Me arrombei o cuzinho com brinquedos anais
Queria experimentar anal. De verdade. Ainda não com outra pessoa; queria fazer sozinha primeiro, entender meu corpo, controlar o ritmo, a dor-prazer, sem ninguém me julgando ou me apressando.
Comprei os brinquedos numa loja online discreta, um kit básico mas bem pensado. Um plug pequeno de silicone preto com base larga (para iniciantes), um plug médio com vibração, lubrificante à base de água em quantidade industrial, e um dildo anal fino e flexível de 15 cm com ventosa. Guardei tudo numa caixa debaixo da cama.
O problema eram minhas colegas de apartamento. O ape é pequeno, as paredes finas, e sempre tem alguém — a Sofia chegando tarde, a outra com o namorado transando barulhentamente de novo. Toda vez que tentava, ouvia passos no corredor ou a porta abrindo, e guardava tudo rápido, frustrada e mais molhada do que nunca.
Até que chegou o sábado perfeito. Sofia foi passar o fim de semana com a família, a outra colega ficou na casa do namorado. O ape inteiro só para mim. Tranquei a porta, fechei as persianas, coloquei uma música baixa (algo lento e escuro com grave profundo), acendi a luz vermelha e tirei a caixa.
Me despi na frente do espelho do banheiro. Coloquei as meias de rede pretas que eu tanto gostava — me faziam sentir mais puta — e fui para a cama.
Comecei com o plug pequeno. Deitei de barriga para cima, pernas abertas em direção ao espelho que coloquei no pé da cama. Passei lubrificante no plug e na minha entrada traseira. Respirei fundo. Pressionei a ponta contra o anel apertado. No começo resistiu, ardia um pouco, mas empurrei suave e constante. Senti como se abria, centímetro por centímetro, o esticamento estranho mas excitante. Quando a parte mais larga passou, o plug se assentou com um “pop” e a base ficou plana contra meu cu. Gemi baixinho, o peso dentro era estranho mas gostoso. Movi os quadris devagar, sentindo como pressionava contra a parede que separa o cu da minha vagina. Meu clitóris pulsava sem ninguém tocar nele.
Peguei o vibrador bala e coloquei no baixo, direto no clitóris. O zumbido combinado com a pressão interna me fez arquear as costas na hora. Aumentei a intensidade. Gemi mais alto. Não parei. Queria mais. Tirei o plug pequeno com cuidado e peguei o médio com vibração. Mais lubrificante, muito. Fiquei de quatro, cu em direção ao espelho, me vendo no reflexo, pernas abertas, vagina inchada e brilhante, cu exposto. Pressionei o plug médio. Era mais grosso. Ardia mais forte, mas a dor se transformava em prazer à medida que entrava. Empurrei devagar, respirando fundo. Quando a base tocou minha pele, liguei no baixo. A vibração interna foi brutal, sentia cada pulso na vagina através da parede fina. Gemi alto, sem controle.
Enfiei dois dedos na vagina enquanto o plug vibrava. Bombei rápido, sentindo como o brinquedo pressionava contra meus dedos por dentro. Gozei outra vez, gritando, jorros saindo ao redor dos meus dedos, o plug amplificando tudo até minhas pernas tremerem e eu cair de lado, ofegante.
Peguei o dildo anal. Passei bastante lubrificante, colei a ventosa no espelho na altura perfeita. Me ajoelhei na frente dele, de costas para o espelho. Abri minhas nádegas com as mãos, me olhando no reflexo, cu aberto, entrada traseira vermelha e inchada do plug anterior. Desci devagar sobre o dildo anal. A cabeça entrou, depois o corpo fino mas firme. Doía mais que os plugs, mas eu queria. Desci até minhas nádegas tocarem o espelho frio. Estava com tudo dentro. Fiquei parada um segundo, sentindo como me preenchia, como pressionava lugares que nunca tinha sentido.
Comecei a me mexer. Subir e descer devagar no começo, vendo no espelho como meu cu se abria e fechava ao redor do dildo preto. Acelerei. Rebolei mais forte, peitinhos saltando, mãos beliscando mamilos até doerem. O orgasmo foi tão intenso que minha visão escureceu, pernas convulsionando, cu apertando o dildo com força.
Continuei cavalgando até não aguentar mais. Gozei uma última vez, corpo tremendo inteiro, voz quebrada em gemidos roucos. Tirei o dildo devagar e me deixei cair de barriga para cima, pernas abertas, vagina e cu pulsando, esperma falso (lubrificante branco) e meus fluidos me cobrindo inteira, pele morena brilhando de suor e lubrificação.
Fiquei ali largada um tempo, respirando ofegante, me olhando no espelho — cabelo bagunçado, rosto vermelho, peitinhos com marcas dos meus próprios beliscões, cu vermelho e inchado, vagina aberta e brilhante. Sorri cansada.
Me sentia poderosa. Era minha. Completamente minha. E sabia que na próxima vez, quando estivesse pronta, deixaria alguém me pegar por trás… mas só depois de ter aprendido a me arrombar sozinha.


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