Março 27, 2026

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Viagem quente no Ônibus

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Eu estava na rodoviária comprando uma passagem para voltar pra minha cidade quando uma morena deliciosa na fila do guichê chamou minha atenção. Fiquei olhando pro corpo dela e sonhando acordado quando o atendente me tirou do devaneio:

— É a sua cara… Última passagem.

Fui alegremente pra parte de trás do ônibus quando, surpreso, descobri a morena sentada no assento ao lado do meu. Ela se chamava Laila e era muito simpática. Assim que o ônibus partiu, já estávamos conversando animadamente. Falamos quase sem parar até a primeira parada. Quando descemos pra lanchar, pude perceber melhor o quanto ela era atraente. Usava um vestido leve que, com a brisa, marcava seu corpo perfeito.

Ao notar meus olhares mais demorados nas coxas dela em determinado momento, ela, enquanto mordiscava seu lanche, sorriu e perguntou o que eu estava olhando.

— Tô reparando que seu namorado é um cara com muita sorte, arrisquei.

— Sério? Por quê? — respondeu ela, olhando fundo nos meus olhos.

— Não é fácil encontrar uma garota tão bonita e que ainda sabe conversar — disse, sem tirar os olhos do decote dela.

— Obrigada pelo elogio, Marcos, mas não tenho namorado. Dá muito trabalho… — e enquanto voltava pro ônibus, respondeu por cima do ombro:

— Além disso, eu gosto é de variar!

Disse isso e piscou pra mim. Meu copo de suco quase caiu do balcão. Fiquei olhando ela se afastar, incrédulo. Resolvi ir ao banheiro molhar o rosto pra recuperar a compostura. Me olhei no espelho, pensando no que poderia dizer pra tentar alguma coisa.

Não cheguei a nenhuma conclusão, mas quando voltei pro ônibus descobri que ela tinha vindo me procurar. Rindo, disse:

— Nossa, como demorou… Custou muito pra guardar?

— Como assim? — perguntei, sem entender no começo.

— Hehehe… nada, deixa pra lá. É uma piada da época do colégio.

— Como é isso? Conta, não entendi.

— Não, melhor deixar… — respondeu, desviando a conversa com um ar fingidamente tímido.

Insisti até ela responder, fingindo vergonha:

— É que no colégio, sempre que um menino ia ao banheiro e demorava, a gente cochichava que ele devia ter um “negócio” muito grande, por isso demorava pra guardar.

A gente riu muito com a história, e a partir daí a conversa começou a esquentar. Ela era extremamente safada, e com cada comentário ou caso picante que mencionava, meu pau crescia um pouco mais dentro da calça. Comecei a olhar pro decote e pras coxas dela com ansiedade. De novo ela percebeu e perguntou se eu tava gostando do que tava vendo. Respondi que embora não visse muito, gostava muito.

— O que mais você gostaria de ver?

— Na verdade, eu queria ver tudo… — respondi, e com isso coloquei minha mão na perna dela, levantando seu vestido e deixando sua coxa carnuda à mostra.

— Não, não, não… — brincou ela, — é troca. O que eu ganho pelo direito de ver? — perguntou, maliciosa.

— O que você quiser… O que você gostaria de ver?

— Se “isso” aqui é muito grande… — e dizendo isso, colocou a mão por dentro da minha calça, apalpando meu pau duríssimo.

Ao fazer isso, aproximou o rosto do meu e murmurando “Nossa…”, fechou os olhos, me convidando pra um beijo. Não precisei esperar… Na escuridão do ônibus, com a maioria dos passageiros já dormindo, nossas línguas começaram a se descobrir e explorar mutuamente. Minha mão deslizou pelo corpo moreno dela enquanto ela apertava meu pau, aumentando meu martírio.

Olhando ao redor pra ver se alguém próximo estava acordado (ninguém estava), ela abaixou o zíper da minha calça, fazendo um barulho horrível, pelo menos pra mim. Preocupado se alguém ia perceber o que tava rolando, quase não acreditei quando ela, com grande dificuldade, conseguiu puxar meu pau pra fora da calça e segurou ele com as duas mãos, olhando admirada.

— Nossa, que delícia… — dizia, enquanto apalpava, me deixando louco.

Eu não aguentava mais…

— Coloca na boca, coloca… — ela me deu um tapa no braço, fingindo indignação:

— Ah, é assim? Você vai por aí pedindo pra garotas te chuparem no primeiro encontro?

Não acreditei no que ela disse, preocupado que ela tivesse se ofendido. Mas ela ignorou minha bobagem e, depois de olhar de novo ao redor pra confirmar que todos dormiam, abaixou a cabeça até meu colo, colocou a língua pra fora e começou a lamber. Depois de um tempo brincando assim, levantou o corpo e, levando a boca ao meu ouvido, disse:

— Teu pau é tão gostoso… Vou te chupar. Quero fazer você gozar.

