Quero ser a putinha da família do meu namorado (Parte 12)
A tarde se arrastou como um animal moribundo. A casa estava imersa em um silêncio que precedia tempestades. Arthur, pálido e trêmulo, montou o cenário de seu próprio martírio em meu quarto: a poltrona virada de costas, a venda de seda preta sobre os olhos. Ele queria ouvir. Dizia que precisava substituir a imaginação pela realidade sonora. Mal sabia ele que a realidade estava prestes a arrombar a porta e arrancar seus olhos de volta.
Sr. Carlos e Dona Rosa saíram para o jantar beneficente. O ronco do motor do Mercedes se afastando foi o sinal.
Subimos. Coloquei a lingerie preta, a mesma das estampas, a “farda” da minha traição. Arthur sentou-se na poltrona, vendado, as mãos agarradas aos joelhos como garras. Deitei na cama, de bruços, meu coração batendo na garganta.
Passos no corredor. Pesados. Autoritários.
A porta se abriu.
Sr. Carlos entrou. Balaclava preta, moletom escuro. A figura imponente que dominava aquela casa e agora dominava o quarto. Ele fechou a porta e olhou para Arthur na cadeira, depois para mim. Sem dizer nada, caminhou até a cama, abaixou as calças e tirou a rola grossa para fora.
Ele segurou meu cabelo e puxou minha cabeça.
— Mama — a voz distorcida pela máscara ordenou. — Faz barulho pro seu dono ouvir.
Comecei a chupar. O som úmido da minha boca preencheu a sala. Arthur gemeu na cadeira, um som de dor e excitação. Sr. Carlos fodia minha boca com ritmo, cruel, dominante.
Mas então, algo mudou.
A porta do quarto, que Sr. Carlos havia fechado com cuidado, foi aberta com um chute violento. O estrondo fez Arthur pular na cadeira e quase arrancar a venda, mas ele congelou de medo.
No vão da porta, uma figura furiosa. Não havia máscara. Não havia disfarce. Era Jorge**.**
Ele estava suado, os olhos injetados de ódio, a camisa social meio aberta, a gravata frouxa. Ele parecia um touro ferido e perigoso.
— Que porra é essa?! — Arthur gritou da cadeira, a voz trêmula. — Quem tá aí?!
Jorge não respondeu Arthur. Ele olhou para o Sr. Carlos (que nem se moveu, apenas tirou o pau da minha boca e olhou para o genro com calma) e depois para mim.
— Sua vadia desgraçada — Jorge rosnou, caminhando até a cama. — Camila pediu o divórcio. Ela vai tirar tudo de mim. Tudo por causa da sua boca grande e desse seu fogo na bunda!
— Jorge?! — Arthur sussurrou, reconhecendo a voz. Ele colocou as mãos à venda, trêmulo. — Jorge, é você?
Jorge ignorou. Ele estava cego de raiva e tesão acumulado. Ele olhou para o Sr. Carlos.
— Você disse que eu poderia descontar, Carlos. Você disse que a gente ia ensinar uma lição pra esses dois.
Sr. Carlos, com a calma de um psicopata, assentiu e finalmente falou, tirando a balaclava e revelando o rosto suado e sorridente para o quarto. O disfarce auditivo não era mais necessário.
— Eu disse — Sr. Carlos falou, a voz normal, autoritária. — O plano era ele só ouvir. Mas já que sua mulher estragou tudo… Vamos mudar as regras.
Jorge sorriu, um sorriso cruel. Ele foi até Arthur.
— Você queria ouvir, né, cunhadinho? Eu queria saber como eu fodo sua namorada?
Com um movimento brusco, Jorge arrancou a venda dos olhos de Arthur.
Arthur piscou, atordoado pela luz e pelo horror. Diante dele estava o pesadelo encarnado: seu pai, com a rola de fora ao lado da cama, e seu cunhado, com o ódio estampado no rosto.
— Pai… — Arthur sussurrou, sua mente entrando em colapso. — Jorge…
— Olha aqui, seu merda — Jorge agarrou o rosto de Arthur, apertando as bochechas. — Olha bem. Você é um frouxo. Um moleque. Sua mulher precisava de homem de verdade. E agora você vai ver o que é homem de verdade.
Jorge me empurrou na cama.
— Tira essa calcinha, vadia. Agora.
Arranquei o tecido preto, tremendo de medo e excitação avassaladora. Estava cercada. Pai e cunhado. E meu noivo assistindo.
Jorge abriu a braguilha. O pau dele, preto, grosso, pulsante, saltou para fora como uma arma de guerra. Ele não teve preliminares. Ele subiu na cama, agarrou meus tornozelos e puxou.
— Olha, Arthur! — Jorge gritou, cuspindo no chão. — Olha onde o “titio” Jorge vai colocar!
Ele empurrou a rola na minha buceta com violência, sem cuspe, sem carinho. Foi uma estocada de ódio. Gritei.
— AHHHH!
— Isso! Grita! Você grita pro seu namorado frouxo ouvir! — Jorge socava forte, fazendo meu corpo bater contra o colchão. — Eu vou te arrombar, sua lixeira! Eu vou te quebrar no meio pra você aprender a não vazar minhas conversas!
