Dezembro 12, 2025

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Acho que casei com uma mulher demasiadamente tesuda.

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Casei recentemente com a minha namorada, fiquei com ela porque somos muito parceiros, mas como toda gente no início, gostei dela pela sua aparência física. Ela é linda, e eu principalmente gosto de mulheres com corpo, bem feitas, sempre gostei, sobretudo também por serem fortes e musculosas. A questão é que no início já percebi que ela era bem tarada e gostava da coisa, e fui aos poucos descobrindo sobre o passado dela. No começo, perguntava sobre o passado por ciúmes e para nos conhecermos melhor, e fui aos poucos vendo a quantidade de coisas promíscuas que ela fez enquanto era solteira. Fico feliz por estar com alguém com experiência e que me ama de verdade. Mas me sinto culpado por gostar disso e por ficar excitado com isso.

Uma noite, depois de uma das nossas sessões de sexo mais intensas, ficamos nus, ofegantes, e naquele estado de confiança que só vem depois do orgasmo, ela começou a me contar. Foi como abrir uma comporta. “Conto uma coisa que nunca contei a ninguém?”, ela disse, com um sorriso malicioso. Eu, com a cabeça no peito dela, só anuí.

Contou-me que, antes de me conhecer, teve um ménage com a melhor amiga dela e um cara que conheceram numa festa. Diz que foi no apartamento da amiga, e que no início iam só beber, mas o ambiente ficou quente. “A minha amiga e eu começámos a nos beijar, para ver como ele reagia”, sussurrou, enquanto a mão dela desenhava círculos nas minhas costas. “E ao cara saltavam os olhos da cara. Despiramo-nos as duas à frente dele e começámos a nos tocar. Depois ele se juntou”. Descreveu-me como a foderam entre os dois, como a amiga lhe chupava as tetas enquanto o tipo a metia por trás, e como no fim, o homem se veio na cara das duas. “Foi uma bagunça pegajosa”, riu-se, “mas foi incrível”. Eu, a ouvir, sentia o meu pau, que já estava rendido, dar um pequeno salto contra a coxa dela.

Outra vez, numa dessas confissões que chegam no escuro, ela falou-me de um ex que tinha um fetiche com o cu. “Esse sim era um animal”, disse, com um tom que não era de saudade, mas de espanto perante o seu próprio passado. “A primeira vez que o fizemos, ele pediu para me dar por aí. Eu nunca tinha feito, mas tinha tanta curiosidade… e ele tanta paciência”. Contou-me que usou quase meio frasco de lubrificante, que doeu no início, mas que depois, quando encontrou o ângulo, sentiu um prazer que nunca tinha imaginado. “Gritava como louca”, admitiu. “E ele adorava. Dizia-me que o meu cu era dele, que era o mais apertado que já tinha tido. Fodia-me até os dois ficarmos sem ar”. Enquanto o contava, a voz dela ficava mais rouca, mais carregada de algo que eu reconhecia: o mesmo calor que eu sentia, mas nela.

Mas a história que mais me chocou, a que mais vezes voltou à minha mente quando estou sozinho, foi a da casa de banho pública. Foi num cinema, numa daquelas salas meio vazias de uma sessão da tarde. “Estávamos a ver o filme e começámos a nos tocar como adolescentes”, confessou. “Ele meteu-me a mão por baixo da saia e eu já estava encharcada. Olhámos um para o outro e sem dizer nada, levantámo-nos e entrámos na casa de banho dos deficientes, que está sempre vazia”. Descreveu-me a pressão, o risco de alguém chegar, o som da fechadura ao ser trancada. “Levantou-me para a pia, baixou-me as leggings e meteu-mela de uma vez. Era rápido e selvagem, os dois ofegávamos a tentar não fazer barulho. Eu mordia o lábio para não gritar, e ele tapava-me a boca com a mão”. Terminaram em poucos minutos, arranjaram-se como puderam e voltaram para a sala como se nada fosse. “As minhas pernas tremiam o resto do filme”, disse, e a sua risada era uma mistura de vergonha e orgulho.

Depois de cada uma destas confissões, o sexo que temos é diferente. Mais intenso, mais possessivo da minha parte. Quero reclamá-la, marcar o que é meu, como se pudesse apagar com o meu corpo todas essas memórias. Mas na quietude que se segue, quando ela adormece placidamente nos meus braços, é que vem o meu segredo. A minha culpa.

Levanto-me com cuidado, vou à casa de banho ou ao escritório, e com o coração acelerado, sento-me em frente ao computador ou simplesmente fecho os olhos. E então, masturbo-me. Às escondidas, como um adolescente, a pensar em tudo o que ela me contou. A minha mente recria cada cena com um detalhe doentio: vejo a amiga dela a chupar-lhe os mamilos, vejo o ex a penetrá-la pelo cu enquanto ela grita na almohada, vejo o corpo suado do tipo do cinema a empurrá-la contra a pia fria da casa de banho pública. Excita-me saber que a minha mulher, a mulher séria e carinhosa com quem me caso em público, tem esse histórico de pura luxúria. Excita-me a imagem dela a ser usada, desejada, tomada por outros homens.

Viro-me a pensar nisso, rápido e em silêncio, limpando todo o rasto antes de voltar para a cama. Deito-me ao lado dela e abraço-a, sentindo uma mistura de amor profundo e uma perversão que não ouso nomear. Ela murmura qualquer coisa a dormir e aconchega-se contra mim.

É errado? Não sei. Só sei que casei com uma mulher demasiado tesuda, com um passado que é como um livro erótico vivo. E embora ela agora seja só minha, embora me ame e me escolha a mim todos os dias, há uma parte de mim, suja e esfomeada, que agradece cada uma dessas experiências que ela teve. Porque agora, são minhas também. São o combustível secreto das minhas fantasias, o fogo que mantém viva uma chama de desejo que, talvez, um passado menos intenso não conseguisse alimentar. Sinto-me culpado, sim. Mas quando ela me olha com aqueles olhos cheios de amor e depois, na intimidade, me sussurra outro fragmento da sua história, a culpa desvanece-se sob uma onda de pura e viciante excitação.

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