Dezembro 6, 2025

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Uma pequena, grande, surpresa...

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Bom, isso foi lá pra 2019. Primeira vez usando tinder. Tinha recém feito 19 anos, acabado de prestar o Enem e estava esperando abrirem as vagas pelo sisu. Não estava mais indo pro cursinho, então na época saia pouco de casa. Os hormônios… explodindo, transbordando! Batia uma umas duas a três vezes por dia. As vezes mais. Conversando com uns amigos, me deram a ideia de baixar o tinder. “Talvez arranje alguém pra sair.” – pensei.

Num primeiro momento coloquei na bio que queria amizades e, sepa, se rolasse algo a mais, estaria aberto a um envolvimento mais profundo. Mas que esse não era meu foco (na real era sim, mas estava querendo parecer um cara “bacana”). Escolhi umas fotos nas quais estava mais jeitoso e comecei a distribuir os likes.

Não preciso dizer que foi um choque para minha autoestima quando fiz um total de 0 matches nos primeiros dois dias. Mesmo me sentindo meio mal, fui trocando de foto, tentando ficar mais bonitinho em uma ou outra.

Uma semana de uso e apenas uns matchs meio sem química. Conversávamos algumas horas e naturalmente o assunto morria. Isso com umas 3 ou 4 garotas (inclusive as que eu menos achava bonitas das que tinha dado o like).

Bom, num sábado de manhã acordo e me deparo com um novo match. Uma moça branquinha, com aquela franjinha, meio gótica. Uma maquiagem muito pesada (do rock mesmo). O que mais me chamou a atenção, e me fez dar like nela, eram as roupas. Sempre mostrando as coxas, ou com uma bota de couro, uma meia arrastão. Aquele estilo que deixa qualquer homem louco de vontade.

Mando uma mensagem, era por volta das 10:00, e, pra minha surpresa, ela me responde quase que instantaneamente. Mando uma nova mensagem e ela logo já puxa assunto. Resumindo: conversamos o dia inteiro.

Acontece que ela tinha os gostos muito parecidos com os meus. Curtíamos os mesmos mangás, animes, filmes. Ambos jogávamos LoL e tivemos uma conexão quase que imediata. A princípio, como estava na bio que só queria amizade, assim seguimos.

Os dias passaram e na quinta-feira decidimos nos encontrar. Pensei que seria uma boa irmos numa praça perto de casa (ela morava no mesmo bairro) para tomarmos um açaí. Nunca fui muito de me arrumar, mas naquele dia peguei minha blusa mais nova, um short que raramente usava e um tênis “de sair”. Tentei caprichar.

Chego na praça, fico sentado no banco esperando… 5 minutos, 10, 20, 30… nada! Comecei a pensar que tinha tomado um bolo. A princípio fiquei bem triste… puxa vida, tivemos uma química tão legal. Por que que ela me deixaria lá?

Mando mensagem no seu WhatsApp: ” você não vem mais, né?” Não demora muito e vejo que ela visualizou. Começou a digitar. Parou. Começou de novo… parou. Fico meio irritado com a situação. Porra, pelo menos tenha a decência de me dispensar direito! Não custa nada, pelo menos não ia me fazer perder tempo.

Logo me responde: “Desculpa… não é isso. Estou indo já.” Me sinto mal. Ela parecia abatida com alguma coisa. Talvez tivesse soado grosseiro na mensagem e de fato tenha rolado algum imprevisto com ela.

No banco da praça, aquele calor típico do verão. O sol escaldante e eu procurando me equilibrar sentado no último filete de sombra que restava. De repente, vejo se aproximando uma moça toda de preto. Vestido preto, maquiagem pesada, pó branco no rosto, gargantilha, bota preta, meia arrastão.

Ela chega do meu lado, eu me levanto pra cumprimentá-la e vejo que estava muito tímida. Não falava nada. Tento quebrar o gelo fazendo uma brincadeira sobre como ela estava bem produzida e eu parecia o Adam Sandler nos filmes de comédia romântica que ele aparece. Dá certo e consigo tirar uma risadinha dela.

Ela fala meio baixo: “desculpa…” respondo que tudo bem, era um dia agradável e ela não demorou tanto assim. Em contrapartida, em resposta, apenas abaixa a cabeça e fala que não era por isso. Então me explica que era uma mulher trans e estava com vergonha por não ter me dito isso antes. Falou que ficou sem jeito e não tinha achado nenhuma brecha pra comentar sobre. Que na verdade eu era o primeiro homem do tinder com quem estava saindo e não sabia como iria reagir.

