Ajuda na noite de páscoa
Trouxe minha amiga para passar a noite aqui em casa no feriado de Páscoa. Ela é hetero, mas a gente participa dos mesmos círculos positivos sobre sexo, então a noite toda ficamos fofocando sobre transas. Mesmo sabendo que eu curto mulheres, ela ficou super à vontade contando todos os detalhes da vida sexual dela, e não pareceu se importar que eu estivesse excitada ouvindo sobre como ela fode.
Quando já estava ficando muito tarde, a gente foi se deitar, mas estávamos tão agitadas que não conseguíamos dormir. Ficamos deitadas uma ao lado da outra na cama gigante, nos revirando, até que ela sussurrou: “Acho que preciso me masturbar para pegar no sono. Tudo bem?”
Falei “eu também” e começamos a nos tocar. Minha boceta estava encharcada só de estar perto dela, e eu fui provocando meu clitóris devagar antes de enfiar os dedos dentro de mim. Era tão gostoso. Enquanto fazia isso, dava olhadinhas de lado para ela. Ela puxou a camiseta para baixo, deixando os peitões enormes pularem para fora, e estava apertando um deles com uma mão enquanto a outra trabalhava na boceta dela. Era muito quente. Ver o corpo sexy dela me levou ao limite tão rápido que gozei com força.
Quando terminei o orgasmo, olhei para ela e a vi me observando com um olhar surpreendentemente faminto.
Ela rapidamente deu uma risadinha para disfarçar a vergonha e disse: “Aff, está demorando uma eternidade.”
“Quer que eu ajude?”
Falei meio como brincadeira, mas do jeito que ela prendeu a respiração na hora, eu soube que queria. Mantive contato visual enquanto estendia a mão devagar e colocava entre as pernas dela.
“Ah, porra!” Os quadris dela se contorceram para cima. Encontrei seu clitóris grande e comecei a dedilhar, e ela gemeu alto. Ela abriu bem as pernas, agarrou os peitões com as duas mãos e começou a massageá-los enquanto eu esfregava seu clitóris. Era um tesão saber que ela nunca tinha sido tocada ali por uma garota, mas estava me deixando tocar sua boceta porque precisava gozar. Os olhos dela estavam fechados, e eu sabia que ela estava pensando em estar dando para um pau.
O clitóris dela inchava e ficava mais ereto. Eu fiquei hipnotizada com a sensação sob meus dedos. A boceta dela era tão pequena e apertada, mas o clitóris era grande e adorava a atenção. Eu esfregava no mesmo ritmo em que ela massageava os mamilos grandes.
“Porra”, ela gemeu. “Vou…”
E aí ela foi. O clitóris dela gozou. Senti ele pulsando sob meus dedos enquanto ela tinha um orgasmo desesperado. Ela fez muito barulho, e a boceta encharcada dela babou nos lençóis.
Depois do orgasmo longo e intenso, tirei os dedos devagar do clitóris dela, o que a fez gemer mais um pouco. Deixei ela ali deitada, ofegante. Depois de alguns segundos recuperando o fôlego, ela olhou para mim, então me agarrou e me beijou com força. Foi muito quente. Eu sei que ela nunca sentiu atração por mulher e nunca nem experimentou. Mas ela estava me beijando com fome depois que eu dei aquele orgasmo enorme para ela.
A gente dormiu agarrada.


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