Setembro 1, 2025

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Minha madrasta mudou minha vida para sempre

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eu tenho 19 anos hoje mas tudo começou quando eu ainda era criança meus pais sempre brigavam desde que eu tenho memória eram discussões quase diárias e sempre por causa de ciúmes meu pai era extremamente possessivo e dizia o tempo inteiro que não confiava na minha mãe a viviane que hoje é minha madrasta

na época eu não entendia direito mas depois percebi que o motivo era óbvio a viviane sempre teve um corpo que chamava atenção bunda grande natural coxas grossas seios fartos cintura marcada e um jeito de se vestir que não escondia muito isso mesmo assim eu nunca vi ela como alguém vulgar só parecia natural nela mas pro meu pai isso sempre foi um problema eles brigavam tanto que quando eu tinha 13 anos a separação aconteceu de vez

quando a viviane saiu de casa eu fiquei com meu pai achei que seria melhor assim mas logo percebi que não era simples ele ficou mais frio trabalhava muito e quando estava em casa era como se não estivesse presente eu passava a maior parte dos dias sozinho e o clima ficou tão pesado que depois de um tempo comecei a passar mais tempo na casa da minha tia até que um dia decidi morar com ela de vez

foram quase três anos vivendo com a minha tia nesse período tive pouco contato com a viviane às vezes ela aparecia em algum aniversário ligava no meu celular perguntava se estava tudo bem mas não passava disso ela parecia ocupada demais vivendo a própria vida eu não julgava só seguia a minha

tudo mudou quando completei 16 anos lembro como se fosse ontem a viviane me ligou e disse que queria que eu fosse morar com ela que queria cuidar de mim de verdade eu fiquei feliz de um jeito que não sei explicar eu sentia falta dela mesmo que nosso contato sempre tivesse sido distante parecia que era a chance de recomeçar

quando cheguei na casa dela a primeira coisa que percebi foi o ambiente diferente era um apartamento espaçoso bem iluminado com cheiro de lavanda parecia que ela cuidava de tudo com atenção e carinho ela me recebeu com um sorriso e um abraço apertado “tava com saudade de você” ela disse e eu senti uma mistura de conforto e estranheza ao mesmo tempo

nos primeiros dias tudo foi leve ela cozinhava pra gente conversava sobre escola sobre meu futuro sobre filmes e séries era atenciosa de um jeito que eu não lembrava de ver nela antes mas conforme os dias foram passando comecei a notar algumas coisas que antes não chamavam minha atenção

a viviane tinha um jeito muito solto dentro de casa andava de shortinhos curtos regatas largas e às vezes ficava só de calcinha e camiseta parecia completamente confortável comigo ali no começo eu achei normal até porque era verão mas aos poucos comecei a reparar em detalhes que não passavam despercebidos o short subindo quando ela se inclinava pra pegar algo a barra da blusa caindo e deixando parte do peito à mostra ou o balanço natural da bunda quando ela caminhava pelo corredor

teve um dia que entrei na cozinha e ela estava de costas mexendo no fogão usava um short cinza de algodão tão curto que mostrava um pedaço da polpa da bunda quando me viu ela olhou por cima do ombro e sorriu “bom dia dorminhoco” eu tentei responder mas a voz saiu baixa demais ela riu baixinho e voltou a mexer na panela como se nada tivesse acontecido mas aquilo ficou na minha cabeça pelo resto do dia

com o tempo comecei a notar que ela tinha um jeito mais aberto de falar sobre o próprio corpo às vezes quando a camiseta caía um pouco demais ela ajeitava rindo e dizia “essas blusas nunca ficam no lugar” ou quando via meu olhar desviando rápido demais ela soltava um “não precisa ficar sem graça não” sempre com um sorriso leve que me deixava ainda mais nervoso

aos poucos fui percebendo que a relação entre nós estava mudando não era algo dito mas estava no ar tinha dias que estávamos vendo tv no sofá e ela sentava com as pernas dobradas deixando o short subir quase até a virilha quando eu desviava o olhar ela percebia e mexia o celular rindo de canto como se soubesse o que estava fazendo

um sábado à noite ficou marcado na minha memória meu pai tinha ligado mais cedo dizendo que ia atrasar no trabalho então eu e a viviane pedimos pizza e ficamos vendo um filme no sofá ela deitou com a cabeça na almofada e esticou as pernas apoiando os pés sobre minhas coxas disse “minhas pernas tão doendo do treino” comecei a massagear devagar sem pensar muito e percebi que ela fechou os olhos por um instante antes de dizer baixinho “assim mesmo” depois riu como se fosse só uma brincadeira mas meu corpo inteiro respondeu de um jeito estranho

