Março 27, 2026

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O preço do trabalho

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Eu estava desesperada. O trabalho valia metade da nota e eu não fazia ideia de como fazer. Se eu tirasse nota baixa, meus pais não iam deixar viajar com o Gustavo no feriado. E eu já estava sonhando com a praia fazia semanas.

Só tinha uma pessoa que podia me salvar: Jean, meu vizinho. O nerd da sala que fazia todos os meus trabalhos desde que entramos na faculdade. Ele sempre topava na hora, bastava um sorriso e um “obrigada” e ele ficava todo bobo. Eu sabia que ele gostava de mim. Todo mundo sabia. Mas ele nunca tinha ido além de um olhar tímido.

Então, fui na casa dele, indo direto ao ponto.

— Jean, preciso de você. Esse trabalho… se eu não tirar nota boa, meu feriado acabou. Você faz pra mim, né? Por favor?

Ele me olhou diferente. Não era o olhar bobo de sempre. Tinha alguma coisa ali que eu não conhecia.

— Faço — ele disse, devagar. — Mas dessa vez quero algo em troca.

Meu sorriso congelou.

— O quê?

Ele respirou fundo. Eu vi que estava nervoso, mas decidido.

— Quero perder a virgindade. Com você.

Olhei pra ele como se tivesse falado grego. Jean? O menino magrelo, sem jeito, que eu nunca nem tinha pensado desse jeito? Querendo transar comigo?

— Nem morta — respondi na hora.

Ele deu de ombros, meio triste, mas firme.

— Então não vou fazer.

Fiquei em choque. Ele nunca tinha me negado nada. Tentei outro caminho.

— Um beijo. Posso te dar um beijo. Na boca. E um abraço bem gostoso. Pronto.

Ele balançou a cabeça.

— Não é a mesma coisa.

— Jean!

— Escuta — ele falou, e eu vi que já tinha pensado nisso. — Eu sei que você não quer transar comigo. Mas eu preciso… sentir alguma coisa. Chegar perto. De verdade.

Fiquei em silêncio, esperando.

— Deixa eu te propor uma coisa — ele continuou. — Você deita de bruços na minha cama, de roupa. Eu deito por cima, de roupa também. E vou simular que estou te comendo. Só isso. Nada de penetração. Só o contato.

Eu abri a boca pra negar, mas ele me cortou.

— É isso ou nada. Escolhe.

Pensei no Gustavo, na praia, no trabalho que eu ia perder. Pensei em Jean por cima de mim, mesmo de roupa. Me deu um nojo rápido, mas ao mesmo tempo… ele parecia tão decidido. E era só dez minutos.

— Está bem, eu deixo, mas vão ser só dez minutos, vou marcar — falei. — Nada de tirar roupa. E você começa o trabalho hoje.

Ele assentiu, sério.

— Combinado.

Meu coração estava acelerado quando entrei no quarto. Era um quarto de nerd mesmo, tudo arrumadinho. Deitei de bruços na cama dele, como combinado. O colchão é bem macio. Eu usava um short de lycra preto, um pouco curto e camisa folgada. Ele ficou ali parado uns segundos, e eu senti o olhar dele no meu corpo. Meu rosto estava enterrado no travesseiro de vergonha.

Aí ele deitou. O peso dele em cima de mim foi estranho no começo. Ele era mais pesado que eu imaginava. As pernas dele encostaram nas minhas, o peito dele colado nas minhas costas. Senti a respiração dele no meu pescoço, quente, um pouco trêmula. Ele não se mexeu nos primeiros segundos. Só ficou ali, como se estivesse sentindo o momento. Depois começou. Movimentos lentos, o quadril dele pressionando na minha bunda. No começo foi leve, quase como se ele tivesse medo. Mas aí o ritmo foi mudando. Ficou mais firme, mais gostoso. E foi aí que eu senti. Ele estava duro. Muito duro. E era grande. Dava pra sentir por cima da roupa – ele usava um short de algodão. O volume inteiro dele encaixado no vão da minha bunda, roçando exatamente na minha entrada mais sensível. Fiquei arrepiada na hora. Não era do jeito que o Gustavo fazia, muito rápido. O Jean fazia um movimento contínuo. Subia, descia, encaixava. A respiração dele no meu pescoço ficou mais intensa. Ele passou os braços por baixo dos meus, envolvendo meu corpo até prender as mãos firmemente nos meus ombros. Ele me mantinha ali, firme contra ele. Meu corpo começou a responder. Senti um calor descendo pela barriga, uma pressão. Fiquei molhada. A cada roçada do pau dele na minha bunda, o short de lycra parecia entrar mais. Eu sentia exatamente o formato, o tamanho, a dureza. Era maior que o do Gustavo.

Eu perdi a noção do tempo. Só fechei os olhos. Os dez minutos viraram quinze, talvez vinte. Não importava mais. Eu sentia o ritmo, o cheiro dele, a mão dele firme no meu ombro, a respiração no meu ouvido. Ele aumentou a velocidade. O roçar ficou mais forte, mais profundo. Eu não mexia, só sentia. Meu corpo estava mole, entregue, o short encharcado. Cada movimento dele fazia uma onda de prazer subir e descer. Até que ele parou. O corpo dele ficou rígido por cima de mim. Eu senti o pau dele pulsando, contraindo, uma, duas, três vezes. Ele segurou a respiração, soltou um gemido abafado no meu pescoço. Depois ficou imóvel, ofegante. Ele tinha gozado. Na roupa. Em cima de mim.

