude ver como ela já estava molhada! Uma delícia, sem dúvidas!
Me aproximei, coloquei a camisinha que ela gostava, e comecei a enfiar devagar. Ela gemia só de sentir o toque do meu pau na sua bucetinha. Fui enfiando devagar, até chegar no talo. Com ele inteiro dentro dela, perguntei:
“Vai dar gostoso pro seu macho?” “Vou… come sua cachorra, come”
Ouvir isso me deixou maluco. Comecei a fazer movimentos de vaivém aos poucos, aumentando o ritmo a cada vez. Ela fechava os olhos, se contorcia e gemia pedindo pra não parar. Ela estava tão molhada que o movimentos de nossos corpos se tornaram uma coisa só. Eu metia, ela pedia mais… que tesão de mulher que ela é!
Senti que, com todo aquele tesão, eu iria gozar em breve. Me contive, tirei o pau e, no mesmo momento, caí de boca naquela bucetinha linda. Fui passando minha língua e sentindo o gosto do prazer. Ela estava, literalmente, escorrendo! O grelinho estava todo duro, e não demorou muito pra Marina arquear todo o corpo com minha chupada, o sinal mais delicioso de que o êxtase tinha chegado. Adoro sentir o mel do gozo em minha boca e barba. Fiz questão de lamber tudo e, em seguida, ela me puxou até seus lábios e me deu um beijo bem safado. Ela adora sentir o próprio gosto!
O corpo dela estava mole, mas ainda queríamos mais. Subimos pro quarto pelados. Ela se deitou na cama, virou de bruços, ficou de quatro e pediu:
“Mete na minha buceta assim que eu sei que você ama”
E amo mesmo. Com a bucetinha toda gozada e molhada, a penetrei de novo, dessa vez já com força.
“Agora me come até gozar, seu cachorro!”
Ouvir aquilo foi incrível! Dei um tapa gostoso naquela bunda branquinha, e logo vi a marca da minha mão se formando nela. Meti forte, com vontade, e a Marina gemia alto. Meu lado voyeur/exibicionista não deixou de pensar que outros casais poderiam estar nos ouvindo naquele momento, e isso me deu mais tesão ainda. Continuei em movimentos rápidos e gostosos, até que senti que o gozo estava muito próximo.
“Vou gozar pra você, cachorra safada” “Me dá tudo, vai. Goza pra mim!!”
E gozei forte. Nesse ponto já estávamos com os corpos suados e exaustos. Gozei e fiquei alguns segundos a admirando naquela posição, eu ainda pulsando dentro dela. Saímos da posição, nos deitamos na cama e ficamos um tempo em silêncio, recuperando o fôlego e sentindo o corpo um do outro: nus, quentes, gozados… juntos.
Ela se virou pra mim e disse
“Nossa, que mais domingos sejam assim” “Ah, com certeza vão ser. Com certeza vão ser!”


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