Novembro 11, 2025

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A putinha do titio

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Eu sou o Carlos, 37 anos, aquele cara bagunceiro que todo mundo acha “super gente boa”. Faz dois anos conheci a Ju filha mais velha da minha cunhada e essa menina me tira do sério desde de que a conheci. Ela tem 20 agora, 1,63m, uns 54kg bem distribuídos, tetinhas pequenas que cabem na mão, bunda redonda e empinada que balança quando anda, olhos claros que parecem pedir pra fazer safadeza, cabelo ruivo ondulado até um pouco abaixo do ombro. Ju se mostrou uma menina super carinhosa ela adorava pular no meu colo, enquanto abraçava, sempre muito alegre ela adora dançar e eu, safado que sou, sentia meu pau endurecer com aquela bundinha roçando. Sempre passava a mão “sem querer”, apertava um pouco mais forte do que devia. Ninguém nunca percebeu. Pelo menos era o que eu achava.

No sítio da família, eu fazia questão de passar protetor solar nela e na irmã mais nova. Sentava ela no colo, sentia o calor das perninhas, meu pau ficava duro ali no meio, roçando. Aproveitava passava a mão nos peitinhos da Ju, fingindo que era acidente. A família toda distraída, ninguém via nada. Mas eu via. Via tudo.

Esse ano no carnaval no sítio foi o estopim. Casa cheia, piscina lotada, truco, churrasqueira e muita bebedeira… Chamei a Ju pra jogar peteca na quadra. Ela tinha acabado de saír da água, biquíni molhado marcando tudo, pediu pra colocar uma saída de praia. “Nem precisa, vem logo”, eu disse, já com o pau meia-boca só de olhar. Joguei a peteca longe de propósito pra ela correr de costas, o biquíni entrando na bunda. Caralho, que visão. Meu short já tava apertando. Ela sacou o jogo e começou a provocar: abaixava devagar, empinava a bunda, deixava o tecido afundar quase mostrando o cuzinho. Eu quase gozei ali mesmo. Teve uma hora que a peteca caiu perto, a gente correu junto. Ela se abaixou, o biquíni entrou fundo. Cheguei por trás e falei no ouvido: “Deixa que eu tiro isso do teu rabinho, Ju…” Enfiei o dedo por dentro do biquíni, passei no cuzinho, depois na bucetinha. Ela tava encharcada, molhada pra caralho. Deu um pulinho de susto, mas não tirou minha mão. Momentos depois a mãe chamou pro almoço, e eu saí dali com o pau latejando, louco pra comer ela.

Passei a tarde evitando, tentando me controlar. Mas à noite, umas 19h, vi ela sumir pro quarto. Fui atrás. Entrei de fininho e peguei a cena: ela de bruços na cama, pernas abertas, mão dentro da calcinha, se tocando e gemendo baixinho. Meu pau virou pedra na hora. Cheguei perto, respirei no pescoço dela: “Ju, deixa o titio terminar essa siririca pra você… Você tá tentando gozar há uns 10 minutos e não consegue, né? Sei que tá pensando no meu dedo na tua calcinha mais cedo…” Ela tentou se mexer, mas eu segurei. Abri mais as pernas, puxei a calcinha pro lado. A bucetinha tava inchada, brilhando de tão molhada. “Tio, por favor, não enfia na minha bucetinha… ainda sou virgem.” Aquilo me deu um soco no peito, mas o tesão falou mais alto. “Virgem mas molhada desse jeito pensando no tio? Tá na hora de dar essa bucetinha… mas só pro titio, tá?” Ela implorou: “Hoje não, tio… por favor…” “Tá bom, hoje não enfio na frente. Mas no teu cuzinho eu vou, delícia.” O dedo ja estava lambuzando da sua buceta, enfiei um dedo no cuzinho dela. Apertado, quente, mas ela gemeu foi de prazer, empinou mais a bunda. Abrindo bem com as duas mãos, lambi da bucetinha pro cuzinho, sentindo o gostinho dela na língua. “Empina mais, Ju…” Ela levantou a bunda, e eu meti a língua na xaninha enquanto o dedo entrava e saía do cu. “A putinha do titio tá gostando de levar dedo no rabinho, hein?” “Tio, não me chama assim…” “Mas você é, Ju… Ficou me mostrando essa bundona o dia todo.” Coloquei dois dedos, melando bem na bucetinha antes. Lambi o grelinho dela, chupei forte. “Goza na boca do titio, vai… quero beber teu melzinho quente…” Ela começou a tremer: “Tio, vou gozar… não para… chupa mais rápido…” “Goza, delícia!” Ela gozou gritando baixinho, apertando minha cabeça com as coxas, inundando minha boca. Lambi tudo, limpei a bucetinha e o cuzinho com a língua, arrumei a calcinha. Beijei a boca dela pra ela sentir o próprio gosto. “Hoje foi só você, mas amanhã o titio quer gozar também, hein?” Beijei de língua, e ela retribuiu toda mole. “A partir de hoje você é a putinha do titio. Vou fazer o que quiser com você.” Saí do quarto com o pau doendo de tão duro.

Continua…

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