Março 31, 2026

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O banho que terminou em foda

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Essa história aconteceu há uns anos quando eu tinha uns 25 anos. O fim de semana na casa de praia do Ed tinha sido divertido. Eu, minha irmã Lia e ele. O lugar era lindo, piscina, praia. Eu já conhecia a fama de pegador do Ed. Lia mesma já tinha caído na dele, mas não queria nada sério, que era só amizade. Na época, eu já estava namorando o Ric, mas ele não pôde ir.

Estavamos voltando da praia. Eu e Ed entramos primeiro, Lia disse que ia deitar na rede. Ficamos eu e Ed na sala, eu me espreguiçando.

— Vou te contar uma piada — ele falou. — Se eu não conseguir te fazer rir, eu faço o que você quiser de jantar. Mas se eu conseguir, você me paga um banho bem dado para tirar essa areia toda.

Achei que valia a pena. Eu consigo ficar séria.

— Pode contar.

Ele contou. Não vou repetir aqui, mas no meio da história eu já estava mordendo o lábio para não rir. Acabei perdendo.

— Banho então — ele disse, com um sorriso.

Pensei que fosse brincadeira. Não era. Entramos no banheiro da suíte. Era espaçoso, box de vidro, chuveiro grande. Ele entrou na frente, de sunga, e eu fiquei ali, de biquíni, meio sem jeito. Quando me virei pra pegar o sabão, ele tirou a sunga.

— Seu doido, você tirou a sunga?

— Claro, eu tomo banho nú — ele respondeu, natural.

Fiquei parada. O pau dele estava meia-bomba, mas já dava pra ver que era grosso, cabeça grande. Desviei o olhar rápido, mas meu corpo já tinha percebido. Senti um calor subindo. Peguei o sabonete, comecei pelas costas dele. Os ombros largos, a pele lisa. Ensaboei devagar, tentando disfarçar que estava ficando excitada. Ele se virou.

— Aqui também tem areia, viu? — mostrando o pau.

Eu estava um pouco sem graça, mas com vontade de pegar no pau dele. Ensaboei a mão de novo e comecei passando devagar. Ele ficou duro na minha mão. Eu senti cada centímetro engrossando, a pele esticando. Não tirei a mão. Fiquei ali, segurando, passando sabão. Fui descendo até o saco. Depois voltei. O pau do Ed estava muito duro. Fiquei alisando, sentindo a grossura, movimentando devagar.

— Você também está cheia de areia — ele falou — Posso ajudar a tirar?

Não respondi. Ele já veio. Passou a mão na minha barriga, eu já estava entregue. Começou a ensaboar meus braços, meu pescoço, os ombros. Cada movimento era lento, firme. Quando chegou nos meus peitos, passou os dedos por cima do biquíni, ajeitou, e com jeitinho puxou o nó nas costas. O top caiu. Ele nem perguntou. Só continuou. As mãos dele ensaboaram meus seios, os dedos brincando com os mamilos que já estavam duros. Eu senti minha perna ficar mole. Ele me segurou pela cintura, me encostou na parede do box, e foi descendo. Segurou a borda da calcinha do biquíni e abaixou cuidadosamente. Eu estava completamente nua, ele passando sabão na minha barriga, nas minhas coxas, entre elas. Não acredito que aquele garoto tinha conseguido me seduzir. Os dedos dele escorregaram pra baixo, encontraram minha buceta, passaram por cima, sentiram o pelo aparadinho, a fenda. Eu estava molhada. Ele encostou o corpo no meu. O pau dele roçou na minha coxa, duro, quente. Ele me beijou, um beijo gostoso, de língua, a água caindo sobre a gente. Enquanto me beijava, a mão desceu de novo, achou meu rabinho, começou a massagear devagar e eu segurando o pau dele.

Ele se ajoelhou na frente de mim. Abriu minhas pernas com as mãos, puxou meu quadril pra frente, e colocou a boca na minha buceta. Nunca tinha sido chupada daquele jeito. A língua dele entrava, saía, rodeava o clitóris, sugava, fazia pressão. Eu me apoiei na parede, as pernas tremendas. Ele não parava. O orgasmo veio rápido, forte. Minha mão agarrou o cabelo dele, meu corpo se contraiu inteiro, e eu gozei na boca dele gemendo alto. Ele levantou, sorriu.

— Gostou?

Eu nem respondi. Me ajoelhei na frente dele, peguei o pau dele com as duas mãos, levei à boca. Chupei com vontade, sentindo ele duro, grosso, chupava a cabeçona, desci até o saco, suguei um, depois o outro. Subi lambendo o pau. Ele gemia baixo, a mão segurando no meu cabelo, guiando.

— Levanta — ele falou.

Me levantei. Ele me virou de costas, apoiou minhas mãos na parede, abriu minhas pernas com o joelho. Senti a cabeça do pau dele encostar na entrada da minha buceta.

— Vai — eu pedi, sem vergonha.

Ele entrou. Bem devagar primeiro, até o fundo. Eu arquei as costas, empinei a bunda, e ele começou a foder. O ritmo dele era perfeito — forte, contínuo, a mão no meu quadril segurando firme, me prendendo. Cada estocada fazia um gemido escapar. Eu estava mole, entregue, gemendo. Ele socava gostoso. Sentia a grossura dele me preechendo. Gozei gostoso, apertando ele dentro de mim. Ele continuou mais uns segundos, até que o corpo dele ficou rígido, e eu senti o pau pulsando, esguichando, enchendo.

Ficamos ali parados, ele me abraçando ainda dentro de mim, os dois ofegantes, a água do chuveiro caindo nas nossas costas. Ele se afastou devagar. Me virei, a água escorrendo pelo meu corpo, o gozo dele descendo pelas minhas coxas.

— Banho dado.

Eu ri, ainda tonta.

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