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Um Show na Penumbra e o Sabor do Pecado pt 1
Essa é uma história antiga (de uns 25 anos atrás) de como eu comi a esposa do meu melhor brother e acabei me fodendo no divórcio.
Conheci meu amigo quando nossas mulheres começaram a jogar softbol juntas num time feminino. Nós quatro viramos brother pra caralho e ficávamos juntos direto. Durante uns 4-5 anos, eu e ele começamos a treinar o time junto. O time era formado basicamente por minas de 25 a 35 anos.
O time era muito bom e acabou jogando em vários campeonatos. A gente viajava pro interior e pra outras cidades vários finais de semana durante o verão. Geralmente a gente dividia quarto de hotel… basicamente porque nossas patroas eram as únicas héteros do time. O resto das minas eram quase todas casais de sapatão que não ligavam de ficar no mesmo quarto.
Falando das nossas mulheres… minha esposa (Mariana) tinha uns 1,70m e pesava uns 68kg. Muito gata, mas mais cheinha e atlética. Muitas das companheiras de time dela ficavam decepcionadas porque ela não tinha nem uma quedinha pelas minas, sacou?
A mulher do meu parceiro (Jéssica) tinha uns 1,75m e pesava uns 57kg. Cabelo loiro cacheado e uns olhos azuis de dar um nó na cabeça do cara. Como tu vai descobrir, os peitos dela eram muito maiores do que eu pensava, porque ela sempre usava aqueles tops esportivos apertados que escondiam tudo.
Numa das primeiras viagens, a gente ficou num hotel que tinha piscina. Depois de um dia inteiro de jogo, as minas queriam relaxar na piscina e tomar umas cervejas. Embora muitas delas já ficassem gostosas de uniforme de softbol… ver elas chegando na piscina e tirando as camisetas, mostrando os biquínis… Caralho, eu achei que tinha morrido e ido pro céu!
Muitas usavam biquínis que mostravam muito mais do que eu jamais imaginei que ia ver. Minha esposa era mais na dela e usava um maiô de uma peça só, mas que ainda assim mostrava um decotão. A Jéssica apareceu com um biquíni vermelho que me deixou de queixo caído. Ao invés daquele peito achatado pelo top esportivo que eu pensava que ela tinha… porra, a mina tinha um peitão, no mínimo um tamanho C vazando pra fora! Meu brother só me deu aquela piscadinha marota.
Eu não tava planejando entrar na piscina, mas percebi que ficar sentado na beirada só olhando ia fazer todo mundo reparar no volume na minha bermuda e eu ia virar piada. Pode acreditar… as sapatão não perdoavam e zuavam pra caralho com piadinha de piroca!!!!
Fiquei ali na beirada da piscina curtindo a galera se divertindo e zoando. Minha mulher vinha de vez em quando, se esfregava em mim e fazia piadinha sobre meu pau duro, falando que eu tava curtindo as sapatão gostosas demais. Eu tinha uma relação boa com todas as minas, então elas também vinham e se esfregavam em mim só pra me provocar. Tenho certeza que foi minha mulher que mandou elas fazerem isso.
A Jéssica veio trocar ideia comigo. Eu e ela flertávamos pra caralho… até na frente dos nossos… mas era só zueira mesmo… ou pelo menos era o que eu pensava. Ela começava a me jogar charme e piscar aqueles olhões azuis pra mim e eu virava um babaca gaguejando. Ela adorava e os nossos também achavam engraçado.
Depois de um tempo todo mundo voltou pros quartos. Nós quatro combinamos o esquema do banho e pra dormir. Meu parceiro (Marcão) decidiu tomar banho primeiro. A Jéssica entrou junto. Enquanto eles estavam no banheiro, eu e minha mulher tiramos as roupas molhadas e enrolamos toalhas na gente pra sentar e esperar sem molhar a cama ou as cadeiras. O Marcão e a Jéssica finalmente saíram do banho só de toalha.
A Mariana não tava muito afim de eu entrar com ela no chuveiro, então resolvi esperar. Isso deixou o Marcão e a Jéssica numa sinuca pra se trocar porque eu tava no quarto. O Marcão, sendo homem, simplesmente largou a toalha e vestiu uma cueca. Eu provoquei a Jéssica a fazer o mesmo. O Marcão deu moral pra ela, mas ela ainda tava meio envergonhada.