Ouvir isso me deu arrepios. Ela se abaixou e, sem mais conversa, me fez o melhor boquete que já experimentei na vida… Subia e descia com maestria a boca no meu pau duro, enquanto eu passava a mão na bunda dela, tentando explorar a calcinha que já aparecia, porque o vestido dela tinha subido até a cintura. A posição no banco não ajudava muito, e meu medo de que a qualquer momento alguém acordasse e visse aquela festa me gelava o estômago. Mas ela não parecia se importar. Me chupava como se a vida dependesse disso, alheia ao que estava ao redor.

De repente, parou de chupar (bem quando eu sentia que ia gozar logo), se levantou e disse:

— Mudei de ideia… Me deixa passar.

Já no corredor, parou ao meu lado (que estava perplexo com a interrupção) e brincando com meu pau disse:

— Guarda isso, rapaz… Mas não deixa ele dormir — e com isso entrou no banheiro com a bolsa.

Fiquei puto ali, de pau duro, esperando ela voltar e tentando entender o que deu na cabeça dela pra falar que queria me fazer gozar e depois, assim, sem mais, me deixar ali, literalmente de pau na mão.

Poucos minutos depois ela voltou, olhando banco por banco pra ver se tinha alguém acordado, percebi. Quando passou por mim de novo, deslizei a mão por baixo do vestido dela e descobri o que ela tinha feito no banheiro… Ela tinha voltado sem calcinha! Tentei puxar ela pra sentar no meu colo, mas ela pulou pro assento dela, perto da janela.

— Deixa eu ver teu pau.

Abri minha calça de novo, mostrando meu pau duro. Ela me beijou de novo e fez algo que quase me deixou louco: abriu as pernas e apoiou elas nos encostos da frente. Levantando o vestido, enfiou dois dedos na própria buceta e, tirando eles, passou no meu pau duro, dizendo:

— Olha como ela tá molhada…

Quase gozei na hora, certeza que ia bater no teto do ônibus!!! Os dedos dela pareciam queimar meu pau. Tava impressionado como aquela garota era safada. Queria possuir ela em todos os sentidos. Ela colocou uma camisinha que tinha trazido do banheiro no meu pau e decidiu sentar no meu colo e enfiar meu pau na buceta dela. Ela se sentou, engoliu ele todo e soltou um gemido abafado das nossas gargantas.

O problema, claro, era onde estávamos, com mais de 30 pessoas. Os que estavam perto dormiam, então seguimos em frente. Obviamente ela não conseguia se mexer com liberdade nem facilidade, o que dificultava um pouco, mas não tornava menos gostoso. O vestido dela escondia nossos sexos, mas a cavalgada dela, mesmo contida, era bem reveladora. Ela parecia estar adorando, observando o ônibus em busca de qualquer movimento.

Estávamos sentados no assento dela e eu tava quase gozando quando, de repente, vimos movimento na parte da frente do ônibus. Paramos na hora, ela desceu de mim e sentou no assento do lado do corredor. Rapidamente jogamos a manta por cima de mim, que tava com a calça abaixada até os tornozelos.

Uma mulher caminhava pelo corredor em direção ao banheiro. Laila segurava meu pau por baixo da manta, me masturbando. Tentei tirar o pau da mão dela, mas ela sorriu e continuou, dizendo que não queria que ele amolecesse:

— Fica quieto, senão você acorda o ônibus todo.

— Solta meu pau, louca… A mulher vai perceber.

— Não… Ela não me importa. Deixa ela ter o próprio pau, esse aqui é meu. E ainda não terminei de usar — disse rindo. Depois colocou a cabeça debaixo da manta e começou a me chupar de novo.

A atitude dela me deixou agitado, mas também quase me matava de tesão. Era totalmente safada, mas de um jeito suave, sensual e delicioso.

A mulher finalmente terminou de ir ao banheiro e voltou pro assento dela. Ao passar pela gente, diminuiu o passo ao ver Laila com a cabeça apoiada no meu colo, ainda meio coberta pela manta. Ela seguiu andando pra frente, pra alívio geral, mas pra mim ela viu mais do que devia. De qualquer forma, felizmente não fez escândalo, não acendeu as luzes, não fez a gente parar, nem chamou bombeiros ou escoteiros…

Não podíamos começar a foder de novo assim, porque Laila teria que ficar por cima de mim, e a mulher certamente perceberia qualquer movimento mais explícito da nossa parte. Mas a gente tava com muito tesão. Continuamos nos beijando, Laila acariciando meu pau e eu deslizando a mão pela buceta dela. Cruzamos a manta pequena por cima das mantas, e ela reclinou o corpo e abriu as pernas pros meus dedos. Sem parar de beijá-la (principalmente pra abafar os gemidos), comecei a passar os dedos na buceta dela, primeiro por fora, levemente… Depois introduzi um dedo, depois dois.

Ela rolou feliz na minha mão. Quando comecei a mover meus dedos em círculos na buceta dela, em poucos instantes ela gozou, abafada pela minha boca colada na dela. Pouco depois, o ônibus saiu da estrada pra parar numa das estações com restaurante. Muita gente permaneceu no ônibus dormindo. Demos um tempinho pro pessoal descer e ir pro lanche, e quando o movimento dentro do ônibus cessou, eu disse:

— Vamos, querida… tenho alguns assuntos pendentes com você!

