Por
Dividindo a cama com meu primo
A batida pulsava no meu sangue—thump, thump, thump—igual ao ritmo que o Victor marcava dentro de mim. Eu, Izabela, 18 anos, peitos pequenos mas durinhos, bunda redonda como um drop de techno, sempre soube que minhas férias com os tios iam ser… interessantes. Mas nada me preparou pra essa viagem.
O quarto era um caos de lençóis e calor, a beliche rangendo como um sample mal ajustado. Ana, minha prima ciumenta, tinha me expulsado da cama por birra, e eu? Fui direto pro colchão do Victor, meu primo de 28 anos—corpo de DJ, mãos que sabem apertar mais que um botão de mixer. A primeira noite foi só preview: ele se esfregando em mim, aquele pau longuíssimo roçando na minha coxa, hard mesmo sem cueca. Eu finji dormir, mas meu corpo já tava no beat dele.
Na segunda noite, ele virou o track: mãos subindo pelo meu top, dedos pinçando meus mamilos como se ajustasse um equalizador. “Tá gostando, prima?” Sussurrou, e eu só gemeu low, com medo da Ana acordar. Mas quando ele puxou meu short, foi drop na certa—pau entrando de ladinho, eu mordendo o travesseiro pra não gritar. O ritmo dele era bpm alto, socadas rápidas, profundas, até eu não aguentar e pedir: “Vamo pra sala, porra!”
E foi lá que o remix começou. Eu de joelhos, engolindo ele até quase gozar na minha boca—gosto salgado, prelúdio do caos. Ele me virou, empinou no braço do sofá e… surpresa: cuzinho apertado levando rola como se fosse o último set da noite. Eu gemendo no mute, ele suando, até que BAM—gozada quente escorrendo dentro de mim, bagunçando tudo. E quando olhei pro corredor? Ana, de olhos arregalados, nos espiando como um vj loop de filme proibido.
Drop the mic.


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