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Novembro 20, 2025

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Atendi ao pedido depravado da Helena e usei o bate de basebol para destruir o cuzinho dela🔥

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O ar no quarto cheirava a suor, sexo e o leve aroma do lubrificante de menta que eu tinha acabado de usar generosamente. A luz fraca do abajur projetava sombras dançantes nas paredes, iluminando o corpo de Helena, uma divorciada de cinquenta anos que estava de quatro na cama, perfeitamente imobilizada pelas cordas que envolviam seus pulsos e tornozelos, prendendo-os às pernas robustas da cama de dossel. A pele madura, marcada pelas linhas de uma vida bem vivida, brilhava sob a luz baixa. Os seios pesados balançavam livremente, e entre as pernas, a sua boceta, inchada e vermelha da foda violenta que havíamos tido minutos antes, ainda pingava uma mistura dos nossos fluidos. O meu pau, uma vara grossa e latejante de 22 centímetros, já estava novamente ereto, pressionando contra as suas costas como um animal faminto. Mas não era ele o protagonista da noite.

“Por favor, Gabo… o bate. Usa o bate em mim. Já!”, a voz dela saiu rouca, um misto de súplica e ordem, os olhos vidrados de um desejo que beirava a loucura. Era um pedido que ela me tinha feito na semana passada, depois de algumas taças de vinho, e que eu, como um bom artesão do prazer e da dor, tinha planejado meticulosamente.

“Tem certeza, minha cadela?” perguntei, a voz um sussurro áspero enquanto a minha mão deslizava pelas suas costas, até a curva generosa das suas nádegas. “O meu pau não foi suficiente para estraçalhar a tua boceta? Queres que eu destrua este cuzinho apertado com algo maior, é?”

“Sim! Por favor, destrói-me. Quero sentir que vais partir-me ao meio. Quero gritar até não ter voz. Faz-me tua puta, Gabo!”, ela gritou, enterrando o rosto no colchão, o corpo tremendo de antecipação.

Eu não precisava de mais incentivo. Ao lado da cama, no meu “kit de brinquedos”, estava o objeto do nosso desejo conjunto: um bate de basebol de madeira, clássico, pesado, com a superfície ligeiramente áspera. Não era um objeto desenhado para isto, o que só aumentava o seu apelo transgressor. Peguei nele, sentindo o peso sólido na minha mão. A ponta mais fina, a do cabo, estava já envolta num preservativo de sabor e lubrificada até ficar escorregadia. Apliquei mais uma camada generosa de lubrificante, fazendo-a brilhar sob a luz fraca.

Aproximei-me dela, a ponta do cabo pressionando levemente o seu ânus, que já estava relaxado e preparado pelos meus dedos e por um plug anterior. Helena estremeceu violentamente, um gemido longo e gutural escapando-lhe dos lábios.

“Vai ser devagar, cadela. Vais sentir cada centímetro. E vais agradecer-me por cada segundo de dor e prazer”, sussurrei no seu ouvido, antes de morder-lhe o lóbulo com força.

A pressão inicial foi um teste à sua resistência. A musculatura do seu esfíncter, treinada mas não para algo desta dimensão, resistiu ferozmente. Eu forcei, não com um empurrão brusco, mas com uma pressão constante e implacável. Os seus dedos contraíram-se nas cordas, os nós dos dedos brancos. Um grito abafado saiu dela quando a ponta mais fina finalmente cedeu e penetrou no seu umbral.

“Merda… Gabo…”, ela gritou, o corpo a arquear-se violentamente.

“Está só a começar, minha puta”, grunhi, suando, o meu próprio pau a latejar de excitação.

Avancei centímetro a centímetro. A madeira era fria e impessoal, um contraste brutal com a carne quente e viva que a recebia. Eu via a expressão no rosto dela, uma máscara de agonia e êxtase, os olhos revirados, a boca aberta num gemido contínuo que era a mais pura música para mim. A minha mão livre agarrou-lhe o cabelo, puxando a sua cabeça para trás, forçando-a a encarar a sensação brutal que a invadia.

Quando cerca de um terço do cabo já estava dentro dela, parei. Ela estava a respirar em golpes curtos e ofegantes, o corpo a tremer incontrolavelmente.

“Está a gostar, sua vagabunda? Gostas de ter um pau de madeira no cu?”, perguntei, rodando lenta e cruelmente o cabo dentro dela.

A resposta foi um jorro de fluidos que escorreu pelas suas pernas, um novo orgasmo que a atingiu sem aviso, fazendo com que as suas paredes internas se contraíssem violentamente em volta da intrusão de madeira. Ela gritou, um som rouco e desesperado de puro prazer.

“Sim! Oh, meu Deus, sim! Não pares, por favor, não pares!”

Foi a deixa que eu precisava. Comecei a mover o bate, não como um pénis, com uma suavidade ritmada, mas com estocadas curtas e profundas, brutais. O som era húmido e obsceno, um schlop repetitivo que se misturava com os seus gritos e os meus grunhidos. Cada estocada mais fundo do que a anterior, abrindo-a, preenchendo-a de uma forma que nenhum pénis de carne jamais poderia. Eu via o seu rosto, uma tela de pura luxúria, os olhos sem foco, a baba a escorrer do canto da boca. Era a visão mais linda e depravada que eu já tinha visto.

A minha outra mão encontrou o seu clítoris, inchado e sensível. Belisquei e esfreguei com força, sincronizando os meus movimentos com as estocadas do bate. Ela começou a perder o controlo, a falar em tongues, um monte de palavrões e súplicas desconexas.

“Vais gozar outra vez, cadela? Vais gozar enquanto o teu cu é violado por este pedaço de madeira?”, gritei no seu ouvido, acelerando o ritmo. A base do bate, mais grossa, começava agora a desafiar a sua abertura, a pressionar para entrar.

Foi a gota de água. O corpo de Helena arqueou num espasmo final, violentíssimo. Um grito que mais parecia o uivo de uma loba rasgou o ar. Um jorro intenso e quente de fluidos femininos explodiu dela, molhando as suas coxas, a cama, a minha mão. As suas contrações internas eram tão poderosas que quase me arrancaram o bate das mãos. Ela continuou a gemer e a contorcer-se enquanto eu, finalmente, deixava a minha própria contenção ir-se. Com um rugido, ejaculei, o meu sémen quente a jorrar em fios brancos pelas suas costas, marcando a sua pele suada enquanto eu continuava, num último ímpeto sádico, a enfiar o bate nela até à base, sentindo-a ceder completamente, abrindo-se para mim de uma forma final e absoluta.

Por longos minutos, o único som na sala foi o nosso respirar ofegante. Eu, finalmente, puxei o bate para fora, um som húmido e decisivo. Ela desmoronou na cama, um peso inerte e satisfeito, as cordas a serem a única coisa que a mantinha de quatro. Desatei-a com mãos surpreendentemente ternas. Ela caiu de lado, os olhos fechados, um sorriso de beatitude estúpida e completa no rosto.

“Estás bem?”, perguntei, deitando-me ao seu lado e puxando-a para mim.

Ela abriu os olhos, um brilho de lágrimas de prazer no canto. “Nunca… nunca tinha sentido algo assim. Estás disposto a foder o meu cu com a tua pila agora? Sinto-me tão aberta… quero sentir-te dentro de mim outra vez.”

Eu ri-me, baixo, e agarrei novamente o meu pau, que milagrosamente ainda estava duro. A noite, eu sabia, estava longe de terminar.

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