Março 4, 2026

158 Visões

Março 4, 2026

158 Visões

Jogador famoso virou minha cadelinha

0
(0)

Eu tinha 19 anos quando recebi aquela mensagem no direct do Instagram. Ele era o Rodrigo, o jogador de futebol famoso, daqueles que enchem estádios e telas de TV. Alto, bronzeado, corpo esculpido por anos de treino e praia, olhos castanhos que pareciam devorar quem olhasse de volta. Mas nas mensagens privadas, ele se revelava: “Eu adoro ser dominado, Mari. Ser submisso. Me manda. Me castiga se eu não obedecer direitinho.”

No começo, ri achando que era brincadeira. Mas as conversas foram ficando mais quentes, mais sujas. Ele mandava fotos de joelhos, implorando por comandos. “Vem pro litoral, Senhora. Minha casa em Ubatuba. Quero sentir sua mão na minha pele de verdade.” Meu corpo respondeu antes da cabeça: um calor subindo pelas coxas, os mamilos endurecendo só de imaginar eu mandando num cara daqueles.

Cheguei à tarde, o sol baixo tingindo o mar de laranja. A mansão era isolada, paredes brancas refletindo a luz, piscina infinita se fundindo com o horizonte. O ar carregava sal, algas e umidade quente. Ele abriu a porta de bermuda solta e camiseta justa, o perfume cítrico e amadeirado invadindo minhas narinas antes mesmo de ele falar.

“Boa tarde, Senhora Mari…” Ele baixou os olhos imediatamente, voz grave tremendo de expectativa. “Eu esperei tanto por isso.”

“De joelhos, Rodrigo. Agora. Quero ver você se render logo de cara.”

Ele caiu de joelhos no piso de mármore frio da sala, o som das juntas batendo ecoando no espaço vazio. O ar-condicionado zumbia baixo, gelando minha pele suada da viagem, arrepiando os pelos dos braços. Eu me aproximei devagar, o clique dos saltos altos marcando cada passo como um relógio.

“Olha pra mim quando eu mandar, cachorrinho.” Coloquei o pé na nuca dele, pressionando levemente o salto fino contra a pele quente. Ele estremeceu, um gemido baixo escapando da garganta.

“Sim, Senhora… eu sou seu cachorrinho. Faça o que quiser comigo.”

“Você acha que merece me tocar? Merece sentir minha bucetinha apertando seu pau famoso?”

“Não, Senhora… eu não mereço. Eu só mereço sofrer por você. Por favor… me castigue.”

Eu ri baixo, sentindo o poder pulsar nas veias como adrenalina pura. “Tire a roupa. Devagar. Quero ver cada músculo seu tremendo de tesão e vergonha.”

Ele obedeceu, a camiseta subindo devagar, revelando o abdômen definido, pele bronzeada brilhando de suor nervoso. A bermuda caiu, e o pau dele pulou pra fora – semi-duro, grosso, veioso, já latejando. O cheiro dele era forte: suor salgado misturado ao pré-gozo, um aroma animal que me deixava encharcada.

“Olha só isso… um pau que enche estádios de mulher gritando seu nome, e agora ele tá duro só porque uma garota de 19 anos mandou você ficar de quatro.”

“Sim, Senhora… ele é seu agora. Use ele como quiser. Me humilhe.”

Levei ele pro quarto arrastando pelo colarinho, o tecido rasgando levemente. O quarto cheirava a lavanda fresca e lençóis limpos, mas logo seria dominado pelo nosso cheiro. “Na cama. De bruços. Braços esticados. Pernas abertas.”

Ele se jogou na cama king size, lençóis de algodão egípcio macios colando na pele suada. Amarrei os pulsos aos postes com algemas de couro – o atrito áspero deixando marcas vermelhas imediatas. Os tornozelos também, abrindo as pernas dele, expondo a bunda musculosa e as coxas grossas.

“Você tá tremendo, Rodrigo. Tá com medo ou com tesão?”

“Com os dois, Senhora… medo de não aguentar o que você vai fazer comigo… e tesão de saber que você vai me quebrar.”

Peguei o chicote de couro trançado. O primeiro golpe nas costas: assovio no ar, estalo seco, linha vermelha ardente se formando na pele. Ele gemeu rouco, o som vibrando no peito.

“Mais alto. Grita pra mim. Quero ouvir o jogador famoso implorando.”

“Por favor, Senhora… bata mais forte! Me castigue! Eu mereço!”

Alternava chicotadas leves nas coxas – músculos contraindo, suor escorrendo pelas curvas definidas – com tapas abertos na bunda: ploc! ploc! O calor se espalhava pela minha palma também. Cada tapa deixava impressões vermelhas, quentes ao toque quando eu passava os dedos depois.

“Você é patético, sabia? Um macho alfa na TV, e aqui você implora pra levar porrada de uma novinha. Diz pra mim: quem manda aqui?”

“Você, Senhora Mari… só você manda no meu corpo, na minha dor, no meu pau.”

Peguei o paddle de madeira lisa, pesada. O primeiro golpe na bunda foi surdo, a carne tremendo, hematoma roxo se formando devagar. Ele gritou, som primal ecoando no quarto, misturado ao barulho distante das ondas.

“Implora direito, Rodrigo. Diz que quer mais. Diz que quer gozar só com a dor que eu te dou.”

“Por favor, Senhora… bata mais! Me quebre! Eu quero gozar pra você sem tocar… só sentindo sua raiva na minha pele!”

Batidas ritmadas: um, dois, três… intercalando com unhas arranhando as costas vermelhas, deixando sulcos finos que ardiam no ar salgado. O cheiro de couro, suor e sexo dominava tudo. Meu próprio corpo latejava: clitóris inchado, buceta pulsando vazia, mas o prazer era no controle absoluto.

“Agora goza, submisso. Goza sem encostar a mão. Mostra pra sua Senhora o quanto você obedece.”

Ele se contorcia, corpo suado colando nos lençóis, gemidos virando gritos abafados. Finalmente gozou – jatos quentes sujando a cama, corpo tremendo em espasmos violentos.

“Boa garota… não, boa cadelinha. Você gozou direitinho pra mim.”

Desamarrei ele devagar, massageando as marcas vermelhas e roxas, sentindo o calor da pele dele na minha. Ele se virou, olhos vidrados, voz rouca:

“Obrigado, Senhora… ninguém nunca me fez sentir assim. Eu sou seu. Sempre que quiser.”

Eu sorri, deitando ao lado dele, o mar sussurrando lá fora.

“Eu sei que é, Rodrigo. E na próxima vez… vou te fazer implorar ainda mais alto.”

O poder de dominar um homem como ele era o prazer mais intenso que eu já senti – cada gemido, cada marca, cada gota de suor dele virava minha vitória. E eu mal podia esperar pela próxima sessão.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Amo usar você

anônimo

12/12/2022

Amo usar você

submissa Eu fui de criança

relatoseroticos.es

04/09/2011

submissa Eu fui de criança

na fábrica de álcool, um madrile & Atilde; uma praia

relatoseroticos.es

08/11/2015

na fábrica de álcool, um madrile & Atilde; uma praia
Scroll to Top