Até o momento aquilo nem tinha me passado pela cabeça. Somente depois que comentou sobre, que comecei a reparar em alguns detalhes, tipo a voz, que podiam denunciar que ela era uma moça trans. Ela visivelmente estava abalada, meio insegura, e eu tento confortá-la. Digo que estava tudo bem e que não ficaria bravo com ela por não ter dito nada antes. Parecia ser um assunto meio delicado e não queria ser insensível.

Ela senta ao meu lado, naquele sol do caralho, e continuamos conversando mais um pouco. Aos poucos sinto que ela vai se soltando, rindo mais e pronto! De uma hora pra outra o papo voltou a fluir como por mensagem. Digo então para irmos tomar o bendito do açaí com cupuaçu que ela tanto comentava que era gostoso.

Quando entramos na lanchonete, logo Leona (perdão, não a havia lhes apresentado até momento) chamou a atenção de todo mundo ali. Pense: 15:00 da tarde duma quinta-feira, um calor infernal e do absoluto nada uma gótica trevosa à la Amy Lee pedindo um açaí de 500ml com cupuaçú e leite em pó. Realmente atrai olhares. Contudo ela supôs que estava chamando atenção por outro motivo.

Como tinha acabado de me admitir que era trans, talvez aquilo tenha ficado martelando na cabeça dela como se todo mundo estivesse notando e julgando ela por isso. Ela pega o açaí e fala que quer ir embora. Que não aguentava mais ficar ali. Pego o meu também e corro pra dar um suporte pra ela, que naquele momento parecia estar segurando o choro.

Pergunto se não queria dar uma volta e ela me responde que só quer ir pra casa. Digo que tudo bem, que iria acompanhá-la (sim, meio perigoso quando paro pra pensar nisso hoje em dia). Conforme vamos andando, ela vai um pouco na frente, guiando o caminho e não consigo evitar de olhar para sua bunda…

Aqui eu preciso dizer que ela tinha uma bela duma raba. Apesar de magrinha, dava pra notar que era do tipo rabuda. As coxas, com a meia arrastão, quase se tocavam por debaixo do vestido. Ela estava transpirando um pouco e no meio do caminho me pediu para segurar o seu copo de açaí enquanto prendia o cabelo, deixando seu pescoço a mostra. Na hora não consigo evitar de ter uma ereção.

Vamos caminhando até chegarmos na frente de sua casa. Pergunto se estava bem e ela responde que agora sim. Digo que fico mais aliviado assim e já começo a me despedir, falando que provavelmente iria me perder tentando voltar pra casa, mas que um dia chegaria.

Aparentemente surpresa, me pergunta se eu não entraria para terminarmos pelo menos nosso açaí. Pergunto se não iriam se incomodar comigo ali e em resposta me diz que estava sozinha em casa. Nessa hora meu pau deu uma pulsada do tipo “é hoje, meu querido!” Aceito o convite e quando percebo estamos na sua cozinha.

Ela abre a geladeira e me pergunta se não quero uma água. Aceito e ela pega um copo pra mim. Voltamos a conversar, agora mais relaxados. Confesso que o cupuaçú no açaí era mesmo uma iguaria e tanto, em resposta apenas ri enquanto termina o seu. Antes que me desse a oportunidade de procurar alguma desculpa para continuar em sua casa, me questiona se não queria ver seu quarto. Meu coração automaticamente erra a batida. Engulo em seco e digo que adoraria. Que provavelmente era cheio de posteres de bandas dos anos 70 e 80. Ela ri e diz que teria uma baita surpresa quando visse.

Chegando lá, ela abre a porta e seu quarto era cheio de pelúcias da hello kitty. Um monte de coisas rosas, fofas… totalmente divergente do seu estilo de vestimenta. Fala para que eu entre e fique à vontade enquanto tira suas botas e fica apenas de meias. Diz para que eu sente na cama enquanto ia pegar algumas coisas no armário. Ao sentar na cama ainda bagunçada vejo que no meio das cobertas tinha um tecido preto, de renda.

Não me seguro e puxo de entre os lençóis: uma calcinha. Fico meio hipnotizado e não percebo que nessa hora ela estava me olhando. Desesperada se aproxima e arranca da minha mão. Começa a ter uma crise de riso e pede desculpas sem parar. Digo que tudo bem, que na verdade eu deveria era agradecer porque nunca tinha visto uma calcinha de renda tão bonita até então.

Percebo uma mudança na atmosfera. Me pergunta num tom mais sério se gostei e eu respondo que sim. Então, pra minha absoluta surpresa, ela me devolve a calcinha e diz que posso ver se quiser, mas que não me importasse, pois estava usada. Sinto novamente uma ereção se formando no meio das minhas pernas e digo que era melhor assim. Em resposta apenas me dá uma risada.

