Janeiro 4, 2026

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Minha Primeira Punheta com Outro Homem

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Olá, meu nome é Robert. Essa história aconteceu quando há quase 15 anos, mas a memória segue viva na minha mente como se fosse hoje.

O ano era 2012. Eu estudava de manhã e à tarde ficava sozinho em casa. Como todo jovem no auge dos hormônios eu aproveitava pra bater muita punheta e assistir muito pornô. Inclusive antes de dormir já com meus pais em casa.

Numa madrugada de terça pra quarta, minha vida começou a mudar. Até então, eu nunca havia sentido nenhum tipo de atração por homens. Assistia apenas pornografia hétero, de todos os tipos, porém limitado a pau e buceta. Nessa noite, assistindo um pornô antes de dormir, a notificação do finado MSN chama minha atenção.

Era meu primo. Ele era dois anos mais velho que eu, e até onde eu sei, já havia perdido a virgindade com uma namoradinha da época.

“Oi”, dizia a mensagem. Eu gelei com o som da notificação atrapalhando minha punheta. Normalmente eu ignoraria, mas algo me disse para responder.

“Oi”, respondi.

– “Fazendo o que on essas horas?”, ele rapidamente respondeu.

Gelei novamente. Eu com a bermuda no meio das pernas, pausei o vídeo que estava assistindo e passei a dar atenção pra ele.

– “Ah, nada não. Só tô sem sono :s”, enviei pra ele.

– “Hmm. Sabe o que é bom pro sono vir rapidinho?”, ele enviou

Não sei se era a adrenalina de estar batendo punheta com gente em casa, o tesão nas alturas, não sei. Mas meu pau que estava amolecendo pulsou. De qualquer forma me fiz de desentendido, não queria fazer merda e correr o risco dele contar pra alguém.

– “Não sei, o que?”, enviei com o coração na boca. O silêncio ensurdecedor da madrugada já estava me deixando maluco. Fechei as abas e fiquei prestando atenção somente na janela da conversa com ele.

Digitando… Digitando…

– “Ver uns vídeos…”

Nesse momento meu pau já estava completamente duro novamente. Deu uma pulsada em que quase gozei ali mesmo sem nem tocar nele.

Era uma sensação nova, estranha, mas eu não queria parar. Algo me dizia pra ver até onde aquilo iria.

Respondi: “Que vídeos? rs”

– “Você sabe… Quer me ajudar?”, ele enviou.

Caralho. Arrepiei. O silêncio foi substituído pelos meus batimentos cardíacos que poderiam ser ouvidos a quarteirões de distância.

– “Ajudar como?”, mandei já punhetando levemente meu pau.

1 minuto se passou e nada de resposta. Com o arrependimento quase batendo na porta e achando que ele poderia ter dormido, sei lá, aparece uma notificação.

Chamada de vídeo. Atendi prontamente com o coração palpitando. A conexão demorou um tempo pra se estabilizar e aparecer algo compreensível no vídeo. Era ele. Estava com o cabelo molhado, provavelmente tinha acabado de sair do banho. Estava sem camisa, um fone conectado na orelha e o outro caído sob seu ombro.

Ajustei minha webcam pra ele me ver também.

– “Quer ver como eu tô por baixo?”, ele disse com o braço fazendo alguns movimentos suspeitos.

Apesar de nunca ter feito nada parecido, eu não era otário e sabia bem o que estava acontecendo. Me deixei levar e assenti com a cabeça.

Ele abaixou a câmera. Demorou um tempo pra focar e o ajuste automático da iluminação me proporcionar uma das cenas mais bonitas que vi na vida.

Ele estava completamente pelado, com a perna entreaberta. Seu pau era não cincuncidado, sem nenhum pelo em volta. Seu saco era perfeito e balançava conforme ele punhetava aquela perfeição.

Aparentemente era pouca coisa maior que o meu, mas certamente era mais grosso.

Naquele momento eu me entreguei. Olhando pra aquela imagem pixealizada a 5 frames por segundo, na contramão dos pornos, eu senti um tesão inexplicável. Fiquei um tempo observando ele bater punheta enquanto passava a mão pelo saco, barriga, etc. Era lindo.

Alucinei o cheiro daquela pica recém saída do banho. Meus olhos brilharam. Estava hipnotizado.

Até que fui interrompido por uma fala dele. “Deixa eu te ver também”, disse com a voz rouca de tesão.

Não hesitei, abaixei a pequena webcam e me afastei levemente do computador abrindo as pernas pra deixar meu saco a mostra.

A partir daquele momento, não falamos mais nada. Os dois seguiam se masturbando de forma quase poética. A respiração ofegante era a única coisa que soava no fone de ouvido. Até que anunciei sussurrando que ia gozar.

Eu gozei muito. Muito mesmo. Sujei toda minha camiseta. Pingou no chão. Olho pra tela e vejo aquela pica maravilhosa jorrando também.

Ficamos uns segundos parados em silêncio. Foi incrível. Até que ouço um “Vou desligar, boa noite”. E desligou.

Fiquei alguns minutos processando o que tinha acabado de acontecer. Me limpei. Com a adrenalina baixando, veio o arrependimento. Que merda eu tinha acabado de fazer? Gozado olhando meu primo batendo punheta? Caralho. Enfim, dormi e segui a vida.

Na tarde seguinte voltei pra minha rotina de punheta. Pela primeira vez na vida cliquei na aba “Gay” do site. Queria entender se sentia atração por aquilo ou se foi algo pontual.

Antes de clicar em qualquer coisa, recebo uma notificação do MSN. Era ele. Gelei.

– “Oi, os tios estão em casa hoje ou está sozinho?” – “Estou sozinho…” respondi

10 minutos se passaram e nada de resposta. Já sentia meu pau latejando e melando minha cueca.

Até que ouço um barulho. Ding dong. Era a campainha.

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