Março 23, 2026

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Comeram minha nova namorada num nlube de swing

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Tô aqui sentado no sofá de casa, o sol entrando pela janela, olhando a Martina dormindo na cama. Ela tem o lençol enrolado entre as pernas, o cabelo todo bagunçado, e um sorriso que não sai nem dormindo. Ontem à noite foi pesado. Ontem à noite foi uma loucura. E eu tô aqui, com o chimarrão esfriando, sem acreditar no que aconteceu.

A coisa vem de tempo. Martina tem 23, eu 48, e desde que começamos a sair, o sexo sempre foi bom. Mas faz umas semanas, algo mudou. Ela ficou mais atrevida. Me mordia mais forte. Me falava coisas no ouvido que antes não falava. Uma noite, depois de transar, ela soltou: “Você já pensou em um ménage?”. Eu quase caí da cama. Falei que sim, que já tinha pensado, mas que nunca tive coragem de falar. Ela riu e montou em cima de mim de novo.

O amigo que recomendou o clube se chama Pablo. É um cara grande, uns 45, que já tem experiência nessas coisas. Ele disse: “Vão sem expectativas, olhem, e se rolar, rolou”. Semana passada falei pra Martina: “Vamos sábado?”. Ela me olhou fixo, com aqueles olhos verdes que tem, e disse: “Me leva”.

Chegamos no clube umas onze e meia. É uma casa grande, num bairro meio afastado, com um portão preto e um jardim que não dá pra ver direito de noite. Dentro tinha um bar, luzes vermelhas, música baixinha. Gente de todas as idades, desde jovens de vinte e poucos como nós até senhores de sessenta. Martina tava agarrada na minha mão com força, mas não de medo. Eu sentia ela trêmula, excitada.

Pedimos uma bebida e sentamos num sofá de couro, vendo o pessoal se mexer. Numa esquina, um casal se beijava encostado na parede. Noutra, uma mina fazia um boquete num cara enquanto outro olhava. Martina olhava tudo com os olhos bem abertos.

“O que achou?”, perguntei.

“Tá legal”, disse, mas não olhava pra mim. Olhava pra mina que tava chupando.

Aí eu percebi que ela tava mais quente que eu. Ela se aproximou, me pegou pela nuca e me beijou. Um beijo forte, com língua, daqueles que deixam sem ar. Eu agarrei a bunda dela com as duas mãos, apertando aquela carne que tanto me deixa louco.

“Quero que me comam”, ela sussurrou no meu ouvido. Não disse “me come”. Disse “que me comam”. No plural.

Aí meu pau ficou duro de um jeito que doía na calça.

Não demorou muito até um cara se aproximar. Um moreno, grandão, uns 40, com barba e cara de gente boa. Ele parou na nossa frente e olhou pra Martina de cima a baixo. “Vamos dançar?”, perguntou. Martina olhou pra mim, eu devolvi o olhar, e fiz um gesto com a cabeça. Ela levantou e foi com ele pra pista.

Fiquei olhando. O cara pegou ela na cintura e começaram a dançar colados. Ela tava com um vestido preto curto, desses que sobem sozinhos. O cara agarrou as nádegas dela e ela não se mexeu. Pelo contrário, encostou mais. Aí senti um nó no estômago. Não de ciúme. Era outra coisa. Era como ver um filme em que eu era o protagonista mas também o espectador.

Nisso, se aproxima uma mina. Loirinha, uns trinta e poucos, com um vestido vermelho que não deixava nada pra imaginação. “Tá sozinho?”, ela disse. “Não, aquela é minha namorada”, falei, apontando pra Martina. A loira olhou, viu como o moreno metia a mão por baixo do vestido dela, e riu. “Parece que ela também não tá sozinha”.

Ela me serviu mais uma bebida e sentou do meu lado. “Gosta de olhar?”, perguntou. “Não sei”, falei, e era verdade. Não sabia se gostava, mas meu pau tava tão duro que se eu levantasse, com certeza ia aparecer.

“Olha como ele pega ela”, me disse a loira, e colocou a mão na minha perna. “Olha como ele levanta ela”.

Martina tava com as pernas abertas, apoiada no moreno. O cara tinha subido o vestido dela e tava passando a mão na buceta por cima da calcinha. Ela tava com a cabeça jogada pra trás, os olhos fechados. Tava adorando.

