Janeiro 13, 2026

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Espetacular morena

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Ela surgiu como uma visão, uma deusa materializada em carne e desejo. A luz dançava em seus cabelos, emoldurando um rosto de traços perfeitos, mas eram seus atributos físicos que me prendiam, que me consumiam. Uma bunda escultural, redonda e firme, convidava ao toque, à exploração. Seios fartos, empinados, desafiavam a gravidade, prometendo prazeres inigualáveis. Coxas grossas, preenchidas, sugeriam força e sensualidade, um convite à entrega. E a vulva, ah, a vulva… Um portal para o êxtase, prometendo sugar cada gota de prazer, cada vestígio de mim.

Aproximei-me, a respiração pesada, o coração a mil. Ela sorriu, um sorriso que prometia o paraíso. Seus olhos, profundos e escuros, pareciam ler meus pensamentos, antecipando meus desejos. Ela sabia o que eu queria, o que eu precisava. E estava pronta para me dar tudo.

A noite começou com beijos lentos, exploratórios, que despertavam cada célula do meu corpo. Suas mãos, hábeis e delicadas, percorriam minha pele, acendendo chamas de desejo. Ela me beijava, mordiscava, sussurrava palavras obscenas em meu ouvido, me levando à loucura.

Então, a dança começou. Ela se entregou a mim, sem reservas, sem pudor. Deixei minhas mãos explorarem cada curva do seu corpo, sentindo a maciez da sua pele, a pulsação do seu desejo. Ela gemia, ofegava, me incentivando a ir mais fundo, a ultrapassar todos os limites.

Abaixei-me, beijando sua vulva com devoção. Saboreei cada centímetro, cada prega, cada detalhe. Ela se contorcia sob meus beijos, agarrando meus cabelos, pedindo mais, implorando por mais. A língua, ágil e experiente, dançava em seu clitóris, provocando ondas de prazer que a faziam delirar.

Ela me puxou para cima, me guiando para dentro dela. Senti a quentura, a umidade, a força que me envolvia. Comecei lento, sentindo cada movimento, cada contato. Ela me abraçou, me beijou, me incentivou a ir mais rápido, a me entregar por completo.

A intensidade aumentou. Nossos corpos se chocavam, suor escorria, gemidos ecoavam no quarto. Ela gemia meu nome, repetidas vezes, enquanto eu me afogava em seu prazer. A cada estocada, a cada movimento, a sensação de êxtase se intensificava, me levando ao limite.

Chegou o momento. A explosão de prazer, a liberação de toda a tensão acumulada. Gozei dentro dela, sentindo a pulsação do seu corpo, a entrega total. Ela gritou, se contorceu, e então, relaxou em meus braços.

Permanecemos ali, abraçados, ofegantes, sentindo a conexão que nos unia. A orgia sexual havia terminado, mas a memória daquele momento, a lembrança daquele prazer, ficaria gravada em minha mente para sempre. Ela era divina, a personificação do desejo, a encarnação da sensualidade. E eu, por aquela noite, fui seu escravo, seu amante, seu tudo.

Depois, nos entregamos a mais beijos, mais carícias, mais explorações. Chupamo-nos, nos tocamos, nos amamos. A noite foi longa, intensa, inesquecível. Ela me atendeu em todos os sentidos, me proporcionando o prazer que eu tanto desejava. E eu, por minha vez, a fiz sentir a mesma intensidade, a mesma entrega.

A manhã chegou, trazendo consigo a promessa de um novo dia. Mas a lembrança daquela noite, daquela mulher, daquele prazer, permaneceria comigo para sempre. Ela era a deusa que eu sempre sonhei, e eu, por uma noite, fui abençoado por sua presença.

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