Abril 20, 2026

9 Visões

Abril 20, 2026

9 Visões

Putinha do padrasto

0
(0)

Olá a todos, me chamo Vanessa. Há bastante tempo venho lendo os contos do site e hoje decidi compartilhar uma experiência que tive quando mais nova. Hoje tenho 28 anos; na época dos fatos, tinha apenas 9.
Peço desculpas se a história se alongar demais, pois é minha primeira vez escrevendo. Enfim…
Tudo aconteceu em 2007, quando minha mãe ainda namorava o Josias. Ele era um pouco mais velho que ela, mas tinha boa aparência: um homem alto, com um físico razoavelmente bom. Formavam um belo casal, já que minha mãe também era muito bonita. Sendo namorado (e depois praticamente marido), ele passou a frequentar nossa casa com frequência e, pouco tempo depois, foi morar com a gente.

Nas primeiras semanas, confesso que estranhei bastante ter um homem dentro de casa o tempo todo. O que antes era simples passou a ter várias regras: não ficar só de calcinha, sentar com as pernas fechadas, não levantar no meio da noite…
E é justamente nesse último ponto que nossa história começa.
Certa noite, quando levantei para ir ao banheiro, ouvi um barulho vindo do quarto da minha mãe. A essa altura, eu já não era uma menina tão inocente — já tinha ouvido histórias das colegas da escola e sabia mais ou menos do que se tratava.
Pensei em voltar para o quarto e fingir que não tinha ouvido nada, mas a curiosidade falou mais alto. Meu coração começou a acelerar, pensando se aquilo era certo… e se eles me pegassem espiando? O quão vergonhoso seria?
Quando já estava quase desistindo, ouvi uma voz baixa, quase um sussurro:
— Fala mais baixo, vai acordar a menina desse jeito.
— Ela tem o sono pesado, não vai acordar não… pode continuar.
Aquilo aumentou ainda mais minha curiosidade. O medo foi dando lugar a um misto de tensão e vontade de assistir o que estava acontecendo. E lá estava eu, abaixada no escuro da sala, olhando pela porta entreaberta os dois trepando.
Vi minha mãe e o Josias, numa situação que eu nunca tinha presenciado antes. Minha mãe com o rosto voltado pro colchão enquanto ele socava fundo na sua buceta Aquela cena me deixou sem reação, sem saber exatamente como agir. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha, não conseguia simplesmente ir embora.
Depois de muito meter e puxar minha mãe pelos cabelos pude assistir ele gozar dentro parecia um cavalo (até aquele momento nunca havia visto um homem gozando)
Em determinado momento, fiz um pequeno barulho sem querer e fiquei com medo de ter sido notada. Tapei a boca rapidamente e permaneci imóvel. Logo depois, percebi que ele tinha mudado de posição pra fazer com que ela limpasse gozo e agora poderia ver na direção onde eu estava. A escuridão da sala ajudava, mas mesmo assim saí dali o mais rápido possível, sem saber se ele tinha me visto.