A loira desabotoou minha calça. Eu não falei nada. Ela tirou meu pau pra fora e segurou. “Que pau bonito”, disse, e começou a punhetar devagar. Eu continuei olhando pra Martina. Ela não olhava pra mim. Tava noutra.

O moreno levou ela até um sofá, no fundo, onde já tinha outro casal. Ele puxou a calcinha dela de uma vez. Martina tirou ela toda e deixou no chão. Colocou ela de quatro no sofá, de costas pra ele. Eu já tava quase gozando com a mão da loira.

Quando o cara começou a meter nela, Martina gritou. Não foi um grito de dor. Foi um gemido longo, fundo, que se ouviu no salão inteiro. Eu senti meu coração dar um pulo. A loira tava me chupando agora, com a boca cheia, e eu olhava pra minha namorada, pra Martina, com a buceta aberta, empurrando contra o cara, pedindo mais.

O moreno comia ela com força. Tava agarrado nos quadris dela e metia até o fundo. Martina se mexia, se contorcia, enterrava a cara no sofá. Num momento, ela gozou. Eu vi ela tremer, se sacudir inteira, cair desmaiada de prazer no couro.

E aí apareceu outro cara. Um magro, mais jovem, uns 25. Se aproximou de Martina, levantou ela, sentou ela no colo dele. Ela nem resistiu. Pegou o pau dele com a mão e enfiou na boca. Tava chupando ele enquanto o moreno continuava metendo por trás. Os dois ao mesmo tempo. Martina tinha um pau na boca e outro na buceta.

Eu já não aguentava mais. A loira montou em cima de mim, pegou meu pau e enfiou. Tava encharcada. Se movia em cima de mim, rápido, forte, enquanto eu olhava Martina sendo comida pelos dois caras. A loira gozou, gritou, e eu senti ela apertar. Gozei dentro dela, sem me cuidar, sem pensar, só sentindo o prazer mais animal que tive em anos.

Quando abri os olhos, Martina tava largada no sofá, escorrendo, com os dois caras parados ao lado. Um passou a mão no cabelo dela. Ela sorriu. Me olhou de longe e fez um gesto com a mão. Não era um aceno. Era tipo “vem”.

Me levantei, com o pau ainda meio duro, e caminhei até ela. Me ajoelhei na frente do sofá. “Gostou?”, perguntei. “Amei”, disse, com a voz rouca. “Agora quero o seu”.

Montei em cima dela, naquele sofá cheio de fluidos, e enfiei. Tava tão aberta, tão molhada, que entrei como se fosse nada. Ela gemia, me arranhava nas costas. “Seu filho da puta”, disse, rindo. “Gostou de me ver sendo comida?”. “Sim”, falei. “Demais”.

Terminamos ali, no meio dos dois, ela gozando de novo e eu enchendo ela.

Depois fomos embora. A loira me deixou o número dela. O moreno deu um beijo na boca da Martina. Saímos de mãos dadas, sem falar, até o carro.

Hoje acordei cedo. Martina continua dormindo. Tem marcas no pescoço, nas coxas. O vestido preto tá jogado no chão, rasgado num lado. A calcinha, aquela calcinha vermelha que eu tanto gosto, apareceu no banheiro, molhada, amassada.

Eu olhei pra ela. Olhei ela dormindo e senti algo estranho. Não ciúme. Não posse. Era como ver ela livre. Ver ela desejada por outros e ela escolher voltar comigo.

Sei que isso não vai parar aqui. Sei que semana que vem, ela vai dizer: “Vamos de novo?”. E eu vou dizer que sim. Porque ontem à noite, enquanto olhava, entendi uma coisa: não é que eu goste que me traiam. É que eu gosto de ver ela ser uma puta. E que essa puta seja minha.

Agora ela tá se mexendo na cama. Acordou. Me olha com aqueles olhos verdes e sorri.

“O que tá fazendo aí, punheteiro?”, me diz.

“Lembrando de ontem”, respondo.

“Ontem foi só o começo”, diz, e se espreguiça, mostrando os peitos, os mamilos duros. “Hoje é sua vez. Quero ver você com outra. Enquanto eu olho”.

Meu pau endurece de novo. Já não sei mais se é vício ou amor. Mas com Martina, tudo isso é a mesma coisa.

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