Janeiro 7, 2026

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Quero ser a putinha da família do meu namorado (Parte 13)

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O amanhecer chegou à mansão como uma sentença de morte. A luz pálida do sol invadiu as janelas, expondo cada canto da casa que, apenas horas antes, havia sido palco de uma orgia familiar devastadora. O ar ainda carregava o cheiro residual de sexo, suor e a ruína da dignidade.

Arthur não dormiu. Ele passou a noite sentado no chão do corredor, fora do meu quarto, abraçando os joelhos, olhando para o nada. Os olhos estavam vermelhos e inchados, mas não havia mais lágrimas. Ele tinha chorado tudo o que um homem podia chorar. O que restava era apenas um casco vazio, um boneco de carne esperando instruções sobre como continuar respirando.

Eu estava deitada na cama, ainda nua, ainda sentindo a dor latejante no cu e na alma. Meu corpo era um mapa de hematomas, marcas de dentes, arranhões. Eu era a prova viva de que tinha sido usada, destruída e reconstruída em algo que eu mal reconhecia no espelho.

Quando o relógio marcou oito da manhã, a voz autoritária de Sr. Carlos ecoou pelo interfone da casa.

— Todos para a sala de jantar. Agora. Café da manhã em família.

A ordem não admitia recusa. Era o patriarca convocando seu clã.

Arthur se levantou como um zumbi. Eu vesti o roupão de seda que estava no chão e o segui. Descemos as escadas em silêncio. Na sala de jantar, a mesa estava posta com a perfeição de sempre: toalha de linho branco, porcelana fina, frutas frescas, pães artesanais, café aromático. A normalidade era obscena.

Sr. Carlos já estava sentado na cabeceira, lendo o jornal como se fosse um domingo qualquer. Dona Rosa estava ao lado dele, comendo uma torrada com geleia, o olhar perdido e sereno. Jorge estava do outro lado, tenso, evitando contato visual com qualquer um.

Arthur e eu nos sentamos em silêncio. O clima era de velório.

Foi então que ouvimos o som de saltos altos no mármore da entrada. Passos firmes, confiantes. A porta da sala de jantar se abriu.

Camila entrou.

Ela estava impecável. Vestido branco justo, maquiagem perfeita, cabelo preso num coque elegante. Ela parecia uma executiva indo para uma reunião de conselho. Mas havia algo nos olhos dela. Uma faísca de loucura mal contida.

— Bom dia, família — ela disse, a voz doce como mel envenenado.

Jorge se encolheu na cadeira. Arthur me olhou, confuso, esperando o grito, o escândalo. Mas Camila apenas puxou uma cadeira e sentou-se graciosamente, cruzando as pernas.

— Café, por favor — ela pediu para ninguém em especial. Sr. Carlos ergueu a xícara dele num brinde silencioso. Ele sabia o que estava por vir.

Camila pegou uma uva da fruteira, colocou na boca e mastigou lentamente, os olhos percorrendo cada rosto na mesa. Ela estava saboreando o momento.

— Vocês sabem — ela começou, a voz casual — eu passei a noite pensando. Pensando em como é interessante a dinâmica dessa casa.

Arthur tentou falar.

— Camila, eu… Sobre a Eduarda e o Jorge… Eu não sabia…

Camila ergueu a mão, mandando-o calar. Ele obedeceu.

— Você não sabia, Arthur? Claro que não sabia. Você nunca sabe de nada. Você é o bonzinho. O inocente. O coitadinho que foi traído pela namorada vadia. — Ela riu, um som sem humor. — Mas sabia que eu também já fui a “namorada vadia” dessa casa?

O silêncio que se seguiu foi absoluto. Jorge fechou os olhos. Dona Rosa continuou comendo, impassível. Sr. Carlos dobrou o jornal e apoiou o queixo nas mãos, observando a filha com orgulho.

— O quê? — Arthur sussurrou.

Camila se levantou da cadeira e começou a andar ao redor da mesa, os dedos deslizando pelo encosto das cadeiras.

— Eu não sou filha de sangue dessa família, Arthur. Você sabe disso. Meus pais biológicos morreram quando eu tinha catorze anos. Acidente de carro. E seus pais, essas almas caridosas — ela apontou para Sr. Carlos e Dona Rosa — me acolheram. Me criaram como filha. Eu dormi no quarto ao lado do seu. Eu te chamava de “maninho”. Lembra?

Arthur assentiu, trêmulo.

— Mas o que você não sabe, Arthur, é que aos dezesseis anos, o Papai Carlos me chamou no escritório dele. Disse que precisava ter uma conversa sobre “me tornar uma mulher”.

Arthur empalideceu. Ele olhou para o pai, que apenas sorriu.

— Ele me ensinou tudo, Arthur. Absolutamente tudo. Como chupar um pau. Como rebolar. Como abrir as pernas e fingir que dói mas implorar por mais. Como dar o cu sem reclamar. Como ser uma puta de luxo disfarçada de moça de família.

— Não… — Arthur balançou a cabeça, negando.

— Sim! — Camila bateu as mãos na mesa, fazendo as xícaras tilintarem. — E sabe por quê? Porque o Jorge, esse negão lindo que tava na faculdade comigo, não tava me dando bola. Ele não queria namorar uma patricinha sem graça. Então o Papai me treinou para ser irresistível. E funcionou. O Jorge comeu, viciou e casou.

