Março 20, 2026

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Meu marido comendo putas

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Nos meus 40 e poucos anos eu já estava no topo da minha profissão, mas apesar da minha excelente forma física, corpo modelado na academia e peitos falsos que enxiam a mão, presente de um ex mais velho e rico de quanto eu estava começando a carreira, eu não conseguia homens na mesma condição social que eu. Todos eram casados ou estavam procurando mulheres mais novas. Eu não tinha mais idade para amante.

Um dia, em uma balada, chegou o Gustavo e me deu uma cantada. Na hora eu ri daquele fedelho de 20 e tantos anos chegando em mim, mas depois eu pensei: foda-se, se eles podem, eu também. E a gente foi para o motel no meu carro.

Meu deus, que noite. Ele me comeu a noite inteire, eu nem sabia como homens mais novos tinham tanta estamina, pois quando eu estava nos meus 20 anos, só saia com caras ricos e influentes. No dia seguinte, no trabalho, eu fico molhada só de pensar na noite com ele.

O tempo passa, a gente fica regular, eu nem penso em outros homens e ele, era o mais fofo, me tratava super-bem, me comia e apesar dos meus presentes e do upgrade no guarda-roupa dele, estava estudando duro. Ele me pede em casamento logo depois de se formar. A gente mora na minha casa, mas eles começa a trabalhar e eu não me sinto explorada, pelo contrário, eu sinto que eu que estava levando a melhor.

Meu deus, aquela pica. Eu queria sempre o pau dele, e não só dentro de mim. Adorava chupa-lo e ele sempre elogiava o meu boquete (anos de prática com pica mole de velho). A gente transava o tempo todo, sempre que ele queria, era só me pegar. Quando eu voltava da corrida suada, ele vinha e me comia, antes mesmo deu tomar banho. Quando eu saia do banho, antes de me vestir para trabalhar, ele me pegava e me comia, o que muitas vezes me fez chegar atrasada.

Porém eu não conseguia acompanhar o ritmo dele. Roberto adorava ir para a balada, no começo eu ia com ele, sempre vestida com o oposto do meu dia-a-dia de executiva, não, quanto a gente saia junto, eu ia de putinha, ele sempre pedia para eu colocar os vestidos mais justos e curtos, dizia que gostava de me exibir para os outros. Isso era o céu para mim e mais de uma vez eu dei para ele ali mesmo balada. Nada melhor que a sensação de voltar para casa com a minha calcinha no bolso dele e a minha boceta escorrendo de porra.

Mas depois de 5 anos com a gente casados, eu sou promovida. Fico sem tempo para ficar saindo e também estou frequentemente exausta. Mas não queria que ele parasse por mim, por isso insisto que ele saísse sozinho com os amigos.

Depois de algumas vezes ele volta para casa com cheiro de mulher. Eu sinto na roupa dele, mas não falo nada. Não era justo, eu havia dado mais que chuchu na cerca quando era mais jovem e ele só tinha tido duas namoradas antes de mim. Ele me come mesmo assim e senti-lo dentro de mim mas com o perfume de outra curiosamente me dá um tesão enorme. Eu me sinto usada e submissa.

Depois disso, toda vez que ele estava fora de noite eu me masturbava pensando nas putinhas que ele estava pegando, no pau do meu macho fodendo elas, até que um dia ele chega, já de manhã, bêbado e fedendo muito perfume barato. De cara eu vejo os chupões no pescoço dele. Resolvo confronta-lo e não demora para ele confessar que estava me traindo. Eu sabia disso, mas ao ouvir ele confessar eu sinto uma mistura de ciúmes e tesão ao saber que as minhas fantasias eram reais.

Ele se mostra arrependido, pede desculpas e tal, mas eu então digo:

— Tudo bem querido, eu não estou brava com você.

E então eu o beijo e logo nos estamos nos pegando. Eu estava só com uma Yukata bem leve que logo abre, ele pega no meu peito com uma mão e vai com a outra na minha boceta. Eu fico com vergonha dele estar percebendo o quão molhada eu estava.

Eu não aguentava mais, fico de cócoras, abro a braguilha dele e enfio o pau na boca. Sinto o gosto da boceta da vadia que ele havia fodido misturado com o gosto da porra dele enquanto me masturbo. Depois deito de bruços e peço para ele me comer por trás. Ele faz isso, mas começa a dizer que para ele só havia eu e essas bobagens que homem safado fala. Eu corto logo:

— Me fala quem você comeu.

— Uma garota que eu peguei na balada

— Que nem você fez comigo, não é safado?

— Sim, continuo com a minha lábia.

— Como ela era?

— Morena, mais baixa e cheinha que você.

— Gostou?

— Sim

— O que vocês fizeram?

— A gente se pegou na balada e depois foi para o carro, mas não chegamos no motel, ela pega no meu pau enquanto eu estava dirigindo e acabamos parando em uma corra e transando no carro.

— No carro que eu te dei… — Gemo de tesão com a ideia dele estar usando o carro para foder vadias por ai — Me usa como se você ainda estivesse fodendo ela. Me usa como depósito de porra!

Ele pega o meu cabelo, puxa a minha cabeça para trás e me fode fundo. Eu já tinha gozado 3 vezes mas nem sinto quando ele esporra em mim, a vadia havia secado as bolas do meu marido.

Gustavo sai de dentro de mim, eu toda ofegante espero para conseguir falar:

— Você pode ter as suas aventuras, eu só quero que você me conte tudo, me fale tudo o que você faz com as putinhas que você come. Sem segredos.

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