Ela me fez virar de costas enquanto largava a toalha e vestia uma camiseta grandona. O que ela não sabia é que eu conseguia ver o reflexo daquela bunda maravilhosa no espelho da parede. Reparei que ela não colocou calcinha. A Mariana saiu do banheiro com aquela camisola comprida de desenho animado. Eu só revirei os olhos.
Tomei banho e saí só de bermuda. Galera já tava tudo na cama e a maioria das luzes apagadas. Reparei que a Jéssica tava do lado esquerdo da cama dela e eu do lado direito da minha, com o corredor ali no meio. Puxei o lençol de propósito botando minha bunda perto da cara dela.
De primeira ela enfiou a mão entre minhas pernas e pegou minhas bolas de leve. Antes que eu pudesse reagir, ela deu um tapinha na minha bunda e fez uma piadinha sobre tá na cara dela. Virei pra olhar pra ela e a cara dela tava iluminada com aquele olhar de safadeza.
Eu tava quente pra caralho do banho, então não puxei o lençol por cima de mim logo de cara. Fiquei ali deitado tentando fazer meu pau acalmar. Eu sabia que minha mulher nunca ia transar comigo com outra pessoa no quarto, então só esperei enquanto dava umas olhadas pro corpo da Jéssica naquela camisetona.
Não demorou muito pro Marcão começar a roncar e minha mulher logo foi atrás. Eu tava de barriga pra cima mas com o rosto virado pra Jéssica. Ela também tava de barriga pra cima e vi que ela tinha puxado o lençol. Pensei que ia ser uma noite fodida tentando dormir com o pau mais duro que eu já tinha ficado em anos.
Eu sabia que nem eu nem a Jéssica íamos fazer nada com nossos marido e esposa ali no quarto… mas não conseguia parar de imaginar como seria ter aquele corpão dela pelada só pra mim. Eu e o Marcão sempre trocávamos ideia sobre nossas mulheres e o que elas curtiam na cama. A Jéssica era definitivamente mais safada que a minha.
Eu tava quase pegando no sono com o dueto de ronco do Marcão e da Mariana quando ouvi a Jéssica tirar o lençol de cima dela. Abri meus olhos só um pouquinho pra ver o que ela tava fazendo. Acho que ela não percebeu que eu ainda tava acordado. Na penumbra eu podia ver ela puxando a camiseta devagar com a mão esquerda enquanto a mão direita descia entre as pernas.
Quase soltei um suspiro mas me segurei e tentei com tudo manter a respiração normal. A mão esquerda dela tava massageando os peitos enquanto a direita fazia movimentos lentos e certeiros entre as pernas. Ela levou a mão direita até a boca pra pegar saliva e voltou lá embaixo.
Meu pau voltou a ficar durão e eu tava louco pra tocar, mas fiquei parado, sem querer atrapalhar o show. Dava pra ouvir a respiração dela aumentando no mesmo ritmo que a mão direita trabalhava no grelo. Dava pra ouvir o quanto ela tava molhada. Ela puxou a camiseta e enfiou na boca pra abafar os gemidos.
Dava pra ver a barriga dela contraindo enquanto o ritmo da dedada acelerava. Achei que meu pau ia explodir sem nem encostar nele. Ela continuou se masturbando até um orgasmo violento tentando não acordar ninguém. De repente, um gemidinho escapou e os joelhos dela fecharam, prendendo a mão entre as coxas.
Fiquei chocado com o que acabei de ver. Enquanto isso o Marcão e a Mariana não faziam ideia do que tinham perdido ali roncando feito uns condenados. A Jéssica olhou na minha direção e eu fechei os olhos rapidinho. Ouvi barulho e tentei ficar o mais quieto possível respirando devagar. Até tentei dar um ronquinho falso.
Senti que ela tava de pé bem do lado da minha cama me encarando. De repente, tomei uma baforada deliciosa de cheiro de buceta bem na frente do meu nariz. Fiz tudo que podia pra não olhar… mas não aguentei e abri os olhos só uma frestinha. Vi que a Jéssica tava agachada bem perto da minha cara me encarando nos olhos.
A próxima coisa que percebi foi ela esfregando os dedos encharcados nos meus lábios e enfiando eles na minha boca enquanto sussurrava: “Eu tava torcendo pra você assistir!”
Continua!


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