Sr. Carlos assistia, acariciando a própria rola dura.
— Pai… faça alguma coisa… — Arthur choramingou na cadeira, paralisado.
Sr. Charles riu.
— Fazer o quê, filho? Ele tá certo. Sua mulher fez merda. Ela precisa ser punida. E você… — ele olhou para Arthur com desprezo. — Você precisa virar homem. Ou aceitar que é um corno.
Sr. Charles subiu na cama também. Ele foi para a cabeceira.
— Abre a boca, Eduarda.
Eu estava sendo fodida com ódio pelo Jorge embaixo e agora tinha a rola do meu sogro na minha cara. Abri a boca e Sr. Carlos enfiou tudo, até a garganta.
Arthur assistia a tudo de camarote. O pai fodendo a boca da noiva. O cunhado arrombando a buceta. A família tradicional brasileira em seu estado mais puro e depravado.
— Tá vendo isso, Arthur? — Jorge gritava, suando, as veias do pescoço saltadas. — Tá vendo como ela gosta? Olha a cara dela! Ela tá amando ser a puta da família!
Jorge tirou o pau da minha buceta de repente. O som do vácuo foi alto.
— Vire essa bunda — ele mandou. — Carlos disse que você liberou a bunda pros angolanos. Agora vai liberar pra mim.
Virei de quatro, tremendo. Sr. Carlos continuou na minha boca, agora eu tendo que me esticar para alcançar a rola dele. Minha bunda ficou empinada para Jorge.
— Esse cu é meu agora — Jorge cuspiu no meu anel. — E do seu pai. E de quem mais a gente quiser. Você perdeu o direito de escolha quando fodeu com minha vida.
Ele empurrou no seco.
— AIIIIII! JORGE!
— CALA A BOCA E AGUENTA! — ele deu um tapa estalado na minha bunda, deixando a marca dos dedos. — Olha, Arthur! Olha o cu da sua noiva engolindo meu pau!
Ele começou a socar meu cu. Brutal. Rápido. Sem ritmo de prazer, ritmo de punição.
— Você é um lixo, Arthur! — Jorge gritava enquanto me fodia. — Sua mulher é um depósito de porra! Eu comia ela na sua casa, no banheiro, enquanto você jogava videogame! E seu pai sabia! Todo mundo sabia que você é um corno!
Arthur estava chorando na cadeira, as lágrimas escorrendo, mas a mão dele… a mão dele estava no pau. Ele estava batendo uma punheta frenética, chorando e gemendo enquanto via a dupla penetração familiar.
— Isso… bate punheta pro macho da sua mulher… — Sr. Carlos incentivou, tirando a rola da minha boca para falar. — Goza vendo seu pai e seu cunhado encherem ela de leite.
— VOU GOZAR! — Jorge rugiu. — VOU ENCHER ESSA BUNDA DE PORRA!
— EU TAMBÉM! — Sr. Charles avisou, segurando meu cabelo. — ABRE A BOCA, PUTA!
Foi um caos. Jorge enterrou a rola preta até as bolas no meu cu e despejou jatos violentos de gozo, gritando de raiva. Sr. Carlos bombardeou meu rosto e minha boca com porra grossa.
Eu desmoronei no colchão, coberta de fluidos, meu cu latejando, minha boca cheia.
Jorge saiu de dentro de mim, ofegante, limpando o suor da testa. Ele olhou para Arthur, que tinha acabado de gozar na própria calça, sujo e patético.
Jorge caminhou até Arthur. Ele ainda estava de pau mole para fora da calça, pingando os restos de porra.
— Limpa — Jorge ordenou, apontando para o próprio pau.
Arthur olhou, aterrorizado.
— O quê?
— Você ouviu. Limpa minha rola. Se você quer ficar com essa puta, você tem que aceitar o pacote completo. E o pacote inclui limpar a sujeira dos homens que fodem ela.
Arthur olhou para o pai. Sr. Carlos apenas assentiu, severo.
— Obedeça seu cunhado, Arthur. Mostra respeito.
Tremendo, destruído, Arthur se inclinou para frente. Ele abriu a boca e, num gesto final de submissão absoluta, passou a língua na cabeça da rola de Jorge, limpando o gozo que acabara de sair de dentro de mim.
Jorge riu, triunfante. Ele deu um tapa de leve no rosto de Arthur.
— Bom garoto. Agora a gente se entende.
Ele se vestiu, ajeitou a gravata e saiu do quarto pisando duro.
Sr. Carlos ficou. Ele olhou a cena: eu destruída na cama, Arthur de joelhos na frente da poltrona, com gosto de porra na boca.
— Família unida — Sr. Charles disse, com um sorriso cínico. — Nada como uma noite dessas para colocar tudo em pratos limpos.
Ele saiu, fechando a porta.
Ficamos eu e Arthur. O silêncio voltou, mas agora não havia segredos. Não havia vendas. Havia apenas a verdade nua, crua e coberta de esperma. Nós éramos, finalmente, quem nascemos para ser.
***


Deixe um comentário
Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.