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Outubro 16, 2025

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Sexo no Carro do Colega de Trabalho

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O Carlos parou o carro em frente ao meu prédio e eu sabia que aquela era a minha chance. O relógio marcava 18h30, meu marido só chegaria depois das 20h, e aquele homem… bem, o Carlos sempre me olhava de um jeito diferente no escritório.

“Obrigada pela carona, Carlos”, disse eu, fazendo questão de colocar um tom mais doce na voz.

“Imagina, Martha. Sempre é um prazer”, ele respondeu, mas não desligou o motor. O carro continuava parado, e seus dedos batiam nervosos no volante.

Fiquei uns segundos em silêncio, observando seu perfil. Ele era um desses homens de 40 e poucos anos, casado há quinze, com duas filhas pequenas. O tipo de homem que usava aliança tão apertada que parecia ter crescido com ela. Exatamente o meu tipo de diversão.

“Quer subir para um café?”, perguntei, sabendo muito bem que não era café que ele queria.

Ele engoliu seco. “Não posso, Martha. Tenho que buscar a Patrícia e as meninas na aula de balé em meia hora.”

Foi aí que decidi. Se ele não podia subir, resolveríamos as coisas ali mesmo. Desapertei o cinto de segurança lentamente, deixando que ele visse o movimento dos meus seios.

“Que pena”, suspirei, colocando a mão na perna dele. “Estou com tanto tesão hoje…”

Senti o músculo da coxa dele contrair sob o tecido do jeans. Seus olhos se encontraram com os meus, e eu vi o conflito interno – o marido responsável contra o homem que há muito tempo não se sentia desejado.

“Martha, nós não devemos…”, ele tentou protestar, mas sua voz saiu fraca.

“Ah, não devemos?”, perguntei, deslizando a mão para a virilha dele. E lá estava – duro e quente através da calça. “Parece que uma parte de você discorda.”

Ele emitiu um som entre um gemido e um suspiro quando eu comecei a massagear seu pau através do tecido. Seus olhos se fecharam por um instante, e eu sabia que tinha ganho.

“Pelo menos deixa eu estacionar melhor”, ele murmurou, já derrotado.

Enquanto ele manobrava o carro para um cantinho mais escuro da rua, eu já estava com a saia levantada até a cintura. Nem precisei dizer nada – quando ele desligou o motor e olhou para mim, seus olhos escureceram de desejo.

“Você é uma tentação, Martha”, ele disse, sua mão encontrando minha coxa nua.

“E você adora ser tentado, não adora?”, sussurrei, puxando seu rosto para o meu.

O beijo foi urgente, faminto. Sua língua invadiu minha boca com uma fome que há muito tempo estava reprimida. Enquanto isso, minhas mãos trabalhavam para abrir seu cinto e o zíper da calça. Quando seu pau saltou para fora, quente e latejante, eu soltei um gemido baixo.

“Que delícia”, murmurei, envolvendo meus dedos em volta dele. Era maior do que eu imaginava – grosso e veiudo, perfeito para o que eu tinha em mente.

Ele tentou me deitar no banco, mas eu o parei. “Não assim”, disse eu, dando um sorriso malicioso. “Hoje eu quero de outro jeito.”

Virei-me no banco, ajoelhando-me de costas para ele. A saia ainda estava levantada, e eu sabia que ele podia ver minha calcinha preta encharcada.

“Meu Deus, Martha”, ele gemeu quando eu balancei a bunda em sua direção.

“Tira minha calcinha”, ordenei, e ele obedeceu imediatamente, suas mãos trêmulas puxando o tecido molhado para baixo de minhas pernas.

O ar condicionado do carro gelou minha pele nua, mas a quentura do desejo era maior. Senti suas mãos agarrando meus quadris, seus dedos apertando minha carne.

“Por favor, me fode, Carlos”, pedi, olhando para trás sobre o ombro. “Me come toda.”

