Abril 17, 2026

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Minha pequena mentira do Tinder

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Tudo começou como uma mentira. Ou pelo menos, um erro. Meu perfil no Tinder dizia que eu tinha 25 anos, mas eu tinha acabado de fazer 18. Ele, um parisiense de 25 chamado Geoffrey, deu match comigo. No começo, a gente era só amigo. Meses de conversas virtuais, risadas por texto, confissões a milhares de quilômetros de distância. Eu, uma brasileira baixinha, com apenas 1,50m, cabelo preto e pele branca. Ele, um francês alto, 1,95m, com aquela beleza distante e educada que só tem na Europa.

A amizade foi se dissolvendo em carinho, e o carinho num desejo palpável. Até que um dia, criei coragem e mandei uma foto. Não do meu rosto, mas dos meus peitos, copa perfeita, no decote apertado de um top de renda preta. A resposta dele não foi um texto, foi um vídeo. Três minutos de puro pornô caseiro e pessoal, só pra mim. Vi ele sentado, de joelhos no chão do apartamento dele em Paris, com a pica enorme já dura na mão, se masturbando devagar enquanto olhava pra câmera. O vídeo mudou de ângulo. Ele ficou de quatro, me mostrando a bunda firme enquanto continuava o serviço, ofegando baixinho. Eu gozei vendo aquilo, sem acreditar que aquele homem me desejava daquele jeito.

A verdade explodiu uma semana depois. Contei pra ele minha idade real. O escândalo foi monumental. “É imoral”, ele me escreveu. “Na França, isso é crime.” Ele me ignorou por sete dias que pareceram eternos. Foi aí que, num ato de pura teimosia, eu disse que de qualquer jeito iria para Montpellier em setembro. A resposta dele foi um grito no chat: “LAISSE-MOI TRANQUILLE!”. Mas a mentira maior era aquela. Ele já tinha comprado as passagens pra vir pra São Paulo.

Não pensei duas vezes. Um dia, ele me mandou a localização em tempo real. Era um Airbnb de dois andares num bairro tranquilo. Fui. Me esperei na calçada em frente, com o coração martelando. Ele desceu da casa e eu encarei ele. Discutimos em francês, meu português não ia adiantar nada. Ele estava furioso, confuso. Eu, desesperada. Num ímpeto, beijei ele. Uma boca seca, torta. Ele me empurrou com força. Foi quando, caindo pra trás, por puro instinto, minhas mãos se agarraram na calça social dele. E puxei pra baixo.

Ali, sob a luz fraca da varanda, ficou tudo exposto. Não tô exagerando: era uma régua de trinta, menos dez. Mais de vinte centímetros de carne, grossa e ereta, pulsando no ar frio da noite. Não hesitei. Ajoelhei no concreto e enfiei na boca. Tentei engolir inteiro, mas era impossível. Me enchia, me engasgava, rasgava os cantos da minha boca. Ele gozou rápido, um espasmo percorreu o corpo alto dele e eu senti o calor espirrando na minha cara e no meu pescoço. Ele ficou me olhando, sem palavras, com aquela mistura de espanto e culpa nos olhos.

“Aqui é França ou aqui é Brasil?”, eu falei, limpando a boca com o dorso da mão. “Aqui a gente não é imoral. Somos dois adultos que se desejam. Aproveita.”

Isso quebrou a última barreira dele. Subimos pra casa, e o ar ficou carregado com uma eletricidade silenciosa. Não teve mais discussão, só o som dos nossos lábios se encontrando de novo, mas dessa vez sem raiva, só com fome. Eu era quem tava no controle. Na minha bolsa eu tinha um ás na manga: várias cordas, macias mas resistentes.

Com um sorriso safado, empurrei ele pra trás até ele cair sentado na beira da cama. O olhar dele era de pura confusão e excitação. “Confia em mim”, sussurrei num francês imperfeito enquanto minhas mãos percorriam o peito dele. Deitei ele de costas e, com uma rapidez que até eu me surpreendi, passei as cordas nos pulsos dele e amarrei na barra de latão da cabeceira. Não era um nó de prisão, era um nó calculado, firme. Ele estava à minha mercê.