Com sua calcinha em mãos começo a tateá-la. Sinto o tecido fino e os detalhes da renda na ponta dos dedos. Fico observando conforme minha ereção tomava forma sobre meu short, ficando visível a quem olhasse. Enquanto ela procurava sei lá o quê no armário, vou me deliciando com aquele momento. Novamente a Leona se vira pra mim e me pega olhando minuciosamente para sua calcinha.

Me pergunta de novo se estava gostando e digo que aquele estava sendo o ponto alto do meu ano. Em resposta mais outra risada, mas dessa vez algo a mais. Ela me diz que vai ao banheiro e que não era para fuçar nas suas coisas. Prometo que não iria porque estava muito focado em outra coisa no momento. Quando sai do quarto enfio sua calcinha no rosto e respiro fundo… que delícia. Por cima do short começo a massagear meu próprio pau imaginando o dela.

Logo ela volta, nesse momento já havia escondido o que estava fazendo em sua ausência. Assim que abre a porta joga sobre mim o que, num primeiro momento, parecia um amontoado de cordas/linhas. Quando vou perguntar o que era aquilo, noto suas pernas lisinhas. Era sua meia arrastão! Finalmente fecha a porta e, dessa vez, dá uma volta na chave, mesmo que não houvesse mais ninguém em casa. Sem dizer uma palavra, levanta a lateral do vestido, sobe as mãos por debaixo do tecido e desce sua calcinha num movimento suave, quase como num passo de dança. A atira em mim.

Pego sua roupa íntima nas mãos. Estava ainda quente pelo calor de seu corpo e úmida pelo suor que escorria do meio das coxas. Sem pudor, dessa vez, a cheiro com vontade em sua frente. Ela só me assiste e morde os lábios. Dessa vez não tentava disfarçar minha ereção. Pelo contrário. A exibia. Ela percebe.

Aos poucos se aproxima. Nesse momento sinto um nervosismo, ansiedade. Era minha primeira vez me envolvendo com uma mulher trans. Nunca tive nenhum problema com isso, mas até então não havia tido a oportunidade… não sabia até onde poderia ir sem deixá-la desconfortável, ainda mais que parecia que ela tinha uma questão delicada quanto a isso. Não queria constrangê-la, mas naquele momento estava com muito tesão e curiosidade.

Comigo sentado na cama conforme chega mais perto, para na minha frente e logo percebo um volume por debaixo do vestido. Ela apoia um joelho de cada lado do meu corpo e sobe em cima de mim, quase que sentando no meu colo. Selamos aquele momento com um beijo. Nosso primeiro beijo. Não era só a energia e as conversas que encaixavam. O beijo foi magnífico. Repouso minhas mãos em sua bunda e a aperto com vontade. Subo um pouco para sua cintura e logo desço para suas coxas. Fico a alisando ali conforme seguimos nos beijando. Ela se empolga.

Aos poucos começa a se esfregar no meu colo também. Uns movimentos de pra frente e pra trás. Nesse momento levo um susto… quando ela vinha “pra frente” sentia algo encostando na minha barriga. Isso me deu muito tesão na hora. Nesse momento desço minha mão por sua coxa até encontrar sua pele e subo-as por dentro do vestido. Ela respira fundo e me morde o lábio. Conforme vou subindo pela parte interna de sua coxa me deparo com aquilo batendo contra minha mão. Ignoro e vou seguindo até chegar próximo a sua virilha com as mãos.

Ela me pergunta se havia já me envolvido com alguma mulher trans e eu digo que ela era minha primeira e admito estar nervoso e não saber até onde poderia ir. Pra minha surpresa, diz que poderia ir até onde quisesse, porque ela não tinha frescura nenhuma e volta a me beijar. Nesse momento deixo a curiosidade e o tesão falarem mais altos… afasto minha mão de sua coxas e envolvo seu pau com meus dedos…

Gente… não quero soar exagerado, mas era enorme! Por pouco eu conseguia fechar a mão e conseguia deslizar pelo corpo sem dificuldade alguma. Assim que o seguro penso “cara… isso aqui é muito maior que o meu, olha o peso disso.” Começo então a masturbá-la por debaixo do vestido. Minha boca escorrega da sua e vai direto ao seu pescoço, fico a beijando ali. Ela aproveita e com sua mão coloca a mão sobre meu short e começa a me bater uma também.

Apesar de estar gostoso, a posição não favorecia muito. Estávamos ambos batendo uma um para o outro, mas numa posição esquisita, pouco confortável. Dou a ideia para que se deite ao meu lado. Ela assim o faz. Quando finalmente encosta as costas no colchão, aquela montanha se ergue por debaixo do vestido. Não resisto mais a curiosidade e levanto sua roupa até que finalmente aquele pau fique totalmente a mostra.