Ele não precisou ser pedido duas vezes. Posicionou-se atrás de mim, e eu senti a cabeça de seu pau pressionando minha entrada. Quando ele entrou, foi com uma força que me fez gritar e agarrar o encosto do banco.

“Caralho, Martha… você é tão apertada”, ele rosnou, suas mãos segurando meus quadris com força.

Ele começou a meter com um ritmo frenético, como um homem que tinha apenas meia hora para extrair anos de frustração sexual. Cada investida era mais profunda que a anterior, e eu gemia, me entregando completamente à sensação de estar sendo possuída daquela maneira tão primal.

O carro balançava com nossos movimentos, e eu me perguntei brevemente se algum vizinho podia ver. A ideia me excitou ainda mais.

“Mais forte”, supliquei, sentindo o orgasmo se aproximando. “Enche meu cu, Carlos!”

Ele mudou o ângulo, e eu senti sua ponta pressionando meu cuzinho. “Aqui?”, ele perguntou, sua voz rouca de tesão.

“Sim! Por favor!”, gritei, não me importando mais com quem pudesse ouvir.

Ele cuspiu na mão e lubrificou seu pau e minha entrada antes de empurrar. A dor inicial deu lugar a uma onda de prazer tão intensa que me fez ver estrelas. Ele meteu em meu cu com uma fúria que eu nunca tinha experimentado, e em segundos eu estava gozando, me contorcendo e gritando seu nome.

Sentindo meu orgasmo, ele perdeu o controle completamente. Seus movimentos ficaram descoordenados, e ele gemeu meu nome quando gozou dentro de mim, seu corpo tremendo violentamente.

Por um longo momento, ficamos assim – ofegantes, suados, unidos no banco da frente de seu Honda Civic. A realidade começou a voltar lentamente, e eu senti seu pau amolecendo dentro de mim.

Quando ele se afastou, o ar gelado do carro atingiu minha pele suada, fazendo-me estremecer. Me virei e vi sua expressão – uma mistura de êxtase e puro pânico.

“Meu Deus… o cheiro”, ele murmurou, olhando para o relógio. “Tenho que buscar a Patrícia em vinte minutos.”

Ele estava certo – o carro cheirava a sexo, um aroma doce e musk que impregna tudo. Enquanto ele se arrumava apressadamente, eu me vesti com calma, saboreando seu desespero.

“Relaxa, Carlos”, disse eu, passando o batom no espelho retrovisor. “Abre as janelas no caminho. O cheiro some.”

Ele não parecia convencido. Suas mãos tremiam enquanto ele tentava arrumar a camisa.

“Você é incrível, Martha”, ele disse, mas seus olhos estavam vidrados no relógio. “Mas eu realmente tenho que ir.”

Desci do carro, sentindo suas porras escorrendo entre minhas pernas. Antes de fechar a porta, me inclinei para dentro.

“Até amanhã no trabalho”, disse eu, com um sorriso que sabia ser irresistível.

Ele apenas acenou, já ligando o motor. Enquanto subia para meu apartamento, olhei pela janela e o vi ainda lá embaixo, esfregando freneticamente o banco com um lenço, tentando eliminar qualquer evidência do nosso encontro.

Deitei na minha cama, ainda sentindo o gosto dele na minha boca, seu cheiro na minha pele. Enquanto ouvia o carro dele acelerar para ir buscar a esposa e as filhas, eu sorria. Meu marido chegaria em casa em uma hora, me encontraria “cansada” como sempre, e nunca suspeitaria que sua esposa “fria” tinha acabado de dar o cu para um colega de trabalho no carro dele.

E o Carlos? Bem, o Carlos teria que explicar para a esposa por que o carro cheirava tão estranho. Mas eu sabia que ele valeria a pena – assim como sabia que na próxima vez que ele me oferecesse uma carona, seu pau já estaria duro antes mesmo de eu entrar no carro.

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