Só a pontinha
Eu e um cara da faculdade já tínhamos ficado algumas vezes, mas sempre parávamos antes de ir até o fim. Dessa vez, a tensão estava insana durante o intervalo da aula, então nos trancamos em um daqueles banheiros abandonados do prédio antigo.
Estávamos nos beijando intensamente, mãos por baixo da roupa, eu estava toda molhada e ele estava com o pau duro como pedra se esfregando em mim. Aí eu o interrompi e disse:
“Sem camisinha, né? Então nada de sexo de verdade hoje.” Ele concordou na hora, mas com aquele olhar malicioso e safado:
“Tá bom, amor… só a pontinha então. Prometo.” Eu, sendo idiota e totalmente excitada, topei. Pensei: “Tudo bem, se for só a cabeça, aguento a provocação e saio ilesa.” Ele me prensou contra a parede, levantou minha saia, puxou minha calcinha para o lado o suficiente e começou a esfregar devagar. Só a pontinha mesmo, deslizando pela entrada, para cima e para baixo, deixando tudo escorregadio com o líquido pré-ejaculatório. Era uma tortura deliciosa. Eu gemia baixinho para ninguém ouvir, arqueando as costas sem querer. Ele sussurrou no meu ouvido:
“Olha como está escorregadio… só a pontinha, viu? Não vou mais fundo.” Mas aí, em um desses movimentos de vai e vem, ele “escorregou” um pouco mais. Senti que estava me abrindo e soltei um gemido mais alto. Eu disse:
“Ei! Só a cabeça, droga!” Ele riu baixinho, apertou minha cintura com mais força e disse:
“Desculpe, simplesmente… escorregou. Mas, caramba, está tão quente aqui dentro… relaxa, só mais um pouquinho para sentir melhor. Sem camisinha, fica muito mais quente mesmo.” Eu estava tão louca de tesão que não conseguia empurrá-lo para fora. Ele continuou penetrando devagar, falando coisas como “só mais um centímetro… sente como se encaixa perfeitamente sem nada entre nós?” Quando me dei conta, ele já estava quase todo dentro. Então ele penetrou fundo de uma vez, eu soltei um “porra!” abafado na mão dele, e foi isso: perda total de controle. Ele me fodeu com força ali mesmo, pressionada contra a parede fria do banheiro do prédio da faculdade, enquanto eu tentava (e falhava) não gemer muito alto com as pessoas passando no corredor lá fora. Eu o abracei com força, tremendo, e ele gozou logo em seguida, segurando minha bunda para não sair. Quando acabou, ele simplesmente disse:
“Viu? Sem camisinha é outra história.” Saí de lá com a minha vagina latejando, a calcinha encharcada de esperma escorrendo pela minha perna, e ainda tive que voltar para a aula fingindo que tudo estava normal.


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