Engulo em seco quando o vejo totalmente exposto. Seguro em sua base com a mão e mal passo da metade. Dava pra fechar as duas mãos em volta e ainda sobraria espaço. Ela nota minha surpresa e fica um pouco tímida. Me diz para que eu abaixe meu short também. Confesso que me vejo meio inseguro e deixo escapar: “desculpa, mas não é nada comparado ao seu…” Mais tímida ainda me responde que tamanho não era tudo.

Abaixo meu short com a cueca e a diferença era gritante. Não chegava a ser o dobro do meu, calma lá também, mas meus 15 cm davam pouco menos do que três quartos do dela. Lado a lado o meu terminava antes mesmo de começar a “cabecinha” do dela. Começamos a masturbar um ao outro. Ela era bem mais baixa do que eu, mas em compensação…

Eu mal conseguia fechar a mão em volta do membro dela, mas ela fechava a mão em volta do meu com facilidade. Meus movimentos no dela eram grande e em vários pontos. Comecei pela base, mas logo fui pra região da sua cabeça e comecei a masturbá-la ali. Sentia como estava quente e a cabeça inchava conforme seguiamos brincando. Ela arreganha as pernas e coloca sua coxa sobre a minha.

Continuamos nossa punheta. Ela sabia muito bem como bater uma para outro, mas eu estava meio perdido kk confesso uma certa dificuldade. Não demora muito e eu sinto que vou gozar. Anuncio e logo ela vem pra cima de mim e encaixa sua boca no meu pau. Começa a me chupar intensamente conforme eu ejaculo e ela toma tudo. Engole numa gostosura e até limpa a boca depois. Me olha com aqueles olhos de safada e pergunta se foi bom. Ofegante na cama, digo que foi o melhor boquete da minha vida. Nunca tinha gozado tanto.

Ela se levanta e ameaça ir buscar algo na cozinha. Pergunto onde ela estava indo e me diz que estava com sede pois havia babado muito em mim. Meio desapontado digo que ela não tinha chegado lá e em resposta fala que não precisava, que ela servia para dar prazer. Fico revoltado, a puxo pela mão e mando deitar na cama. Quando deita novamente na cama, mando que abra bem as pernas porque agora era a vez dela.

Me ajoelho em sua frente, oriento que afasta bem as pernas. Levanto seu vestido e me deparo com aquele monstro quase do tamanho do meu rosto. Respiro fundo e faço o primeiro oral da minha vida num pau. Era difícil enfiar na boca. Colocava quase que só a cabeça pra dentro e usava as mãos para bater uma pra ela. Lambi o corpo daquele pau, desci até as bolas enquanto estimulava todo o resto com as mãos. Deixei bem molhada a sua piroca como um todo, ficou muito mais fácil bater uma assim, com ele todo lubrificado.

Coloquei minha língua pra fora na parte da glande e comecei a bater bem rápido. A glande ficava se esfregando na minha língua de cima pra baixo, acompanhando o movimento das minhas duas mãos. Sinto ela colocar a mão por detrás da minha cabeça e forçar um pouco contra sua pica. Não foi preciso dizer nada. Ela ia gozar. Tento do jeito que dá colocar seu pau dentro da minha boca e começo a sentir aquelas jatadas quentes preenchendo toda minha boca. Vou engolindo todo aquele leite grosso. Tiro enfim minha boca e vejo uma última gota de sêmen escorrer por toda aquela carne. Dou por fim uma última lambida antes de me levantar.

Me deito ao seu lado na cama. Ambos ofegantes. Enquanto ia assistindo seu peito subir e descer conforme recuperava o fôlego voltamos a conversar. Me questiona se realmente era minha primeira vez com uma mulher trans e respondo que sim. Primeiro boquete da vida. Ela afirma que estava mentindo e eu retruco que era verdade, nunca havia mamado ninguém antes. Só tinha envolvimento com mulheres cis até então. Começamos a rir um pouco, confesso que fiquei lisonjeado com os elogios pela minha performance.

Pouco a pouco vejo sua ereção indo embora, seu pênis repousava tranquilamente agora sobre sua coxa. Pergunto se ela ainda estava com sede e me responde que sim. Digo que vou lá buscar água, então. Ela ri e fala que já estava me sentindo muito à vontade pra quem estava na sua casa pela primeira vez. Apenas rimos e passamos o resto da tarde conversando, assistindo um episódio de anime e logo voltei pra casa.

Foi isso, amigos. Espero que tenham gostado 🙂

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