a partir daí comecei a reparar cada vez mais nos pequenos sinais quando ela passava por mim no corredor deixava o quadril roçar de leve como se fosse sem querer mas parecia proposital quando se abaixava pra pegar algo o short subia além do necessário e quando eu desviava o olhar rápido demais ela olhava pra mim como se tivesse descobrindo alguma coisa que eu tentava esconder

o primeiro grande gatilho aconteceu numa noite comum eu estava no quarto jogando no celular quando ouvi barulhos vindos do quarto dela no começo pensei que ela tava assistindo tv mas logo percebi que não era isso eram gemidos abafados meu corpo congelou e fiquei imóvel por um instante a respiração acelerou e tentei ignorar mas os sons foram ficando mais claros e não tinha como confundir

ela gemia de um jeito que nunca tinha ouvido antes frases curtas escapando entre os sons abafados “assim isso gostoso mais forte” meu coração disparou minha mão suava e eu não sabia se levantava dali ou se continuava ouvindo acabei ficando parado sem conseguir evitar e quando o silêncio voltou fiquei deitado encarando o teto tentando entender o que estava acontecendo comigo

na manhã seguinte fui pra cozinha e ela estava lá fazendo café usava uma regata branca sem sutiã e um short estampado bem solto quando passei por ela senti o perfume e ela disse “dormiu bem?” com um sorrisinho lento eu só balancei a cabeça tentando não demonstrar nada mas percebi que alguma coisa dentro de mim tinha mudado

foi a partir desse dia que os pensamentos começaram a me dominar não importava o quanto eu tentasse evitar cada detalhe do jeito dela ficava na minha cabeça o som dos gemidos a imagem do short subindo o sorriso lento as falas despreocupadas e comecei a perceber que tava cada vez mais preso nesse conflito entre o que sentia e o que achava que devia sentir

depois daquela noite em que ouvi a viviane pela primeira vez gemendo sozinha no quarto alguma coisa em mim tinha mudado de um jeito que não dava pra explicar eu tentava fingir que era normal que não tinha importância mas cada detalhe nela agora chamava minha atenção como se meu corpo tivesse começado a responder sozinho sem eu querer

nos dias seguintes a convivência parecia igual mas ao mesmo tempo diferente cada gesto dela parecia carregar mais significado quando passava por mim no corredor às vezes deixava o quadril encostar de leve no meu e sorria como se fosse por acaso outras vezes sentava no sofá de um jeito que o short subia mais do que precisava e quando eu desviava o olhar rápido demais ela olhava de volta com um sorriso lento como se tivesse percebido tudo

uma tarde estávamos vendo série juntos ela deitada no sofá com a cabeça apoiada numa almofada as pernas dobradas e os pés sobre minhas coxas mexia no celular distraída até que soltou um suspiro dizendo “minhas pernas tão moídas do treino” e sem pedir começou a esticar devagar as pernas sobre mim os pés passando de leve pelo meu colo tentei agir normal mas meu coração batia rápido demais dava pra sentir o calor do corpo dela só pelo toque e aquilo me deixava cada vez mais inquieto

teve outro dia que ela entrou no meu quarto sem bater pra perguntar se eu queria jantar comigo e se apoiou na lateral da cama pra mexer no celular quando ela se inclinou a blusa caiu um pouco e dava pra ver o contorno do peito por dentro do tecido tentei olhar pro chão mas ela percebeu soltou uma risadinha baixa e disse “você fica tão sem graça” piscando antes de sair sem falar mais nada

quanto mais o tempo passava mais eu sentia que ela sabia exatamente o efeito que causava tinha vezes que a pegava olhando pra mim de um jeito diferente um olhar mais demorado mais carregado mas ela nunca dizia nada só deixava aquilo no ar como se estivesse me testando

uma noite meu pai tinha saído pra trabalhar e fiquei sozinho com ela no apartamento depois do jantar fui pro quarto jogar mas acabei ouvindo passos pelo corredor então desliguei o videogame e fiquei quieto pouco tempo depois escutei barulhos vindo do quarto dela no começo pensei que tava vendo tv mas não demorou pra perceber que era outra coisa os gemidos dela começaram baixos mas foram ficando mais altos dava pra ouvir as respirações rápidas e frases curtas “isso mete mais forte” “assim isso gostoso”

meu corpo inteiro reagiu como se tivesse perdido o controle senti o pau endurecendo sem nem tocar só ouvindo ela gemer minha mão suava minha respiração estava pesada tentei lutar contra mas a tensão foi ficando insuportável até que coloquei a mão por dentro do short e comecei a me tocar devagar ouvindo cada som vindo do quarto dela cada barulho de cama cada frase sussurrada quando gozei escondido fechei os olhos e fiquei deitado por um tempo tentando entender o que tava acontecendo comigo