Fiquei um tempo em cima dele, ajoelhada na altura do quadril, só olhando. O corpo longo e pálido dele contra os lençóis brancos, a pica já dura de novo, pulsando contra o abdômen dele. Desci devagar, deslizando pelo tronco até minha boca ficar na altura da ereção dele. Não comecei com um beijo, mas com uma lambida longa e lenta da base até a cabecinha, saboreando. Ele gemeu, puxando as cordas. Subi de novo, mas dessa vez me posicionei sobre ele, sem deixar ele entrar. Com uma mão, guiei a cabecinha dele pra roçar no meu clitóris, esfregando em ele, molhando ele com minha excitação enquanto ele se contorcia de impaciência. “S’il te plaît…”, ele sussurrou.

E aí, eu sentei. Enfiei ele de uma vez, deixando todo o comprimento dele me penetrar num único movimento. Um grito escapou da minha garganta, uma mistura de dor e um prazer absoluto. Comecei a quicar nele, intensamente, sem dó. Meu quadril se movia num círculo voraz, depois pra cima e pra baixo, sentindo como ele me preenchia por completo. Meus peitos balançavam a cada rebolada, e ele só conseguia olhar, com os olhos vidrados, completamente dominado. Curvei a cabeça dele e sussurrei no ouvido: “Tá gostando de como eu te tenho, francês?”. A única resposta dele foi um gemido rouco.

Mas a submissão dele era uma farsa. A força do corpo dele era maior. Com um puxão seco e poderoso, uma das cordas arrebentou. Ele soltou uma mão, e depois a outra. Antes que eu pudesse reagir, ele me pegou pela cintura, me levantou como se eu não pesasse nada e me jogou de bruços na cama. O jogo tinha acabado. Agora, ele mandava.

Ele se posicionou atrás de mim. Senti o peso do corpo dele nas minhas costas e o calor da respiração dele na minha nuca. Com uma mão, ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça pra trás, me forçando a arquear as costas. Com a outra, guiou a pica dele até minha entrada e entrou de novo, dessa vez com uma força bruta. Cada estocada me fazia gritar contra o travesseiro. Ele me deixou imobilizada, me usando pro prazer dele, e eu, longe de lutar, me entreguei de vez. Ele me virou sem sair de dentro, pra eu ficar de barriga pra cima, com uma perna no ombro dele. A nova posição me deixou ver a cara dele, contorcida num êxtase selvagem. Ele me penetrava tão fundo que eu sentia que ia me partir no meio, e outro orgasmo me atingiu com uma violência que me deixou sem ar.

Ele não parou. Me levantou como se eu fosse uma boneca e me sentou na escrivaninha que tinha em frente à janela. Ele ficou em pé, na minha frente, e entrou de novo. Ali, com as pernas enroladas na cintura dele, ele me comeu contra a madeira fria, enquanto a cidade de São Paulo piscava indiferente lá embaixo. As mãos dele apertavam meus quadris com tanta força que com certeza iam deixar marca. O ritmo era incessante, animal. Finalmente, com um rugido gutural, ele gozou dentro de mim pela última vez, e o corpo dele desabou sobre o meu.

Ficamos assim, grudados pelo suor e pelo esperma, sem conseguir respirar. A dominação inicial tinha se invertido completamente, e nessa inversão a gente tinha encontrado a verdade crua do nosso desejo. Não éramos amigos, não éramos um casal confuso. Éramos dois corpos se consumindo.

Fiz ele meu por horas. Lambi cada centímetro da pele dele, mordisquei os mamilos dele, desci até ele ficar na beira de gritar de novo. E aí, montei nele. Senti aquela pica enorme entrando, me preenchendo por completo, me esticando até o limite entre a dor e o prazer. Cada estocada era um lembrete da nossa diferença de tamanho, da distância que a gente tinha cruzado. Eu sou incrivelmente sensível, e com ele, cada toque era uma descarga elétrica. Perdi a conta dos orgasmos. Dez, doze, sei lá. Eu gozava uma e outra vez, tremendo, gritando, sem conseguir controlar. Ele também gozou várias vezes, dentro de mim, na minha barriga, nos meus peitos. Foi animal, intenso, selvagem.

Ao amanhecer, enquanto ele dormia exausto, me vesti em silêncio. Saí daquela casa e nunca mais falei com ele. Bloqueei ele em tudo. A mentira tinha cumprido o ciclo, tinha me dado a fantasia mais intensa da minha vida e eu não precisava de mais nada.

Às vezes, lembro da última mensagem dele, antes de bloquear: “Vou te esperar em Montpellier em setembro”. A ironia de que a mentira que quase nos destruiu agora é a promessa de um possível reencontro. Mas essa, essa é outra história.

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