Dezembro 12, 2025

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Quero ser a putinha da família do meu namorado (Parte 1)

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A história que vou relatar agora teve início há alguns anos, no dia em que meu noivo decidiu me apresentar à sua família.

Antes de prosseguir, deixa eu me apresentar: sou Eduarda, tenho 29 anos, mas na época em que tudo começou, tinha apenas 22. Sou bem branquinha, de altura mediana, com cabelos pretos longos que descem até a bunda. Tenho aquele corpo estilo “cavala”, cintura fina, peitos grandes e uma bunda ainda maior, daquelas que sempre chamam a atenção e fazem os homens virarem o pescoço na rua.

Naquela época, eu e o Arthur estávamos juntos há uns dois meses quando ele achou que era o momento de me levar para conhecer seus pais. Nos conhecemos na faculdade; eu estava no segundo ano de Enfermagem e ele fazia uma pós-graduação. O Arthur tinha 30 anos, mas a diferença de idade nunca foi um problema. Ele era meio tímido, aquele tipo nerd recluso, mas super romântico e sempre se esforçava para me agradar, o que acabou me conquistando.

O Arthur é só um pouco mais alto que eu e bem magro, então já ouvi piadinhas das amigas dizendo que eu era “muita areia pro caminhãozinho dele”. Ninguém é perfeito, claro, e o defeito do Arthur estava na nossa intimidade: ele quase nunca me procurava pra transar, acreditem se quiser! E, pra piorar, quando transávamos (o que era raro), ele não durava nada. O pau dele até tinha um tamanho razoável, mas era fino, e somado ao fato de ele gozar rápido demais… Confesso que aquilo não me satisfazia nem um pouco, mas eu estava tão apaixonada que relevava.

Lembro como se fosse ontem: um daqueles finais de ano com um calor infernal, parecia que a cidade ia derreter. Foi quando o Arthur decidiu que iríamos para a casa dos pais dele no interior, para um churrasco em família. Pensando naquele calor, escolhi um vestido leve para a viagem e fiz uma mala com roupas mínimas para aguentar o mormaço.

Chegamos na casa, que era enorme, e conheci seus pais: Dona Rosa, uma senhora loira, baixinha e magra, de uns sessenta e poucos anos, e o Sr. Carlos, um homem careca, alto pra caramba e parrudo, devia ter 1,90m fácil. Dava pra ver que o Arthur tinha puxado totalmente a mãe.

Meus sogros ficaram conversando comigo enquanto o Arthur descarregava as malas.

— Querida, que prazer te conhecer! — disse Dona Rosa, com aquele carinho de mãe.

— O prazer é todo meu! Mal posso esperar pra conhecer todo mundo — respondi sorrindo.

— Tenho certeza que todos vão adorar você, norinha — comentou o Sr. Carlos. A frase soou carregada de um duplo sentido que me deixou em alerta, e os olhos dele, por um segundo, varreram meu corpo inteiro.

Pensando bem, aquele vestido não foi a melhor escolha para conhecer os sogros. Era curto e justo. Não tinha decote exagerado, mas meus seios ficavam espremidos ali, parecendo o dobro do tamanho.

“Não, que besteira, tô vendo coisa onde não tem”, tentei me convencer.

Ficamos na sala conversando até o Arthur trazer as malas, e a Dona Rosa me veio com um pedido surpresa:

— Então, querida… Eu e o Carlos somos meio à moda antiga. Preferimos que você e o Arthur durmam em quartos separados, já que estão juntos há pouco tempo. Você pode ficar na suíte lá de cima, e o Arthur fica aqui embaixo, no quarto perto da sala.

— Claro, Dona Rosa, sem problemas — respondi, tentando disfarçar a frustração. Um fim de semana inteiro sem transar? A situação já era ruim, agora então…

Depois de nos instalarmos, fui pra cozinha ajudar a Dona Rosa com as coisas do churrasco do dia seguinte, enquanto o Arthur e o pai ficaram na mesa de jantar bebendo cerveja.