no dia seguinte fui pra cozinha e ela tava lá tomando café usava um short branco colado e uma regata preta sem sutiã o cabelo preso de qualquer jeito quando passei por ela tentei agir normal mas ela me olhou sorrindo e disse “você dormiu bem?” com um tom lento e um olhar que parecia atravessar por dentro de mim eu só balancei a cabeça e peguei um copo d’água tentando disfarçar

foi aí que percebi que ela fazia isso de propósito comecei a notar que quanto mais eu evitava olhar mais ela criava situações pra me provocar uma vez estávamos vendo filme e ela deitou com as pernas por cima das minhas dessa vez olhando direto pra mim e perguntou “não incomoda eu ficar assim né?” fiquei sem voz só balancei a cabeça dizendo que não e ela sorriu como se tivesse ganho alguma coisa naquele momento

com o tempo os toques foram ficando mais frequentes às vezes no ombro às vezes na mão às vezes quando passava atrás de mim na cozinha deixava a mão encostar na minha cintura por um instante e seguia como se fosse sem querer mas nunca parecia por acaso teve uma tarde que estávamos no sofá ela mostrou uma mancha na coxa e disse “acho que exagerei no treino olha isso” e passou a mão devagar pelo músculo olhando pra mim enquanto fazia isso meu corpo inteiro reagiu mas fingi que nada tava acontecendo

um fim de semana ficou gravado na minha cabeça meu pai tinha viajado e a viviane trouxe um cara pra casa fiquei no quarto tentando ignorar mas os sons eram altos demais dava pra ouvir ela gemendo frases explícitas pedindo “mete mais forte mete no meu cu” minha mão foi sozinha pro short não consegui evitar me masturbei ouvindo tudo cada som cada palavra e quando terminei percebi que tava suando como se tivesse corrido uma maratona

na manhã seguinte ela tava na cozinha com uma camiseta larga caída num ombro só e um short de algodão bem solto mexendo no celular olhou pra mim com aquele sorriso leve e disse “bom dia” mas ficou me olhando por tempo demais parecia que sabia alguma coisa que eu não tinha coragem de admitir

a partir daí as provocações ficaram ainda mais evidentes um dia entrou no meu quarto pedindo uma toalha emprestada e quando eu entreguei ela pegou devagar demais passando os dedos na minha mão antes de sair outra vez me pediu pra passar protetor nas costas dela e ficou deitada no sofá só de biquíni virei o rosto pra não encarar mas ela dizia rindo “pode passar direito não precisa ter vergonha”

essas situações foram se acumulando e a tensão foi ficando quase insuportável tinha noites que eu ficava sozinho no quarto pensando nela lembrando do jeito que se mexia do cheiro do perfume misturado com suor do som dos gemidos dela quando estava com outro cara tudo isso misturado na minha cabeça como se fosse impossível separar

foi numa dessas noites que percebi um detalhe que mudou tudo estava passando pela sala e vi a viviane sentada ajeitando o short quando ela se inclinou um pouco vi de relance a ponta de um plug anal escapando tentei disfarçar e seguir pro meu quarto mas aquilo ficou gravado na minha mente não consegui pensar em outra coisa no dia seguinte criei coragem e perguntei indiretamente sobre anal falei sobre um vídeo que tinha visto e ela respondeu rindo “se for bem feito é melhor do que qualquer outra coisa”

essa frase ficou na minha cabeça por dias inteiros comecei a imaginar cenas que não deveria me perguntava como seria alguém comendo o cu dela do jeito que ela gostava e isso só deixava tudo mais intenso

a noite de ontem ainda tá martelando na minha cabeça como se tivesse acabado de acontecer eu não consegui dormir quase nada e tô escrevendo isso com a mão tremendo porque parece que minha vida virou de cabeça pra baixo tudo começou no fim da tarde quando percebi que tinha alguma coisa diferente na viviane ela tava mais arrumada do que o normal de short preto justo e uma blusa colada que marcava cada curva do corpo o cabelo solto caindo pelos ombros o cheiro do perfume invadindo o corredor inteiro quando passei por ela na cozinha senti meu peito apertar

ela olhou pra mim e sorriu de um jeito que parecia esconder alguma coisa “não dorme cedo hoje não” disse andando até o quarto o coração bateu mais rápido na hora porque lembrei do plug que ela tinha mostrado mais cedo no corredor e de como tinha dito que “mais tarde vai ser divertido”

já era noite quando ouvi a campainha desci do quarto devagar e vi pela brecha da porta que um cara tinha chegado não sei se era namorado ficante ou só alguém de momento mas o jeito como os dois se olharam me deixou sem ar foram direto pro quarto e fecharam a porta tentei ignorar mas não deu cinco minutos e começaram os sons baixos no início depois aumentando devagar até preencherem o corredor

