Janeiro 2, 2026

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Minha esposa acha que sou o marido perfeito, mas vivo uma vida dupla obscura

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Sou um marido exemplar, mas tenho três amantes jovens a quem domino e fodo sem camisinha. Adoro a adrenalina e o poder dessa vida secreta.

Olá, sou homem, tenho 34 anos, e esta é a primeira vez que conto isso a alguém. Estou casado há dois anos, cinco de relacionamento. Por fora, sou o marido perfeito. Amo verdadeiramente minha esposa. Temos uma comunicação excelente, quase nunca brigamos e o sexo é muito bom. Estamos até planejando ter nosso primeiro filho este ano. Mas a realidade é que nunca fechei os apps de encontro…

Lembro-me da primeira, Emma. Eu tinha 29 e ela 20. Terminamos na minha casa enquanto minha namorada não estava. Tudo escalou muito rápido; em um momento estávamos conversando e no seguinte ela já estava de joelhos me dando o melhor boquete da minha vida. Acabei transando com ela contra a janela de vidro da sala. A ideia de que alguém podia nos ver da rua excitava a ambos. Me senti um lixo no dia seguinte, mas um mês depois? Já estava na mesma.

Aprendi a procurá-las melhor. Só dava match com garotas que morassem do outro lado da cidade. Aprendi a rotina da minha esposa para saber exatamente quando eu podia me escapar. Comecei a ser honesto com elas: dizia que era casado e que daria “apoio financeiro” se fechássemos o acordo de forma discreta. Nunca tinha conseguido tantos matches. Sempre pedia exames médicos antes de nos vermos. Queria o mínimo de risco para mim e para minha mulher.

Agora tenho três ao mesmo tempo, e é uma adrenalina e um morbo que nem consigo descrever.

Viv (24) é minha amante de carteirinha. Está comigo há dois anos. É alta, mais do que eu, uma verdadeira amazona. Peitos grandes, bunda enorme, e é obcecada pelo meu tamanho. Ela adora transarmos no pelo. Faz um ano que transamos sem camisinha porque ela se cuida. Não há nada como a sensação de estar dentro de uma mulher tão linda e atlética, totalmente desprotegido, sabendo que ela é minha.

Lily (23) é minha petite. Estou com ela há um ano. É de peitos pequenos e bunda pequena, o que a torna super fácil de manusear e de mudar de posição. Sua técnica no oral é, uff, incrível, melhor do que qualquer coisa que já tenha experimentado. Ultimamente ela tem me pedido para gravar nossos encontros. Já tenho vídeos dela em todos os tipos de posições, gritando; é uma sentença de morte se me descobrirem, mas não consigo parar de fazer.

Depois tem a Myla (21). Conheci-a há 3 meses. Na primeira vez, a camisinha rompeu de tão duro que estávamos transando. A partir desse segundo, ela virou minha cadela. Posso enforcá-la, amarrá-la, dominá-la completamente. Ela não se cuida, então é ainda mais arriscado, mas eu simplesmente tiro e gozo tudo nela. Ela é a mais safada e pervertida que já conheci; morre de tesão por BDSM e por ser tratada como um objeto.

Cada vez fica mais difícil de administrar. Minha esposa não está trabalhando agora, então tenho menos tempo para me escapar. Planejamos ter um bebê este ano e espero que seja o “freio” que me obrigue a parar. Mas sei que não será. Sou um viciado. Amo a adrenalina. Adoro ser um misógino com elas, ser dominante, transformá-las nas minhas putas. Amo o segredo de tudo isso, chegar em casa para minha esposa depois de ter enchido alguma dessas garotinhas perfeitas com meu leite. Isso me faz sentir como um deus.

Quero parar com esse vício, de verdade. Mas é impossível quando você percebe como às vezes é fácil. Saber quantas dessas garotas da Geração Z são basicamente umas putas por dentro me faz sentir mais poderoso do que qualquer outra coisa na minha vida. É como se elas só estivessem esperando por alguém como eu para dar-lhes uma desculpa.

Além das três fixas, me vi com outras duas este ano só para um encontro rápido. Uma delas foi uma “oportunidade única na vida”. Tinha apenas 18 anos, era virgem, mas estava desesperada por dinheiro. Não hesitei. Fiz dela minha propriedade, totalmente no pelo. Gravei tudo com meu celular enquanto gozava dentro dela, vendo a expressão no rosto dela mudar ao perceber o que estava acontecendo. Quando terminei, apenas joguei o dinheiro na cama com um extra para a pílula do dia seguinte e sai. Nunca mais a vi. Agora ela é apenas um fantasma, uma lembrança no meu computador.

Minha esposa acha que estamos formando uma família. Ela acha que sou esse cara estável e chato que trabalha duro pelo nosso futuro, que não bebe nem fuma. Com hobbies de geek. Ela não tem ideia de que, enquanto ela está com as amigas, eu estou ocupado transando com garotas de 21 anos e fazendo delas minhas. Sou viciado na adrenalina, na dominação e na pura e total misoginia de tudo isso. Adoro ser aquele que as corrompe.

Sei que deveria parar, mas para quê? Enquanto não me pegarem, estou vivendo a fantasia mais obscura de qualquer homem.

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