Outubro 24, 2025

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O Espectador da Praia

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Passaram-se algumas semanas depois daquela noite insana em que Camila foi comida pelo Rafael. O tempo inteiro eu não conseguia parar de pensar na cena, mas guardei pra mim. Resolvi então visitá-la na cidade onde ela mora. A semana tinha sido pesada no trabalho e, depois ainda encarar uma viagem de mais de duas horas à noite, cheguei morto de cansaço.

Como sempre, Camila me buscou no local marcado. Fomos pra casa dela, conversamos um pouco, mas o peso da semana me derrubou. Acabamos deitados, agarradinhos, e dormimos.

Na manhã seguinte acordei cedo, mas queria descansar mais pra recuperar as energias. Camila já estava animada, querendo ir à praia. O dia estava lindo, ensolarado, típico de verão. Pedi desculpas, disse que não tinha condições de ir, e sugeri que ela fosse sozinha se quisesse.

Ela ficou pensativa, mas logo sorriu: fazia tempo que não tomava um banho de mar. Levantou, tomou banho, se arrumou e escolheu um vestido soltinho que deixava os seios grandes bem marcados. Me deu um beijo safado e saiu.

A praia estava quase deserta. Camila dirigiu até lá sozinha, estacionou perto das dunas, onde só se ouvia o barulho das ondas. O vento levantava o vestido leve, mostrando ainda mais pele. Foi quando Rafael apareceu na moto. Parou perto, tirou o capacete e nem esperou muito: veio decidido, segurou Camila pela cintura e a encostou de costas na porta do carro. A boca dele grudou no pescoço dela, sugando, e a mão entrou por baixo do vestido. Bastou um toque pra perceber que ela tinha ido sem calcinha. O pau dele já estava duro, roçando na bunda dela, e Camila empinava mais, excitada. Ali mesmo, em pé contra o carro, Rafael posicionou a rola grossa e enfiou sem piedade. O carro tremia a cada estocada, os vidros vibravam, e Camila gemia alto, descarada: — Isso, mete, Rafael! Fode essa buceta como se fosse só tua… — Me come aqui mesmo, mete mais fundo… As estocadas eram fortes, estalando no corpo dela. E, a poucos metros dali, escondido atrás das dunas, um pescador que caminhava pela areia parou. Ficou vidrado na cena: Rafael metendo em Camila contra o carro, sem vergonha nenhuma. O cara abriu o zíper e começou a bater punheta, hipnotizado. Camila percebia e gemia mais ainda, excitada com a plateia inesperada: — Isso, me arromba, Rafael… quero que vejam como essa boceta é tua! Rafael virou Camila de frente pro carro, botou as mãos dela no capô e socava por trás com força. A bunda dela quicava no pau dele, fazendo um som imoral misturado ao vento. O pescador se punhetava frenético, quase gozando junto. Rafael tirou o pau latejando e jorrou porra quente nas costas dela, esfregando com a mão. Camila, ainda ofegante, encostou a testa no carro e começou a bater siririca ali mesmo, melando tudo. O pescador, do outro lado, gozava na areia, tremendo. Mas não acabou. Rafael abriu a porta traseira do carro, empurrou Camila lá dentro e voltou a enfiar. O carro balançava, os vidros embaçando. O voyeur ficou olhando as sombras, punhetando outra vez, sem acreditar. Camila urrava de prazer: — Mais forte! Quero que ele veja como eu adoro ser comida! Até que Rafael tirou e gozou nos peitos dela, cobrindo os seios grandes. Camila riu, espalhou com a mão e lambeu os dedos, provocando. O pescador já não sabia se fugia ou se ficava. Foi então que Rafael fez sinal: — Ei, pow! Já que tá aí se acabando de punheta, vem ajudar de perto! O pescador hesitou, mas o tesão venceu. Se aproximou devagar, o pau ainda melado de porra, coração disparado. Encontrou Camila de pernas abertas no banco. Sem pensar, grudou a boca na buceta dela, chupando sem parar. Enquanto isso, Camila chupava o pau de Rafael, revezando os gemidos com palavras sujas: — Chupa ela todinha… quero gozar na sua boca! E foi o que aconteceu. O pescador não aguentou, gozou nos pés dela, ainda com a boca na buceta, enquanto Camila gozava alto, deliciada com a cena de pura putaria. Quando voltou pra casa, eu estava lá, descansado, mas com o pau duro só de ver o jeito dela entrando. Camila não perdeu tempo: deitou do meu lado e começou a narrar cada detalhe, cada toque, cada estocada, cada gemido. Minha cabeça fervia só de ouvir.

— Agora é minha vez… — falei, puxando Camila de quatro na cama. Enquanto eu metia fundo, ela continuava narrando: — Ele me puxava assim… me socava desse jeito… e o pescador batendo punheta olhando minha boceta sendo arrombada…

Meu pau latejava, gozei dentro dela, depois caí de boca, lambendo a buceta melada. Camila gemia alto, batendo siririca, me excitando ainda mais com cada palavra. Continuei punhetando, imaginando cada detalhe da cena. Cada gemido dela trazia de volta o carro, a praia, Rafael, o voyeur. Eu estava em transe. Camila, suada e excitada, montou em mim, batendo siririca junto, e gemia:

— Lembra do que fizeram comigo na praia? Imagina eles me fodendo agora também… Foi a gota d’água. Gozei forte na cara dela, cobrindo o rosto e os seios com porra quente. Camila riu, passou os dedos, lambeu e piscou safada. — Amor… olha só como você se acabou comigo. Aposto que adorou cada detalhe.

Eu estava suado, exausto, mas meu pau ainda pulsava. Humilhado e excitado, me entreguei ao limite. A imagem da praia, do carro, de Rafael metendo e do pescador punhetando nunca mais saiu da minha mente.

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