Nenhum dos dois se mexeu por um tempo. Só a respiração pesada, o peso dele nas minhas costas, o cheiro do suor dele. Eu ainda estava molhada, o corpo quente, o coração batendo como se eu tivesse corrido. Ele rolou pra lado, devagar. Eu fiquei de bruços mais uns segundos, só respirando. Quando levantei, arrumei a camisa, passei a mão no cabelo. Ele estava sentado na cama, o rosto vermelho, a marca do gozo crescendo e escurecendo o tecido do seu short.

— O trabalho. Você vai fazer. — falei, com tom de ordem.

— Sim — ele respondeu.

Saí do quarto, passei pela sala, abri a porta da casa dele. Andei pelo corredor até minha casa com as pernas bambas. Sentei no sofá, encostei a cabeça. Eu ainda sentia ele em cima de mim. O peso, o ritmo, o pau dele duro roçando no lugar certo. Passei a mão no meu short e senti uma umidade que ele deixou; estava sujo do gozo dele. Fiquei olhando pro teto, confusa. Eu gostei. Não era pra ter gostado. mas a verdade é que eu adorei.

Passei a noite inteira pensando. Deitada na cama, depois que aconteceu, eu fiquei ali sentindo o corpo ainda quente, o short encharcado. Fui pro banho, me troquei, deitei de novo. Não consegui dormir. Ficava revirando, lembrando o peso dele em cima de mim, o jeito que ele me prendia pelos ombros, aquele pau duro roçando na minha bunda. Me toquei pensando nele. Gozei rápido, com vergonha de mim mesma.

No outro dia, resolvi voltar. Só precisava de uma desculpa. Pensei em pedir outro trabalho. Vesti uma saia curta, de tecido fino. Queria sentir mais dessa vez. Bati na porta, ele abriu. Estava com aquela cara de bobo, meio sem jeito. Entrei. Ele me entregou o trabalho pronto. Peguei, dei uma olhada rápida, nem importava.

— Ficou bom — falei, como se estivesse avaliando — Tenho outro trabalho.

Ele só acenou com a cabeça. Não pediu nada em troca. Tive que explicar.

— A gente pode repetir o que fizemos ontem — falei, como se fosse óbvio.

Ele concordou, todo bobo. Fui na frente pro quarto. A cama dele era macia, eu gostei disso. Deitei de bruços, igual da outra vez, a saia subindo um pouco nas coxas. Ele ficou parado atrás de mim.

— Seu short arranhou minha pele — falei, inventando na hora. — Fica só de cueca.

Ele tirou o short e a camisa. Eu olhei de relance. O pau dele já estava duro, marcando no tecido. Senti um calor na barriga. Desviei o olhar rápido. Ele deitou em cima de mim. Só de cueca. Eu de saia. O tecido fino separava a gente, mas eu sentia o calor do corpo dele, a dureza. Ele começou os movimentos devagar, como no dia anterior. O pau roçando na minha bunda, a respiração no meu pescoço. Fechei os olhos. Era isso que eu queria sentir de novo. Porém queria sentir mais dessa vez.

— A saia está incomodando — falei, com a voz meio presa.

Levantei os quadris, puxei a saia pra cima. Expondo minha bunda só de calcinha. Ele continuou, o pau roçando direto no tecido. Cada movimento era melhor que o outro. Eu sentia o pau dele esfregando bem no meu buraquinho. Estava muito gostoso. Meu corpo foi respondendo, a calcinha começou a molhar. O ritmo dele era bom, firme. Diferente do Gustavo, que só sabia ir rápido e achava que estava arrasando. A excitação foi subindo. Uma ideia louca passou pela minha cabeça. Queria sentir o pau do Jeaa dentro de mim.

— Tira a cueca — falei, com a voz mais firme.

Ele parou, meio sem jeito.

— Tira. Agora.

Ele levantou, tirou a cueca. Eu não olhei. Senti ele subindo de novo na cama. Aí me ajeitei, tirei a calcinha com a mão por trás, puxando devagar. Fiquei completamente nua, de bruços, com ele atrás.

— Vem — falei.

Ele deitou. Senti o pau dele encostar na minha bunda, escorregar. Tive que pegar com a mão, guiar. A cabeça encostou na portinha da minha buceta. Estava molhada, escorrendo.

— Empurra — sussurrei.

Ele foi devagar. Entrou centímetro por centímetro. Era maior que o do Gustavo. A sensação de ser preenchida assim, devagar, me fez gemer sem querer. Enterrei a cara no travesseiro. Ele foi até o fundo, parou. Eu sentia ele pulsando dentro de mim. O pau dele estava muito duro.

— Mexe — falei.

Ele começou. Mesmo ritmo, subindo e descendo, mas com o pau socado dentro de mim. Cada entrada eu sentia ele inteiro. A maciez do colchão, o peso dele, a respiração no meu pescoço. Eu estava mole, entregue, gemendo sem me segurar. Ele acelerou. O pau dele batia fundo, estava bem duro. Senti o orgasmo vindo, forte. Meu corpo se contraiu inteiro, os dedos se fecharam no lençol, e eu gozei gemendo alto. Ele continuou. Pouco depois senti seu corpo rígido, então o pau dele pulsou, e ele gozou dentro de mim. Ficou em cima, respirando pesado. Ficamos ali um tempo. Eu ainda sentindo ele dentro, o corpo mole. Ele se mexeu primeiro. Eu levantei devagar, ajeitei a saia que estava embolada na cintura. Ele ficou sentado na cama, me olhando. Me levantei, peguei a calcinha e fui embora satisfeita sentindo o gozo dele escorrendo nas minhas pernas.

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