Março 17, 2026

8 Visões

Março 17, 2026

8 Visões

Meu personal trainer

0
(0)

Tínhamos apenas um ano de conhecidos, com comunicação meramente digital. Eu adorava ver seus vídeos de treino e a gente conversava de vez em quando por mensagem.

Confesso que decidi contratar os serviços dele só pra ter uma desculpa pra me comunicar e me aproximar de outra forma, com o benefício extra de me exercitar — afinal, gosto de me cuidar e de ficar bonita.

Sou uma mulher bonita, olhos puxados castanhos, lábios bem delineados, pele clara e corpo mais ou menos atlético, pernas fortes, bunda redonda e peitos grandes com mamilos rosados.

O coach montou minhas rotinas de exercício e eu tinha que mandar fotos das mudanças do corpo. No meio dessas fotos, eu mandava uma ou outra mostrando os peitos nus ou de lingerie sensual. Queria a atenção dele, porque realmente acho ele um homem muito atraente. Ele é naturalmente forte, músculos grandes, mas os lábios dele… me faziam imaginar todas as partes do meu corpo que eu queria que ele percorresse.

Por causa da pandemia, não tínhamos tido oportunidade de nos conhecer pessoalmente, mas já existia intimidade entre nós. Como eu disse, fazia quase um ano que a gente se falava, às vezes com mensagens bem quentes, porque eu nunca tive vergonha de dizer que adorava ele, que queria muito ter ele entre minhas pernas. E sei que eu também atraio ele — não sei se pela minha personalidade forte ou pelo meu físico, que como eu disse, não é nada mal.

Finalmente chegou o dia de um treino pessoal e privado. Marcamos uma sessão fechada onde ele faria demonstrações e correções dos exercícios que ele tinha passado nas minhas rotinas.

Tudo começou normal. Cada um chegou por seu lado no local — era tipo um depósito adaptado com coisas de academia e prateleiras. Tinha uma área separada pra outro tipo de treino que não precisava de aparelhos. Foi ali que a gente se viu.

Eu estava usando um shorts preto bem curto, que deixava a bunda de fora, e uma camiseta larga pra ficar confortável, mas o tecido era tão fino que dava pra ver meus mamilos. Peguei ele várias vezes olhando pros meus peitos. A gente se cumprimentou como se não fosse a primeira vez que a gente se via pessoalmente — abraço e beijo no rosto — e fomos direto pro treino.

Ele estava sendo muito profissional, mas em toda oportunidade roçava minhas pernas ou tocava minha bunda com alguma desculpa. E eu deixava. Por mim, ele podia tocar tudo o que quisesse. Eu já estava encharcada, tanto de suor quanto dos meus fluidos, de tanto tesão de ter ele ali, só pra mim.

De repente me peguei distraída, imaginando sacanagem com ele. Ele percebeu e me chamou atenção, falou que eu tinha que concentrar e trabalhar duro. Mas a única coisa dura que eu queria era o pau dele. Dava pra ver que era grande por baixo da roupa de academia e eu queria ele na minha boca.

Quase no fim da sessão, a gente foi fazer uns alongamentos no chão. Ele ficou de joelhos do meu lado pra posicionar meu corpo direito. Eu não aguentei mais. Tê-lo tão perto fez meu coração disparar como nunca.

Beijei ele na boca e ele correspondeu. Deitou sobre mim e continuou me beijando um tempão. A gente estava encharcado de suor. Ele começou a percorrer devagar minhas pernas e minha bunda com as mãos. Cada toque arrepiou mais minha pele. Eu já estava completamente entregue pra ele.

Continuou beijando minha pele molhada e salgada — os lábios, o pescoço. Acariciava meus mamilos por cima da roupa e me excitava mais e mais. Deslizou as mãos por baixo da minha camiseta e começou a apertar meus peitos. Levantou minha roupa e chupou eles, beijou, e voltava pra minha boca. A gente continuava se beijando com aquele gosto salgado da pele. Ele seguiu o caminho com as mãos, apertava minha bunda, e eu sentia o pau dele duríssimo e acariciava por cima da roupa.

Ele pegou minha mão e colocou dentro da calça dele. Acariciei o pau dele, grosso e delicioso. Masturbava ele enquanto ele beijava e chupava meus peitos. Meu short era tão curto que era só puxar pro lado e ele tinha acesso completo à minha buceta. Ele esfregava meu clitóris e eu me contorcia de prazer, enfiava os dedos na minha vagina enquanto eu masturbava ele no ritmo que queria que ele continuasse.

Mordiscava os lábios dele e eu percorria eles com minha língua. Não tinha palavras, a gente se comunicava só no olhar, instintivamente. Até que ele resolveu puxar meu short de uma vez. Aí eu baixei a calça dele também e abri as pernas pra ele me fazer sua.

Ele enfiou devagar. Eu sentia cada sensação em câmera lenta, uma onda de eletricidade percorrendo meu corpo. Eu tava em chamas por ele. Tirei a camiseta sozinha pra ele ter melhor vista e acesso aos meus peitos. Ele metia com força e eu me agarrava nas costas dele. Ele puxava meu cabelo de leve e me excitava mais ainda. Envolvi ele com minhas pernas pra ter ele mais fundo e comecei a rebolar. Dava pra ver na cara dele como ele tava adorando. Ele apertava minha bunda com força, resistindo pra não gozar.

Metia sem parar e eu comecei a me masturbar com o pau dele dentro. Tocava meu clitóris com uma mão e com a outra me agarrava nas costas fortes dele. A gente gozou junto e ele gozou dentro de mim. Terminamos ainda mais suados do que antes, sem pressa nenhuma, porque era um encontro particular e a gente tava sozinho.

Descansamos um tempo deitados no chão, seminus, entre risadinhas e beijos. Depois a gente se arrumou e saiu de lá com olhares cúmplices e um beijo de despedida. Nunca mais a gente tocou no assunto nem se viu pessoalmente.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

Precisa de uma foto

relatoseroticos.es

21/11/2015

Precisa de uma foto

Gahn aprobecha 3

relatoseroticos.es

24/03/2014

Gahn aprobecha 3

Agora o cuzinho do pivete é meu

anônimo

12/07/2019

Agora o cuzinho do pivete é meu
Scroll to Top