Por
Não tinha lugar, eu precisei ir no colo
O HB20 balançava violentamente na estrada de chão, mas nada comparado ao tremor que sentia entre as pernas. Pedro, meu velho amigo de infância, tinha as mãos firmes na minha cintura – muito firmes.
“Pronto, agora você tá bem preso aqui”, sussurrei, roçando o quadril contra seu colo. Sua resposta veio em pulsações: um pau duro que latejava contra minhas nádegas através do vestido fino.
Na rodovia, nossos corpos se fundiram. Seu joelho explorava a fenda do meu vestido enquanto eu arquear as costas, esfregando-me como gata no cio. Quando nossas bocas se encontraram por acidente – ou não – seu hálito quente me fez gemer baixinho.
“Alguém parece estar gostando da viagem, né?” mostrei no celular.
Ele apenas riu, mas suas mãos subiram, dedos marcando minha coxa sob o tecido. O toque casual virou carícia, depois pressão urgente. Quando seus dedos encontraram minha calcinha encharcada, Pedro não hesitou – rasgou o tecido fino com um puxão.
No banco traseiro, sob o barulho das músicas e risadas dos amigos, ele me penetrou com dois dedos enquanto mordia meu pescoço. “Quietinha”, ordenou, sentindo meu corpo tremer.
Foi rápido, sujo e delicioso. Eu me contorci em silêncio, gozando em seus dedos enquanto ele esfregava o pau pulsante contra minhas costas. Quando o carro freou bruscamente, seu gemido abafado no meu ombro me disse que ele também havia chegado lá.
Descemos do carro com roupas amassadas e sorrisos culpados. Julia arregalou os olhos ao ver minha calcinha rasgada na mão de Pedro – ele a devolveu com um beijo rouco no meu ouvido: “Amanhã repetimos. Vou te levar pra passear de moto.”
E assim começou nossa nova amizade… com benefícios.


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