Fevereiro 16, 2026

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Perdi a Virgindade Com Minha Prima

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Isso aconteceu quando eu tinha 16 anos. Eu tenho uma prima que hoje em dia não nos falamos muito mais porque ela mora em outra cidade, mas na época nos víamos com frequência. Era comum nos vermos todos os finais de semana nos almoços de família. Na época ela também tinha 16 anos, cabelos pretos lisos e compridos, magra e linda de rosto com olhos verdes. Sempre tínhamos muito assunto e nos dávamos muito bem.

Um domingo o assunto sexo surgiu, e rimos muito falando sobre. Não lembro muito do que foi dito, mas lembro que um assunto que gerou bastante conversa foi depilação. Ela falou que mesmo sendo virgem se mantinha depilada porque gostava da sensação de passar a mão e estar lisinha. E sem pensar muito acabei soltando um “nossa queria sentir ela”. Congelamos e rimos bem envergonhados. O dia acabou e umas duas semanas depois lá estava eu de volta na casa dela pro almoço.

Nesse dia ela tava diferente, tava mais arrumada e parecia mais nervosa. Conversamos normalmente, até que de tarde meus pais e os meus tios falaram que iam no shopping e perguntaram se queríamos ir, e falamos que não que iamos ficar vendo filme.

Eles saíram e um tempo depois ela entrou novamente no assunto de depilação. Perguntou o que eu queria dizer quando falei que “queria sentir ela”. Eu fiquei bem nervoso e depois de enrolar bastante falei que eu acabei falando no automático, mas que queria sentir a textura da buceta dela lisa como ela descreveu. Ela ficou meio série e pensativa, olhou pra porta e perguntou se eu queria sentir agora. Fiquei em choque, coração a mil e o pau também, mas fiquei muito relutante, falei que sim. Ela ficou bem vermelha e falou “ah mas é meio estranho né, somos primos”. Respondi que sim, mas que eu tinha o maior respeito por ela e que ela era linda. Ela sorriu, se levantou do sofá e mandou eu seguir ela.

Fomos até o quarto dela, ela fechou das cortinas, trancou a porta e acendeu a luz do abajur. Se deitou na cama e me olhando abriu a calça jeans e tirou. Meu coração batendo a mil, pau explodindo dentro da cueca. Sentei do lado dela, sempre mantendo contato visual. Fiquei travado olhando ela e a calcinha rosa dela, até que ela pegou minha mão e botou sobre a calcinha dela e demos uma risadinha nervosa.

Comecei a alisar a buceta dela por cima da calcinha, bem suavemente sentindo todos os detalhes e curvas. Era a primeira vez que eu encostava numa buceta, então estava muito nervoso. Então ela terminou de tirar a calcinha e a buceta dela era linda e depilada como ela havia descrito. Fiquei alisando acariciando ela. Cuspi um pouco na mão e continuei a contornar ela. A respiração dela ficava mais pesada. Fui para mais dentro abrindo a buceta dela no meio, passando do dedo do clitóris até a entrada. Ela dava pequenos espasmos conforme eu chegava perto do buraco dela.

Quando meu dedo quase entrou dentro dela ela segurou minha mão e falou que queria sentir o meu pau. Eu tirei minha calça e a cueca estava quase transparente. Deitei na cama e ela ficou brincando com a cabeça do meu pau por cima da cueca com o pré gozo molhando o tecido da cueca. Meu pau dava espasmos e ela ria. Então tirei a cueca toda e o pau duro saltou. Ela ficou olhando e passando os dedos e a mão por tudo, cabeça, corpo, virilha, bolas e meu pau cada vez mais soltando pré gozo. Então um momento ela começou a me masturbar levemente e meu coração disparou.

Então ela se levantou e subiu em mim, sentando no meu pau encostando a buceta nele, mas sem enfiar. Apenas ficou segurando a cabeça dele com a palma enquanto esfregava a buceta no meu pau, indo lentamente pra frente e pra trás. Tudo aquilo acontecendo em silêncio, sempre olho no olho, mas sem dizer uma palavra, apenas deixando as coisas rolarem. A buceta dela começou a molhar meu pau, meu pau soltava mais pré gozo e ainda ela cuspiu na mão e passou no meu pau, sempre esfregando a buceta sem parar.

Ela soltou meu pau se se apoiou com os dois braços na cama mantendo o movimento de ir e vir. Agora com os olhos fechados, aumentando os movimentos aos poucos, respiração mais rápida. Meu pau dava espasmos e enroscava na buceta dela e ela diminuía a velocidade pra tentar “sem querer” penetrar, mas não ia. Ficamos nisso por um tempo, até que inevitavelmente uma hora o pau entrou. Ela deu um gritinho e apertou o lençol da cama com as unhas e se deitou sobre meu peito. Eu abracei ela e fui metendo bem devagar pra não machucar ela. Ela foi perdendo a tensão e gemendo aos poucos. A buceta dela muito apertada, muito molhada. Eu falei no ouvido dela que ia gozar. Ela saiu de cima de mim e começou a me masturbar até eu gozar.

Ficamos um tempo ali deitados lado a lado pensando no que tinha rolado. Ela falou que ninguém podia saber daquilo e mandou eu jurar nunca contar. Nos limpamos voltamos pra sala, e um tempo depois nossos pais voltaram pra casa e agimos como se nada tivesse acontecido.

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