No dia seguinte, nada aconteceu. Nem no outro. E assim passaram-se algumas semanas.
Até o dia em que minha mãe precisou sair e me deixou sozinha com o Josias.
— Tchau, Vanessa. Obedeça o Josias, mais tarde eu chego.
— Pode deixar mãe — respondi.
Assim que ela saiu, fui para o meu quarto. Demorou um pouco pra que ele viesse ( agora percebo que ele estava apenas dando tempo pra ver se minha mãe havia esquecido alguma coisa) mas depois ele apareceu na porta, com um semblante sério.
— Posso te perguntar uma coisa, Vanessa? Por que você estava olhando eu e sua mãe aquela noite?
Fiquei em silêncio. Não sabia o que dizer ele ficou esperando a resposta por alguns segundos.
— Já que você não responde, vou entender que ficou curiosa — disse ele.
Naquele momento, eu não sabia como reagir. Me senti pressionada, confusa, sem entender direito o que estava acontecendo. Ele começou a conduzir a situação de um jeito que me deixou sem saída, e eu acabei não tendo coragem de impedir.Olá a todos, me chamo Vanessa. Há bastante tempo venho lendo os contos do site e hoje decidi compartilhar uma experiência que tive quando mais nova. Hoje tenho 32 anos; na época dos fatos, tinha apenas 21.
Peço desculpas se a história se alongar demais, pois é minha primeira vez escrevendo. Enfim…
Tudo aconteceu em 2002, quando minha mãe ainda namorava o Josias. Ele era um pouco mais velho que ela, mas tinha boa aparência: um homem alto, com um físico razoavelmente bom. Formavam um belo casal, já que minha mãe também era muito bonita. Sendo namorado (e depois praticamente marido), ele passou a frequentar nossa casa com frequência e, pouco tempo depois, foi morar com a gente.
Nas primeiras semanas, confesso que estranhei bastante ter um homem dentro de casa o tempo todo. O que antes era simples passou a ter várias regras: não ficar só de calcinha, sentar com as pernas fechadas, não levantar no meio da noite…
E é justamente nesse último ponto que nossa história começa.
Certa noite, quando levantei para ir ao banheiro, ouvi um barulho vindo do quarto da minha mãe. A essa altura, eu já não era uma menina tão inocente — já tinha ouvido histórias das colegas da escola e sabia mais ou menos do que se tratava.
Pensei em voltar para o quarto e fingir que não tinha ouvido nada, mas a curiosidade falou mais alto. Meu coração começou a acelerar, pensando se aquilo era certo… e se eles me pegassem espiando? O quão vergonhoso seria?
Quando já estava quase desistindo, ouvi uma voz baixa, quase um sussurro:
— Fala mais baixo, vai acordar a menina desse jeito.
— Ela tem o sono pesado, não vai acordar não… pode continuar.
Aquilo aumentou ainda mais minha curiosidade. O medo foi dando lugar a um misto de tensão e vontade de entender o que estava acontecendo. E lá estava eu, abaixada no escuro da sala, olhando pela porta entreaberta.
Vi minha mãe e o Josias juntos, numa situação que eu nunca tinha presenciado antes. Aquela cena me deixou sem reação, sem saber exatamente como agir. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha, não conseguia simplesmente ir embora.
Em determinado momento, fiz um pequeno barulho sem querer e fiquei com medo de ter sido notada. Tapei a boca rapidamente e permaneci imóvel. Logo depois, percebi que ele tinha mudado de posição e poderia ver na direção onde eu estava. A escuridão da sala ajudava, mas mesmo assim saí dali o mais rápido possível, sem saber se ele tinha me visto.
No dia seguinte, nada aconteceu. Nem no outro. E assim passaram-se algumas semanas.
Até o dia em que minha mãe precisou sair e me deixou sozinha com o Josias.
— Tchau, Vanessa. Obedeça o Josias, mais tarde eu chego.
— Pode deixar — ele respondeu.
Assim que ela saiu, fui para o meu quarto. Demorou um pouco, mas depois ele apareceu na porta, com um semblante sério.
— Posso te perguntar uma coisa, Vanessa? Por que você estava olhando eu e sua mãe aquela noite?
Fiquei em silêncio. Não sabia o que dizer.
— Já que você não responde, vou entender que ficou curiosa — disse ele.
Naquele momento, eu não sabia como reagir. Me senti pressionada, confusa, sem entender direito o que estava acontecendo. Ele começou a conduzir a situação de um jeito que me deixou sem saída, e eu acabei não tendo coragem de impedir.Olá a todos, me chamo Vanessa. Há bastante tempo venho lendo os contos do site e hoje decidi compartilhar uma experiência que tive quando mais nova. Hoje tenho 32 anos; na época dos fatos, tinha apenas 21.
Peço desculpas se a história se alongar demais, pois é minha primeira vez escrevendo. Enfim…
Tudo aconteceu em 2002, quando minha mãe ainda namorava o Josias. Ele era um pouco mais velho que ela, mas tinha boa aparência: um homem alto, com um físico razoavelmente bom. Formavam um belo casal, já que minha mãe também era muito bonita. Sendo namorado (e depois praticamente marido), ele passou a frequentar nossa casa com frequência e, pouco tempo depois, foi morar com a gente.

