Março 2, 2026

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Virei a puta da galera

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Essa história aconteceu no verão de alguns anos atrás, mais precisamente em janeiro.

Fui passar férias com a minha mãe na casa de uns parentes que a gente não via há muito tempo. Cheguei e fiquei na casa de um primo solteiro que morava sozinho, bem afastada da casa onde a minha velha ficou.

Tudo era maravilhoso. Desde a primeira noite, vieram uns amigos dele, compramos umas cervejas e a gente se divertiu pra caralho, trocando ideia sobre a vida.

Dois dias depois de chegar, um dos amigos dele, o José, soltou um comentário que já era um convite pra bagunça: “Temos que mostrar pra esse cara como é que a noite funciona por aqui”. E foi assim que nós seis fomos num carro atrás de putas.

Não demorou pra aparecer uma. Ela tava lá, com uma mini saia vermelha que mal cobria nada, e no meio das pernas dava pra ver um pedacinho da tanga minúscula. A gente parou e perguntou quanto ela queria pra uma noite de prazer e putaria… mas aí veio a decepção: não conseguimos juntar nem metade do que ela pediu.

Foi quando o Carlos, meu primo, mandou a braba: “Então, te dou 20 conto e você faz um boquete bem gostoso no meu primo que tá de passagem por aqui”. E assim foi. Ela abaixou meu shorts e enfiou meu pau inteiro na boca — já tava durasso desde quando a gente parou o carro. Chupou, chupou, até encher a boca de leite… e a safada não cuspia, não.

Voltamos pra casa e já organizamos a noite dos sonhos pro dia seguinte.

Na noite seguinte, saímos de novo e encontramos uma mina mais nova, muito bonita, morena, com uns lábios carnudos e umas pernas de matar. Levamos ela pra casa e aí a festa começou de verdade.

Primeiro, um boquete bem dado em todo mundo. Cheguei a ver três paus na boca dela ao mesmo tempo. Ela tinha uma habilidade foda pra controlar a situação. Foi uma orgia pesada, sexo sem frescura. Num momento, ela tava sendo penetrada por dois paus na bucetinha rosada dela, que já tava pedindo arrego. O cuzinho também teve sua vez — isso mesmo, dois paus no cu também. A mina saiu cara, mas a gente gozou igual condenado.

Na noite seguinte, fiz um comentário na frente do meu primo sobre como a negra gozava, como ela mandava bem em levar a gente pro êxtase, como ela devia se sentir uma rainha no meio de todos nós, doida pra dar e a gente tudo doido por ela, né? Aí ele, num tom de zoeira, respondeu: “Então, quer ficar no lugar dela?” Eu, sem pensar, soltei: “Não seria tão ruim não…”

“Como assim?”, ele perguntou. E aí eu senti que já era tarde pra voltar atrás depois de um comentário daquele. “É, não seria ruim ser o centro das atenções por um dia, né?” Mal terminei de falar e ele já tava passando a mão na minha bunda redonda e pequena, mas nem por isso menos tentadora… e foi descendo até minha área mais íntima, até meu cu.

Fiquei mudo, sem querer falar nada nem respirar… queria saber até onde ele ia chegar. Ele tirou a mão, cuspiu nos dedos pra lubrificar e não pensou duas vezes: meteu os dedos no meu cu. No começo reclamei, falei que tava doendo, mas depois deixei ele fazer o que quisesse comigo. No fim das contas, aquela dor era puro prazer.

Ele dilatou tanto meu cu que eu já tava pedindo por um pau dentro de mim. E foi assim. Não passaram cinco minutos e ele mandou eu ficar de quatro. Eu já tava entregue, mal me conhecia direito e sabia que nunca mais voltaria naquele lugar.

Fiquei de quatro e comecei a sentir uns 20 centímetros de carne entrando em mim. Ele começou a bombar com mais força e aí toda dor virou prazer. Eu não fazia barulho, até que ele começou a bater na minha bunda e repetia: “Grita, viado! GRITA!” E eu comecei a gritar igual um louco, louco de prazer.

Foi nessa que o José entrou na sala — onde a parada tava rolando. O amigo do Carlos não entendeu nada e só falou: “Que porra é essa? Nós tudo procurando puta e a puta tava em casa?”

Nem terminou de falar, já puxou o pau bonito dele e colocou na minha boca. Abri e comecei a chupar aquele pedaço que já tava bem molhado. O Carlos continuava me comendo e batendo cada vez mais forte na minha bunda, que já tava toda vermelha.

Depois chegaram mais dois amigos e tiveram a mesma reação do José: só tiraram a roupa e me obrigaram a chupar o pau deles.

Num momento, meu primo tirou o pau de dentro de mim e deitou de barriga pra cima. Eu sentei nele, engolindo de novo a pica enorme dele. O José segurou minhas pernas, levantou e mandou: “Agora você vai sentir o que a putinha sentiu ontem!” E aí eu já imaginei o que vinha.

Ele lubrificou bem o pau com creme e tentou meter junto com o do meu primo no meu cu. Como viu que tava difícil, começou a abrir meu cu com os dedos — eu sempre com o pau do Carlos até o fundo. Depois disso, tentou de novo e dessa vez entrou, mas com muito esforço. Naquela hora, senti que tinha tocado o céu com as mãos. Aqueles dois caras me comendo sem dó, meu cu dilatando cada vez mais, e os outros dois enfiando os paus na minha boca sem parar.

Depois de um tempo, eles tiraram os paus e gozaram na minha boca. E aí, claro, era a vez dos outros. Fizeram a mesma coisa comigo, mas dessa vez eu tava de bruços. Só que um deles gozou dentro do meu cu. O outro não conseguia gozar, tirou o pau e começou a enfiar a mão em mim — parecia que isso excitava ele mais ainda. Ele começou a se masturbar enquanto me comia com a mão. Eu, com o cu destruído e totalmente dilatado, já aceitava qualquer coisa. Ele foi enfiando a mão, de pouco em pouco, até conseguir colocar o punho inteiro, e aí gozou tudo nas minhas costas.

Levantei, senti um pouco de sangue saindo do meu cu e fui tomar uma ducha no banheiro. Dava pra ouvir os caras rindo lá fora. Nunca mais vi nenhum deles.

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