o primeiro gemido dela foi curto abafado depois vieram outros mais longos e altos frases soltas que atravessavam as paredes “assim isso gostoso mete mais forte” minha respiração ficou pesada sem eu perceber meu corpo inteiro reagia de um jeito automático meu pau ficou duro em segundos tentei resistir mas quanto mais eu tentava mais difícil ficava cada barulho de cama cada estalo cada palavra dela martelava na minha cabeça

o som mudou de ritmo de repente e ouvi ela dizendo “vai mete no meu cu isso isso mete tudo” meus dedos apertaram a beira do colchão a mão tremendo senti o corpo inteiro queimando fechei os olhos e comecei a me tocar sem nem pensar era impossível resistir cada gemido dela parecia me atravessar cada frase parecia feita pra me deixar daquele jeito o som do corpo dela batendo no dele ecoava pela casa até que ouvi ela gritar “assim mais fundo mais forte” e tive que morder o lençol pra não fazer barulho

o tempo passou rápido demais não sei se foram minutos ou horas mas em um momento ouvi ela dizer com a voz rouca “goza dentro do meu cu vai goza tudo” e depois um gemido longo seguido do silêncio fiquei parado deitado com o coração disparado a respiração descompassada tentando me recompor até que ouvi passos no corredor

a porta abriu devagar e era ela parada ali completamente nua o corpo brilhando de suor o cabelo bagunçado as pernas tremendo dava pra ver que ainda tinha gozo escorrendo pela coxa ela encostou na porta e olhou direto pra minha mão no short percebi que não dava mais pra disfarçar tentei falar alguma coisa mas a voz falhou ela respirava fundo os olhos escuros e intensos

ela entrou no quarto devagar fechando a porta atrás de si ficou de frente pra mim e disse baixinho “então é isso mesmo né você fica se tocando ouvindo eu gozar” não consegui responder ela se aproximou mais até que o perfume tomou tudo ao meu redor o coração batia tão forte que parecia que ia explodir

sem dizer nada ela virou de costas a poucos passos da cama afastou as pernas e com as duas mãos abriu a bunda mostrando o cu avermelhado e inchado do tanto que o cara tinha comido “vem goza pra mim” disse olhando por cima do ombro minha mão começou a bater punheta no mesmo instante sem controle nenhum a respiração pesada o suor escorrendo mas no meio disso senti um impulso que não consegui segurar me inclinei pra frente e passei a língua devagar ela soltou um gemido baixo quase um sussurro e disse “assim isso continua”

ela colocou a mão na minha cabeça fazendo carinho enquanto eu chupava o cu dela cada vez mais fundo o gosto misturado o calor do corpo dela o cheiro do suor tudo parecia me deixar fora de mim ela gemia baixinho dizia “isso aproveita gostoso desse jeito” até que pediu com a voz rouca “senta na cama”

me joguei pra trás sem pensar e ela subiu em cima de mim de costas a bunda enorme na minha cara e sem falar nada encaixou meu pau no cu dela foi tão apertado que gemi alto sem conseguir controlar ela começou devagar os quadris descendo e subindo no ritmo dela o corpo inteiro dela se mexendo com força os gemidos ficando mais intensos “assim isso tudo isso mete tudo pra mim”

segurei firme na cintura dela vendo aquela bunda quicando com força no meu pau o corpo dela suado o som do choque dos corpos ecoando no quarto cada vez mais rápido a respiração pesada o calor insuportável e ela gemendo mais alto dizendo “isso continua não para não”

não sei quanto tempo ficamos assim mas meu corpo já não aguentava mais o pau latejava a visão turva e falei ofegante que ia gozar ela olhou por cima do ombro com um sorriso rápido e disse “então goza dentro do meu cu enche tudo pra mim” foi impossível segurar gozei com tanta força que o corpo inteiro tremeu senti o esperma escorrer quente dentro dela enquanto ela quicava até o último segundo antes de parar

ela ficou alguns instantes ali respirando fundo depois se levantou devagar o gozo escorrendo pelas pernas até cair na coxa olhou pra mim com um sorriso lento e disse baixinho “a gente conversa depois” deu um beijo rápido no canto da minha boca e saiu do quarto caminhando nua até o dela onde o cara ainda tava deitado

fiquei sentado na cama sem acreditar no que tinha acabado de acontecer o peito subindo e descendo a respiração pesada a mente girando tudo misturado desejo culpa prazer confusão quando ela fechou a porta o silêncio tomou conta e percebi que aquela noite tinha mudado tudo

agora tô aqui escrevendo isso de manhã o corpo ainda dolorido a cabeça cheia como se não tivesse voltado pra realidade desde ontem e mesmo assim não consigo parar de pensar nela no jeito que me olhou no jeito que gemeu e em como parte de mim quer que aconteça de novo..

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