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Janeiro 4, 2026

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Uma Noite Só Minha e Meus Dedos

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Era mais um final de semana em que eu passaria presa em casa. Meus amigos haviam ido viajar com suas famílias e minha mãe estava em algum barzinho com suas amigas. Eu não queria atrapalhá-la, então decidi ficar em casa, por mais que eu quisesse sair.

O que me restou foi uma noite de pipoca e vídeos do YouTube, deitada na cama com nada mais do que uma camiseta grande o suficiente para bater na metade de minhas coxas e uma calcinha fio dental que fazia eu me sentir a mulher mais sexy do mundo.

Já passava das 23h. Eu via algum vídeo sobre jogos no computador, com os fones de ouvido plugados para escutar melhor. Curiosamente, eu tinha o estranho costume de manter minha mão sobre o seio enquanto estava distraída e sozinha. Era uma mania que eu achava particularmente estranha, mas que nunca havia conseguido mudar.

Não notei quando meus dedos começaram a brincar com meus mamilos, fazendo com que eles ficassem enrijecidos e sensíveis. A sensibilidade em meus mamilos era grande, bastava um toque para que eles apontassem em alguma blusa e ficassem sensíveis ao toque.

De repente, o clima do quarto mudou. Meu corpo já esquentava e aquele vídeo que passava já não me deixava entretida o suficiente para esquecer aquilo. Minhas mãos começaram a passear pelo meu corpo, apertando os seios, brincando com a pele do abdômen e me causando arrepios gostosos pelo corpo. Quando vi, meus dedos já brincavam com o elástico da minha calcinha.

Estava difícil aguentar. Minha mente gritava e implorava por um toque e minha intimidade pulsava em busca de atenção. Desliguei o vídeo, tirando os fones e me concentrei ali, buscando em minhas fantasias aquela que mais me deixava molhada.

Meus dedos desceram pela minha intimidade até o clitóris. Pude sentir o quão escorregadia estava, tão molhada que seria fácil deslizar um membro por ali. Comecei a fazer movimentos circulares em meu clitóris, me deliciando com o quão gostosa a sensação era. Os estalos molhados da lubrificação em contato com meus dedos me excitavam ainda mais, e eu fazia questão de causar mais daqueles pequenos e baixos estalinhos molhados.

Em um certo momento, retirei minha calcinha, vendo a marca da lubrificação nela e um fino fio que se conectava ao restante da intimidade. Joguei ela longe, abrindo as pernas e voltando a massagear meu clitóris. Minha intimidade pulsava em busca de algo que pudesse preenchê-la, e era tão frustrante não sentir nada ali além do vazio.

Foi então que desci meus dedos até minha entrada e, com cuidado, inseri um na cavidade escorregadia e molhada. Por mais fino e curto que meu dedo fosse, era tão bom sentir alguma coisa ali me preenchendo. Movimentei o dedo, ora estocando, ora massageando meu clitóris. Inseri um segundo dedo e gemi com a sensação gostosa de estar preenchida. Eu estocava os dedos contra mim, mexendo eles em ondas em busca do meu ponto G. Vez ou outra, retirava-os para massagear meu clitóris, enquanto a outra mão se ocupava em brincar com meus mamilos.

Eu já podia sentir aquela ânsia pelo prazer que antecede o ápice. Comecei a estocar mais rápido, gemendo alto ao gozar, me surpreendendo ao notar que havia tido meu primeiro squirting.

Estava mais do que satisfeita naquela noite.

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