— Tinha razão… você é mesmo um safado — disse rindo, e me seguiu.

Fomos direto pra área do banheiro. Por causa da hora avançada, e também porque ali, felizmente, só estava estacionado nosso ônibus, embora enorme, o posto estava quase vazio. Ficamos, de mãos dadas, olhando os banheiros masculino e feminino. Ela tomou a iniciativa:

— Vamos no feminino. Acho que tem menos mulheres acordadas. E além disso, se me pegarem no masculino, vão querer me comer”, riu divertida.

Ela andou na minha frente, olhou ao redor vendo se tinha alguém e me fez sinal pra entrar. O banheiro era enorme, muito bonito e bem cuidado, diferente daqueles postes capengas pela estrada. Fomos direto pro último box de uma fileira longa. Fechamos a porta e começamos a nos pegar. Ajoelhei no chão na frente dela e, levantando o vestido, finalmente pude ver mais de perto aquela buceta linda.

Estava bem aparada, com um corte reto, uma tira de pelos bem baixa, terminando num par de lábios deliciosos. Levantei uma das pernas dela, apoiando no vaso, e ataquei aquela fruta tentadora. Lambi e chupei a buceta dela, enfiei a língua o mais fundo que pude, enquanto ela segurava minha cabeça entre as pernas e se movia sensualmente.

Logo ela já estava gemendo de novo… Pensei que se alguém entrasse, bateria na porta e perguntaria se ela estava passando mal. Resolvi diminuir o risco e inverter as coisas. Levantei e abaixei minha calça, soltando meu pau de novo. Ela me deu mais uma mamada, deixou ele brilhando, e tirou outra camisinha da bolsa. Depois virou de costas pra mim, colocou uma perna de novo no vaso e levantou o vestido.

A bunda dela tava quente, linda. Coloquei meu pau na entrada da buceta e a penetrei. Com o tesão que a gente tava, enfiei o pau dentro e começamos a foder rápido, forte, sem tempo pra romance. Foi uma foda suja e muito gostosa. Meu corpo batendo na bunda dela, fazendo aquele barulho característico pra quem ouvisse. Mas a gente já não conseguia se controlar, agora tudo tava “ladeira abaixo”.

Olhei aquele corpo moreno, o vestido levantado, aquela bunda deliciosa, o inusitado da situação… Senti que tava fodendo uma estrela de filme pornô. Mais alguns movimentos e anunciei que ia gozar. E foi aí que ouvimos gente entrando no banheiro.

Paramos de nos mexer e ficamos atentos, escutando. Pareciam duas mulheres conversando.

— Não é impressão minha… Estavam aprontando na parte de trás do ônibus. Sei do que tô falando.

— Ah, Ester, deixa disso… E se eles só estavam se beijando, e daí? São jovens.

— Beijos? Sei que estavam fazendo outras coisas. O menino até tava suando. E aquela garota parece uma puta.

Dentro do box, a gente engoliu o riso, enquanto Laila ao meu lado segurava meu pau, me masturbando levemente. Da forma mais discreta que pudemos, sentei ela no vaso e, com meu pau na altura da cara dela, comecei a foder a boca dela, com camisinha e tudo.

Lá fora, a discussão continuava sobre nossa falta de vergonha e se estávamos só saindo inocentemente ou reescrevendo a definição da palavra “pecado”. No banheiro, meu pau tava prestes a explodir, eu tava morrendo de vontade de foder Laila de novo e as duas putas não saíam. Comecei a pensar em como a gente ia sair dali e na possibilidade de perder o ônibus se elas demorassem muito.

Felizmente, depois do que pareceu uma eternidade, as vozes diminuíram e elas foram embora. Nesse mesmo instante trocamos de lugar, eu sentei no vaso e Laila, de costas pra mim, sentou no meu colo. Segurei aqueles peitos deliciosos, já fora do vestido, e acariciei as coxas arredondadas dela. Como aquela morena era gostosa. Não aguentei mais e meu leite reprimido por tanto tempo finalmente jorrou dentro dela, enchendo a camisinha que ela usava. Senti como se pudesse apagar um incêndio, tal era a intensidade e quantidade dos meus jatos dentro dela. Ela diminuiu o ritmo, ainda mantendo meu pau dentro da buceta, e começou a se mexer em cima de mim. Senti arrepios percorrerem meu corpo enquanto recuperava o fôlego.

A gente se apressou pra não perder o ônibus. Ela saiu, viu se o corredor estava limpo, e então eu saí do banheiro. Na porta, saímos de mãos dadas, e ao chegar no ônibus vimos que a tal “Ester” estava na janela, olhando pra gente. Com certeza nos viu saindo juntos do banheiro. Pensei um pouco na situação e, puxando Laila pra perto de mim, dei um beijo longo na boca dela.

Estávamos bem em frente à janela da tia… Levado por um impulso, provavelmente influenciado pelo comportamento safado de Laila, abaixei minha mão e dei uma super apalpada na bunda dela, fazendo o vestido entrar entre aquelas nádegas deliciosas. Entramos rindo no ônibus, ignoramos a fofoqueira, e dormimos abraçados o resto da viagem.

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