Outubro 15, 2025

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Corno Novinho

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Tava num after na Zona Sul, um apartamento gourmet com vista pro mar, a galera toda high depois do meu set. A energia tava pesada, doce, aquele clima de quem já curtiu pra caralho e agora só quer aproveitar a ressaca da euforia. Eu no sofá, bebendo uma água tônica, quando ele chegou. Um novinho, lindo, pele cor de mel, olhos amendoados, não devia ter mais de 22 anos. Ele era o namorado da Aninha, uma amiga minha de longa data. E ela tava ali, do lado, rindo, com um copo de vinho na mão, olhando pra gente com um sorriso que não era só de amizade. Era um convite.

A Aninha é uma dessas minas que vibra na mesma frequência que eu. Sabia das minhas curvas, das minhas vontades. Ela se aproximou, sussurrou no meu ouvido por cima do som baixo de um deep house que ainda rolava: “Laurinha, o Lucas tá morrendo de vontade de te conhecer melhor. Acha que rola uma mixagem especial pra ele?”. Ela falou com uma malícia que fez meu corpo inteiro responder. Olhei pro Lucas. Ele tava corado, mas os olhos dele… puta que pariu, os olhos brilhavam com uma curiosidade feroz, pura. Um corninho novinho naquele estado virgem de desejo. Como resistir?

Foi isso que eu pensei: “Como resistir?”.

A Aninha, percebendo minha hesitação (que durou uns 2 segundos, no máximo), pegou na mão do Lucas e colocou na minha. A mão dele era quente, um pouco trêmula. “Vai, amor. A Laura é uma amiga especial. Ela cuida de você.” E com isso, ela deu um beijo na minha bochecha e se misturou com o resto da galera na varanda, nos deixando ali, no sofá, num universo particular.

O Lucas me olhava, sem saber muito o que fazer. Eu sorri, puxei ele pra perto. “Relaxa, gatinho. Hoje a noite é nossa.” E aí eu fui. Fui com tudo. Puxei o rosto dele pra perto e beijei ele. Não foi um beijo de novinho. Foi um beijo meu, de DJ que manda na pista, com língua, com mordidinhas, com a fome de quem sabe o que quer. Ele respondeu na mesma moeda, surpreendentemente, a timidez inicial se transformando numa entrega total.

A gente se pegou ali mesmo no sofá, e eu já senti o volume dele crescendo na calça. Era promissor. Sussurrei no ouvido dele, com a voz mais grave e suja que consegui: “Vamos dar um passeio, novinho? Mostrar umas vistas melhores que a da varanda?”. Ele só balançou a cabeça, hipnotizado.

Levantei, puxei ele pela mão e levei pro quarto de hóspedes, um cubículo escuro e silencioso, longe do burburinho. Mal fechei a porta e já tava com a mão na cintura dele, puxando ele contra mim. “Cê tem noção do que a sua namorada tá permitindo aqui?”, perguntei, enquanto minha outra mão descia e apertava o volume duro na calça dele. Ele gemeu baixo, um som gutural. “Ela… ela falou que cê é foda.”

“E ela tá certa”, cortei, girando ele e empurrando ele contra a porta. “Agora fica quieto e deixa a mestra trabalhar.”

Ele obedeceu. Coloquei ele de frente pra porta, as mãos apoiadas na madeira. Fiquei atrás dele, roçando meu corpo no dele, mordendo a orelha, passando as mãos por todo aquele corpo jovem e tenso. Desci minhas mãos, abri o zíper da calça dele e puxei jeans e cueca até os joelhos. A bunda dele era redonda, dura, linda. E o pau… meu Deus. Não era o maior que já vi, mas era perfeito. Grosso, reto, com a cabeça bem desenhada, latejando. Uma obra de arte novinha.

Comecei a masturbar ele por trás, bem devagar, enquanto falava putaria no ouvido dele. “Cê tá vendo sua namorada lá fora, novinho? Tá vendo ela rir, sabendo que o pau dela tá aqui, na minha mão? Que eu tô fazendo ele ficar mais duro do que ela nunca conseguiu?” Ele gemia, se contorcia, e eu sentia o corpo dele tremer. “Ela quer isso. Ela quer ver vc se perdendo, quer saber que eu tô te comendo.”

Virei ele de novo. Ele tava com os olhos vidrados, a respiração ofegante. “Agora, DJ… me fode, por favor.” Ele pediu. E aí, eu perdi o pouco juízo que ainda me restava.

