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Virada de Ano com a Gringa e o Marido
Já Era 1º de janeiro, samba rolando nas areias de Copacabana, festa da virada ainda rolava solta. Eu caminhava meio bêbado, no meio da multidão, havia me perdido dos meus amigos, quando um gringo alto, barba grisalha, uns 50 e poucos anos, me interceptou. Falava português com sotaque americano forte, carregado. — Ei, brother… olha ali — apontou para uma mulher parada a poucos metros. Loira platinada, alta, pernas intermináveis, corpo malhado. Vestido branco curto colava nos peitos grandes, naturais, que balançavam levemente enquanto ela me encarava com um sorriso safado. Uns 42, 43 anos, rosto lindo, maduro, olhos azuis intensos. Uma gringa absurdamente gostosa chamada Lucy. — Ela quer te beijar. Feliz ano novo, né? Pode ir.
Nem pensei duas vezes. Me aproximei, já desejei “Happy New Year”. Ela chegou perto, perfume doce invadindo, corpo quente encostando no meu. Mão no meu pescoço, me puxou e me beijou. Beijo molhado, quente, língua dançando, sem pressa. Ela sorria entre os beijos, como se já soubesse o efeito que causava. Meu pau deu sinal de vida ali mesmo na praia.
O homem se aproximou de novo. — Gostou dela? — Porra, claro… é linda. — Somos casados Eu tenho um fetiche… gosto de ver ela com outros caras. Estamos no Hotel Oton, ali na Atlântica. Quer subir com a gente? Olhei surpreso…cara, que doideira….comecei a rir olhando pra eles e ele rindo de vokta, esperando uma resposta….Fiquei na dúvida. Sabia que isso existia mas nunca tinha pegado uma mulher casada com o marido olhando. — Não sei, nunca… — É tranauilo, meu fetiche, nem vai me ver no quarto…eu fico quieto no canto. Você nem vai lembrar que eu existo. Ainda hesitei. Foi quando Lucy abriu a pochete, tirou um bolo de notas verdes e colocou na minha mão. Quinhentos dólares. Olhou fundo nos meus olhos e disse, voz rouca: — I wanna fuck you. Let’s go. A mão dela desceu direto, apertou meu pau por cima da bermuda. Endureci na hora, latejando. Não teve mais conversa. Subi com eles. No quarto do Oton, vista pro mar, cama king enorme. Ela foi entrando na frente… e tirou o vestido num só movimento. Corpo perfeito: peitos grandes, firmes, bicos rosados já duros; barriga chapada, bunda empinada, buceta depilada, lisinha. O marido entrou por último, fechou a porta e foi pro banheiro… em silêncio total como prometeu. Lucy me empurrou pra cama, ajoelhou entre minhas pernas. Abriu minha bermuda, pegou meu pau já duro pra caralho e engoliu fundo. Chupava com vontade, lambia as bolas, engasgava de propósito, saliva escorrendo pelo queixo. Olhava pra mim o tempo todo, olhos azuis brilhando de tesão. Depois subiu, montou no meu colo, guiou meu pau pra dentro da buceta quente e molhada. Sentou devagar, gemendo alto, peitos balançando na minha cara. Eu chupava aqueles bicos enquanto ela cavalgava, rebolando gostoso, apertando meu pau lá dentro. O primeiro orgasmo dela veio aí: corpo travou, coxas tremendo contra as minhas, barriga contraindo. Jogou a cabeça pra trás, cabelo loiro caindo, e gritou rouco: — Oh fuck… I’m cumming… Nessa hora que percebi no canto, o marido, tocando punheta bem devagar, enquanto nos observava….nem liguei…. A buceta dela me apertou em espasmos ritmados, melado escorrendo abundante. Cravou as unhas nas minhas costas, olhos revirando, tremendo inteira por uns dez segundos até relaxar, caindo sobre mim ofegante, sorrindo. Virou de quatro, bunda empinada me chamando. Entrei forte na buceta, socando fundo, batendo na bunda que ficava vermelha. Ela empurrava pra trás pedindo mais. O segundo orgasmo veio rápido: começou a gemer alto, quase gritando: — Yes, right there… don’t stop! Corpo enrijeceu, buceta apertando loucamente, pulsando rápido. Enterrou o rosto no travesseiro, pernas tremendo tanto que quase cediam. Squirt jorrando pelas coxas, pingando na cama. Durou quase vinte segundos de contrações intensas até ela desabar de lado, respirando pesado. Piscou pra mim por cima do ombro: — Now my ass… Já tinha um lubrificante da mesa de cabeceira, passei no pau e no cu dela. Entrou apertado, quente, delicioso. Ela gritou de prazer, empurrando pra trás. Comecei devagar, depois meti forte, segurando os quadris. O terceiro orgasmo, o mais violento, explodiu logo: — Oh my God… in my ass… I’m cumming again! Corpo convulsionou inteiro. O cu apertou meu pau num ritmo insano, latejando quente. Costas arquearam, bunda tremendo violentamente. Levou a mão à buceta e se esfregou rápido, gozando duplo. Pele arrepiada, suor escorrendo, pernas se abrindo e fechando sem controle. Gritava alto, voz quebrando, quase trinta segundos de espasmos ininterruptos até cair de bruços, mole, gemendo baixinho. Segurei firme e gozei tudo dentro do cu dela, jatos quentes enchendo ela enquanto o corpo ainda tremia com réplicas. Ela virou o rosto, olhos vidrados, sussurrou satisfeita: — That was fucking amazing… Caímos exaustos. Ela me abraçou, peitos macios no meu peito. O marido gozou na mão, quieto e saiu do quarto… Dormi com Lucy nos braços. Acordei com o sol invadindo o quarto, ela ainda nua, abraçada em mim…vi o marido deitado no sofá e roncando….Saí devagarinho….Peguei minhas roupas espalhadas, vesti em silêncio, dei um beijo leve na testa dela…. Abria porta e desci o elevador, voltei pra praia. Quinhentos dólares no bolso, corpo com uns arranhões de lembrança, sorriso estampado. Melhor virada da vida


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