Carona
Era o ano de 1995. Recém-formado em engenharia, com apenas 23 anos, eu estava dando os primeiros passos em minha carreira.
Meu trabalho me levava a viajar frequentemente, acompanhando reformas em agências bancárias. Nesse contexto, havia uma atendente que se tornara essencial para a logística das minhas viagens: Carolina, ou apenas Carol, como todos a chamavam.
Com 21 anos, ela era uma morena de cabelos castanhos longos que deslizavam até sua cintura, e seu corpo era uma obra-prima esculpida pela natureza. Seus seios, na medida exata, e uma bunda que provocava desejos refletiam-se nas roupas justas que vestia, acentuando ainda mais seu corpo. Apesar de seu olhar sedutor, Carol sempre se mostrava profissional e focada em suas tarefas, nunca dando nehuma abertura a ninguém do escritório.
Não apenas eu, mas todo o time de engenheiros a desejava. Muitos tentavam seduzi-la, mas ela mantinha uma postura de resistência. Eu, por outro lado, por ser uma pessoa mais tímida, não manifestava meus sentimentos, optando por alimentar as conversas diárias num tom estritamente profissional. Contudo, essa postura enigmática a intrigava. Eu percebia nos seus olhares e na forma que ela me provocava com seu corpo em todos os movimentos que fazia.
Certa noite, em um hotel em São José dos Campos, recebi uma ligação dela. Ela buscava por informações sobre meu itinerário, mas logo percebi que a conversa queria ir além do trabalho. Ela indagou sobre minha rotina de viagens, se eu apenas trabalhava ou também aproveitava os momentos longe de casa. Com um misto de curiosidade e ousadia, fui afinando a conversa, fazendo-lhe perguntas semelhantes, mas com dificuldades para conseguir tirar muitas informações relevantes dela. A figura de pessoa reservada somente se solidificava nestes momentos, mas as coisas foram mudando aos poucos.
Gradualmente, nossos diálogos tornaram-se mais frequentes e íntimos. Ela me ligava com mais frequência, sempre com um pretexto de trabalho, mas isso durava apenas os primeiros segundos das ligações. Logo em seguida passávamos a falar sobre nossas vidas. Descobri que ela era mãe solteira e não transava com ninguém há dois anos, optando por dedicar-se ao filho, ja que não contava com qualquer apoio familiar. Essa revelação atiçou ainda mais meu desejo por ela. Pensava nela, sentada em sua cadeira, de saia, abrindo suas pernas e eu, por debaixo da mesa, escondido dos outros funcionários, beijava suas pernas, começando pelos seus pes, subindo devagar enquanto escutava seus suspiros, ate chegar em sua calcinha minúscula. Este era um sonho que eu precisava transformar em realidade.
Em um final de expediente, ao passar pela sua mesa na saída do trabalho, perguntei se o hotel do dia seguinte estava reservado e tomei coragem para oferecer-lhe uma carona até sua casa. Ela hesitou por um instante, mas olhando firmemente em meus olhos como me dizendo, eu vou, mas voce mal imagina o que te espera, aceitou.
Enquanto dirigíamos em direção a um shopping próximo, um gesto inesperado ocorreu: sua mão deslizou sobre a minha coxa, acariciando delicadamente até chegar ao meu pau. Ela, sem dizer uma única palavra, abriu o ziper da minha calca, abaixou minha cueca e começou a punhetar meu pau, que ja estava duro e com meu suco ja saindo pela sua cabecinha. Ela percebeu, passou o liquido em seu dedo e o levou ate sua boca e chupou seu dedo com meu gosto fazendo uma cara de safada. Tudo isso sem falarmos nada. Enquanto seus lábios encontravam meu pescoço, enviando ondas de calor pelo meu corpo, sua mão voltava a me punhetar bem gostoso. O beijo, a princípio sutil, foi se intensificando. Quando o sinal fechou, nossos lábios se encontraram em uma fusão de paixão e desejo, as línguas se entrelaçando com fervor, enquanto o mundo ao nosso redor parecia desaparecer. O transito voltou a andar, paramos o beijo, mas ela não parou. Tirou o cinto de segurança, se inclinou em minha direção e começou a me mamar enquanto eu dirigia meu carro. Ela chupava com muito tesao, lambia meu pau, sugava de uma forma que eu nunca havia sentido antes na vida.
As pessoas nos carros e ônibus ao lado tornaram-se meros espectadores de uma paixão que se infiltrava selvagemente dentro daquele carro. Eu sentia um misto de vergonha, medo e prazer. Mas o tesao falou mais alto e continuamos com ela chupando meu pau enquanto eu ia dirigindo. O desejo em nossos corações se acumulava, como uma garrafa de champanhe prestes a explodir.
Ao chegarmos ao shopping, procurei um estacionamento mais afastado, mas Carol, com um olhar decidido, afirmou: “Não quero um lugar afastado. Vamos fazer aqui mesmo, nesta vaga próxima aos elevadores para todo mundo nos ver.” E assim, na luz amena do entardecer, a intensidade do nosso desejo tomou conta. Ela voltou a me chupar, agora num ritmo mais lento, me fazendo delirar e eu finalmente gozei em sua boca, que parecia adorar sentir meu gosto. Ela, de olhos fechados, parecia estar em transe e então, fechou meu zíper, voltou a se sentar, olhou para mim e disse: voce não vai me levar para casa?


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