Empurrei ele na cama. Ele caiu de costas, e eu subi em cima, me encaixando sobre ele, ainda vestida. Esfreguei minha buceta, já encharcada, por cima da calça legging que eu usava, no pau dele. Ele fechou os olhos e gemeu mais alto. “Assim, Laura… porra.”

Rapidão, tirei minha legging e minha calcinha. Ele já tava lá, esperando. Quando sentei nele, enfiando ele todo de uma vez dentro de mim, os dois demos um grito abafado. Era quente, era apertado, era novo. Ele era novinho, e a sensação de estar invadindo aquele território, com a benção da própria dona, era um tesão doentio.

Comecei a cavalgar, num ritmo que era puro techno: constante, profundo, implacável. Minhas mãos apertavam os seios por cima do top, e eu jogava a cabeça pra trás, me entregando àquela batida primal. Ele me olhava, embaixo de mim, com uma mistura de admiração e êxtase, as mãos agarrando meus quadris, tentando acompanhar o ritmo.

“É isso, novinho? É isso que sua namorada queria? Ver vc gemendo debaixo de mim?”, eu falava, acelerando o ritmo. “Ela tá lá fora, e eu tô aqui, sentando nesse pau que é dela. E vc tá gostando mais do que com ela, não tá?”

“Tô… caralho, tô”, ele gemeu, os olhos cheios de uma verdade que doía e excitava ao mesmo tempo.

A mudança de estação veio quando eu virei de quatro na cama, empinando a bunda pra ele. “Agora é sua vez, corninho. Vem foder essa buceta que não é sua.”

Ele não precisou ser convidado duas vezes. Posicionou-se atrás de mim, e eu senti a cabeça do pau dele procurando minha entrada. Quando ele enfiou, foi com uma força que me fez gritar e enterrar o rosto no travesseiro. Ele meteu como se tivesse sido solto de uma corrente. Nada da timidez de antes. Era puro instinto, pura posse. E eu, no meio daquela contradição do caralho – sendo comida com um ódio gostoso por um garoto que não era meu, com a permissão de quem era –, simplesmente explodi.

Gozei pela primeira vez com ele metendo em mim por trás, um orgasmo que veio das profundezas, me fazendo tremer toda, gemendo alto, sem me importar com quem pudesse ouvir. Ele não parou. Continuou macetando, e eu senti ele ficar mais rígido, o ritmo mais descontrolado.

“Vou gozar, Laura… onde?”, ele gritou, a voz estrangulada pelo tesão.

Eu me virei de lado, puxei ele por cima de mim e guidei o pau dele pra minha boca. “Aqui, novinho. Vem na boca da DJ. Faz um remix.”

Ele não hesitou. Enfiou o pau na minha boca e goçou, jorros quentes e salgados que eu engoli com um prazer que era quase um poder. Ele gemeu, o corpo todo contraindo, e desabou ao meu lado, ofegante.

Ficamos ali um tempão, só ouvindo a respiração um do outro. A música lá fora tinha parado. O after tinha acabado. A realidade começava a infiltrar-se no nosso cubículo de perversão.

Ele se vestiu em silêncio, ainda sem acreditar no que tinha acontecido. Antes de sair, ele me olhou, e eu vi algo nele que não tava lá antes. Uma confiança nova, uma centelha de malícia.

“Obrigado, Laura”, ele sussurrou.

“O prazer foi todo meu, corninho”, respondi, com um sorriso que era só meu.

Ele saiu, e eu fiquei deitada na cama, sentindo o gosto dele ainda na minha boca, o cheiro dele na minha pele. A Aninha entrou uns minutos depois, com um sorriso maroto.

“E aí, mestra? Como foi a aula?”

“O aluno é promissor”, eu ri, sentando na cama. “Você criou um monstro.”

“Ótimo”, ela disse, deitando do meu lado. “É exatamente isso que eu queria.”

E a gente ficou ali, duas mulheres que entendiam os acordes mais sombrios e deliciosos do desejo, enquanto o sol começava a raiar do lado de fora, iluminando uma noite que foi, sem dúvida, um dos sets mais pesados e perfeitos que já fiz. O novinho tinha virado homem, e eu… bem, eu tinha virado a DJ favorita dele. E da namorada dele. O loop tava só começando.

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