Março 12, 2026

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Minha primeira vez, com um homem bem mais velho

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Minha história começa quando eu tinha 19 anos. Eu precisava encontrar um trabalho para ganhar algum dinheiro, mas precisava ser alguma coisa fácil, pois não tinha experiência profissional nenhuma.

Um dia, acompanhando minha mãe em um floricultura, fiquei sabendo que um senhor que produzia plantas ornamentais precisava de um ajudante. Pedi o endereço e fui lá ver se tinha algum trabalho para mim. Chegando lá, um senhor na casa dos 65 anos me atendeu, o sr. Francisco. Ele falou que a filha dele se casou e foi morar em outra cidade, e era ela quem o ajudava. Ele era viúvo, então estava precisando muito de uma pessoa para ajudar a plantar as mudas, regar e retirar os matinhos que crescem nos vasos. Era um trabalho informal, para ganhar apenas um salário mínimo. Aceitei, e ele passou a me ensinar tudo, com muita paciência e bondade.

Os dias foram passando, e notei que ficávamos somente eu e ele o dia todo dentro das estufas de plantas. A gente conversava pouco, mas ele sempre estava disponível para me ajudar em alguma dúvida, e muito generoso, comprava lanche e refrigerante para nós. Aos poucos fui criando um tipo de afeto por ele, como se ele fosse um tio gente boa.
Eu não tinha feito sexo ainda, apesar de já ter 19 anos. Eu sentia atração por mulheres, mas também tinha muita curiosidade em ter uma experiência homossexual como passivo. Eu já tinha brincado várias vezes com um consolo de silicone, para ver como é uma penetração anal, mas sentia que não deveria ser a mesma coisa que uma transa real. Em um dado momento eu fantasiei como seria ser passivo para o sr. Francisco. Com isso, passei a ter tesão por ele. Sempre que ele chegava perto eu sentia um arrepio, uma vontade louca de falar pra ele que queria dar pra ele, mas lógico que eu não tinha nem um pingo de coragem.

Mais um tempo passou, e sem querer eu notei que ele ficava me olhando quando eu estava de costas para ele. Senti que ele olhava para a minha bunda. Consegui comprovar isso quando eu estava perto de uma janela, e pelo reflexo vi ele colocando a mão dentro das calças para manipular o pinto, enquando eu me esticava para alcançar os vasinhos mais afastados na bancada, e ele tarando a minha bunda. Isso me deixou com mais tesão ainda, e passei a dar umas leves empinadas na bunda, enquanto me inclinava sobre as bancadas. Quando ele passava perto eu sentia o calor do tesão dele por mim.

Um dia ele não aguentou: eu estava dando uma empinada caprichada e ele veio por trás, encostando em mim, com o pau duro dentro das calças, me segurando levemente pelo quadril e dizendo perto do meu ouvido: “me desculpe, por favor me desculpe, mas eu não estou aguentando mais”. Eu senti um misto de sensações e sentimentos, só consegui falar olhando levemente para trás: “não precisa pedir desculpa, eu também não estou aguentando mais”. Então abaixei a bermuda e a cueca junto, até os joelhos, empinei bem a bunda, e senti o pau dele bem duro no meu rego, mesmo ele ainda de calças. Ele ficou alguns segundos processando o que eu tinha acabado de fazer, então abriu as calças, abaixou a cueca também, e segurando o pinto na mão, ficou pincelando o meu cuzinho com a cabeça do pau. Que sensação maravilhosa, eu finalmente estava tendo a experiência de sentir um pau de verdade no meio da minha bunda. Ele beijou o meu pescoço e perguntou “você quer mesmo?”. Eu respondi que sim, que era tudo o que eu mais queria. Senti meu rego ficar bem molhado: ele usou a própria saliva para me lubrificar. Então ele começou a forçar a cabeça do pau no meu cuzinho, eu empinei mais ainda, para dar acesso total a ele. Senti a cabecinha começar a entrar e “ploft”, entrou de uma vez. Não doeu, fui muito gostoso. Ele passou então a gingar devagar, em cada movimento um pouco mais do pau dele ia entrando em mim. Ele segurando firme na minha cintura, eu empurrando a bunda de leve contra o pau dele. Senti a barriga saliente dele encostar nas minhas costas, me inclinei um pouco mais para a frente, a bunda empinada no limite, ele mexendo um pouco mais rápido, senti os testículos dele bem duros batendo de leve na poupinha da minha bunda. Ele tinha colocado tudo dentro de mim. Ficamos nesse movimento, nesse rítmo maravilhoso, ele sendo meu macho, eu sendo a fêmea dele. Senti um prazer enorme, como se meu cuzinho estivesse amortecido, sentia o pau dele bem duro tocando dentro mim, era muito diferente do consolo. Era quente, macio e rígido ao mesmo tempo, as mãos grandes e fortes dele me segurando, me entreguei de corpo e alma.

De repente, as estocadas dele ficaram mais rápidas, a respiração dele ficou mais ofegante. Ele socou até o fim, o máximo que conseguiu, e soltou um gemido abafado. Senti o pau dele pulsando no meu cuzinho: ele estava gozando. Ele estava tendo um orgasmo muito intenso. Eu senti os jatos da ejaculação dele bem lá dentro de mim. Ele me abraçou bem forte, continuou com o pau dentro de mim. Senti o bigode dele roçando meu pescoço, ele respirando forte no meu ouvido. Aproveitei cada segundo daquele momento. Então, depois de um ou dois minutos, ele começou a tirar o pau de dentro de mim, ainda um pouco duro. Senti o esperma dele começar a escorrer do meu cuzinho. Escorreu pelo meu saco, pingou um pouco, e começou a escorrer pela parte de trás da minha coxa. Estava bem quente, e eu não senti vontade nenhuma de limpar. Apenas subi as calças, adorei ficar com o esperma dele no meio da bunda.
Ele perguntou se tinha sido bom, respondi que tinha sido maravilhoso. Eu disse que poderíamos repetir sempre que ele quisesse, e isso realmente aconteceu, várias vezes (correção: muitas e muitas vezes).

Sempre que era possível eu passava a noite na casa dele. Ele comprava roupinhas para mim: empregadinha, putinha, etc. Eu me vestia pra ele: calcinha enfiada na bunda, mini saia, topzinho com enchimento pra ter peitinhos, peruca, baton. Ele ficava alucinado de tesão, a gente transava várias vezes na mesma noite. Ele me confessou que nunca tinha sentido tanto tesão. Falou que o sexo com a esposa era bem sem graça, e que nunca tinha sentido orgasmos tão intensos como ele tinha comigo. Foi a maior experiência sexual da minha vida, e da dele também.

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