Jorge afundou na cadeira, o rosto uma máscara de vergonha.

— E agora — Camila virou-se para mim, os olhos brilhando com malícia — agora eu vejo essa putinha aqui, a Eduarda, sendo tratada como a nova joia da coroa. A nova aluna especial do Papai. E eu pensei: “Quer saber? Chega de fingir que sou a esposa certinha. Eu vou mostrar pra todo mundo quem eu realmente sou.”

Ela começou a tirar o vestido. Ali, na frente de todos. O tecido branco deslizou pelos ombros, revelando que ela não usava sutiã. Os seios dela, fartos e perfeitos, saltaram livres. Ela desceu o vestido até os pés e o chutou para longe. Sem calcinha. Completamente nua na sala de jantar.

— Eduarda — ela me chamou, a voz como uma chicotada. — Levanta e tira essa merda de roupão. Nós duas vamos mostrar pra esses homens quem são as verdadeiras rainhas dessa casa.

Meu coração disparou. Olhei para Sr. Carlos, que apenas acenou com a cabeça. Era uma ordem.

Levantei-me, trêmula, e deixei o roupão cair. Fiquei nua também, meu corpo coberto de marcas da noite anterior.

Camila subiu na mesa. Ela andou por cima da porcelana, chutando xícaras e pratos para o chão, o som de louça se quebrando ecoando pela sala. Ela ficou de pé, as pernas abertas, dominante, selvagem.

— Agora, Eduarda, vem aqui. Vamos ver quem aprendeu melhor a lição do Papai.

Subi na mesa também. Ficamos frente a frente, duas cadelas nuas e marcadas, prestes a brigar pelo trono.

Sr. Carlos se levantou da cadeira e tirou o cinto, abrindo as calças. A rola dele já estava dura.

— Vocês duas — ele ordenou — vão me mamar ao mesmo tempo. Quero ver qual das minhas putinhas é mais dedicada.

Ajoelhamo-nos na mesa. Camila agarrou o pau do pai adotivo com uma mão e eu agarrei com a outra. Nossas bocas se encontraram na cabeça da rola, línguas se tocando, babando, competindo. Ela chupava com raiva, eu chupava com desespero.

Jorge se levantou também. Ele abriu a calça, o pau preto dele já latejando. Ele subiu na mesa por trás da Camila.

— Já que você quer ser puta, Camila — ele rosnou — então vai ser tratada como puta.

Ele a penetrou com força, um movimento brutal que a fez gemer alto ao redor do pau do Sr. Carlos. Sr. Carlos, então, me puxou pelos cabelos e me virou de quatro ao lado da Camila.

— Arthur — ele chamou o filho. — Levanta e vem foder sua noiva. Ou você quer que eu faça isso também?

Arthur, quebrado e vazio, obedeceu. Ele subiu na mesa, o pau fino dele tremendo. Ele me penetrou por trás, mas eu mal sentia. Eu estava focada na competição com a Camila.

Sr. Carlos trocou de posição. Ele foi para trás de mim, expulsando Arthur com um empurrão.

— Sai, moleque. Deixa o homem trabalhar.

Ele enfiou o pau grosso no meu cu, sem aviso. Gritei. Camila riu, olhando para mim enquanto era fodida pelo marido.

— Dói, né, novata? Acostuma. Esse é o preço de ser da família.

E então, num movimento inesperado, Camila agarrou a cabeça de Arthur e o puxou para perto.

— Vem cá, maninho. Você sempre quis saber como é foder uma mulher de verdade, né? Não uma namoradinha frouxa. Mas uma puta experiente.

Arthur tentou recuar, mas ela era mais forte. Ela o beijou na boca, a língua invadindo, enquanto o Jorge a fodia por trás. Ela guiou a mão de Arthur para os seios dela.

— Toca. Aperta. Eu te ensinei a andar de bicicleta, agora vou te ensinar a foder.

A cena era de um inferno erótico. Sr. Carlos me sodomizava enquanto eu gemia, Camila era perfurada pelo marido enquanto seduzia o irmão adotivo, e no meio de tudo, Dona Rosa terminava sua torrada, impassível.

O clímax veio em cascata. Jorge gozou dentro da Camila com um rugido. Sr. Carlos encheu meu cu de porra. Arthur, completamente perdido, gozou na mão enquanto a irmã o tocava.

Todos desabamos na mesa, exaustos, cobertos de fluidos, entre cacos de porcelana e comida esmagada.

Camila, ofegante, olhou para mim e sorriu.

— Bem-vinda à família de verdade, Eduarda. Agora somos irmãs de putaria.

Ela então olhou para Arthur, que estava sentado no chão, encostado na parede, o olhar vazio.

— E você, maninho — ela disse, a voz suave mas cruel — agora você finalmente cresceu. Bem-vindo ao inferno que sempre foi o seu lar.

Sr. Carlos acendeu um charuto, sentado na cabeceira da mesa destruída, e soltou a fumaça para o alto, satisfeito.

— Família — ele disse, erguendo uma taça de champanhe intacta que sobreviveu ao caos — é isso que nos mantém unidos.

E todos nós, as peças quebradas do xadrez dele, sabíamos que ele estava absolutamente certo.

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