De vez em quando eu tinha que puxar meu vestido pra baixo, porque ele insistia em subir. Algumas vezes tive a impressão de ver o Sr. Carlos encarando minha bunda, e meu rosto queimava de vergonha, mas como o Arthur e a mãe dele não pareciam notar, achei que era coisa da minha cabeça.

Já era tarde quando dei boa noite e subi pra tomar banho. O Arthur ia ficar bebendo mais um pouco com o pai, os dois já estavam meio altos… Como eu estava na suíte, deixei a porta do banheiro entreaberta. Entrei no chuveiro, curtindo a água morna no corpo, e enquanto me ensaboava, vi um vulto passando no quarto escuro.

“Safadinho… Será que a bebida deixou o Arthur com tesão? Deve estar me esperando pra uma rapidinha enquanto os pais dormem”, pensei, já ficando molhada com a ideia.

Me enxuguei e saí do banheiro pelada, com os peitos balançando, quando vi a sombra do Arthur agachada perto da minha mala.

— Amor, o que você tá… — acendi a luz.

Quase tive um treco quando vi que era o Sr. Carlos ali, segurando uma calcinha minha.

— Puta merda, Sr. Carlos! O que o senhor tá fazendo aqui?? — tentei falar baixo, puxando o lençol pra me cobrir, mas já era tarde: ele tinha visto meus peitos, minha buceta, tudo.

A voz dele saiu arrastada, típica de bêbado:

— Você é… Uma delícia, minha norinha.

Ele estava a uns passos de mim, mas o cheiro de álcool empesteava o ar. Tentei ser firme, mas minha voz tremeu:

— Sr. Carlos, o senhor precisa ir dormir. Agora.

Ele balançou a cabeça devagar, com os olhos vidrados percorrendo meu corpo, parando nos meus seios marcados sob o lençol.

— Eu vou… Vou sim — ele falou enrolado, se apoiando na cama pra levantar, meio tonto. — Mas antes… eu quero ver essa bundinha de perto — ele parou e deu uma risadinha. — Só olhar. Prometo.

Minha cabeça girou. “Se eu não deixar, esse velho bêbado vai fazer um escândalo. Vai acabar acordando todo mundo… Não quero confusão, logo agora que tá tudo bem com o Arthur”, pensei rápido.

— Tá bom… Só uma olhadinha, e depois o senhor vai dormir. Combinado?

— Claaaro, norinha — ele respondeu, com a voz pastosa. Estava completamente bêbado.

Ele se ajoelhou na minha frente e, com o rosto pegando fogo, virei de costas e levantei o lençol que cobria minha bunda.

— Puta que pariu… — Sr. Carlos sussurrou. Ele estava tão perto que sentia o bafo quente na minha pele. — Se eu tivesse uma mulher assim… Comia esse cu todo dia… — dizia, enrolando a língua. — E enchia essa buceta de leite…

Eu estava paralisada de vergonha, meu rosto ardia.

Ele agarrou minha bunda com as duas mãos, apertando com força.

— Que tesão, menina… Você é uma… Perdição…

Não sei de onde tirei forças pra me afastar do rosto dele, que chegava cada vez mais perto.

— Chega, Sr. Carlos! O senhor já fez mais do que o combinado! — me virei, segurando o lençol com força.

Ele só me olhou com aqueles olhos caídos e se levantou, cambaleando até a porta. Não pude deixar de notar o volume enorme na calça dele. O pau estava duro como uma pedra, só de tocar na minha bunda.

O Sr. Carlos saiu do quarto sem dizer mais nada e eu me joguei na cama, coração disparado, sem acreditar no que tinha acabado de acontecer e remoendo as palavras do meu sogro. O Arthur nunca tinha me tocado daquele jeito, nunca tinha me elogiado assim.

Deslizei a mão devagar entre as pernas até achar meu clitóris, que já estava inchado e molhado. Depois de gozar gostoso, dormi feito um anjo, por incrível que pareça, mas com a sensação de que algo tinha mudado dentro de mim.

Continua…

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