Nas primeiras semanas, confesso que estranhei bastante ter um homem dentro de casa o tempo todo. O que antes era simples passou a ter várias regras: não ficar só de calcinha, sentar com as pernas fechadas, não levantar no meio da noite…
E é justamente nesse último ponto que nossa história começa.
Certa noite, quando levantei para ir ao banheiro, ouvi um barulho vindo do quarto da minha mãe. A essa altura, eu já não era uma menina tão inocente — já tinha ouvido histórias das colegas da escola e sabia mais ou menos do que se tratava.
Pensei em voltar para o quarto e fingir que não tinha ouvido nada, mas a curiosidade falou mais alto. Meu coração começou a acelerar, pensando se aquilo era certo… e se eles me pegassem espiando? O quão vergonhoso seria?
Quando já estava quase desistindo, ouvi uma voz baixa, quase um sussurro:
— Fala mais baixo, vai acordar a menina desse jeito.
— Ela tem o sono pesado, não vai acordar não… pode continuar.
Aquilo aumentou ainda mais minha curiosidade. O medo foi dando lugar a um misto de tensão e vontade de entender o que estava acontecendo. E lá estava eu, abaixada no escuro da sala, olhando pela porta entreaberta.

Vi minha mãe e o Josias juntos, numa situação que eu nunca tinha presenciado antes. Aquela cena me deixou sem reação, sem saber exatamente como agir. Ao mesmo tempo em que sentia vergonha, não conseguia simplesmente ir embora.
Em determinado momento, fiz um pequeno barulho sem querer e fiquei com medo de ter sido notada. Tapei a boca rapidamente e permaneci imóvel. Logo depois, percebi que ele tinha mudado de posição e poderia ver na direção onde eu estava. A escuridão da sala ajudava, mas mesmo assim saí dali o mais rápido possível, sem saber se ele tinha me visto.
No dia seguinte, nada aconteceu. Nem no outro. E assim passaram-se algumas semanas.
Até o dia em que minha mãe precisou sair e me deixou sozinha com o Josias.
— Tchau, Vanessa. Obedeça o Josias, mais tarde eu chego.
— Pode deixar — ele respondeu.
Assim que ela saiu, fui para o meu quarto. Demorou um pouco, mas depois ele apareceu na porta, com um semblante sério.
— Posso te perguntar uma coisa, Vanessa? Por que você estava olhando eu e sua mãe aquela noite?
Fiquei em silêncio. Não sabia o que dizer.
— Já que você não responde, vou entender que ficou curiosa — disse ele.
Naquele momento, eu não sabia como reagir. Me senti pressionada, confusa, sem entender direito o que estava acontecendo. Ele começou a conduzir a situação de um jeito que me deixou sem saída, e eu acabei não tendo coragem de impedir.
Você não responde, eu vou entender que é porque você ficou com vontade de fazer isso. Enquanto tirava o cinto e abaixava a calça jeans, só pela cueca eu pude ver o pau dele duro pra caralho, quase saindo pra fora.
Ele sentou na cama e pegou minha mão.

— Tá sentindo? É assim que sua mãe gosta de fazer, disse-me, fazendo-me bater uma punheta nele.
(com a experiência que tenho hoje eu teria empurrado ele na cama e montado em cima daquela rola mas na época era ingênua)
— Deixa bem molhado, tá? Vanessinha, disse colocando dois dedos na minha boca.
— Vou só alisar um pouco sua bucetinha, tá, princesa?
Algum amiguinho da escola já tentou fazer isso contigo?
— Não, mas um menino mais velho fez com minha amiga — respondi com medo da reação dele
— Tá vendo? Só rsrs sua colega já fez vc não quer tirar a dúvida de como é?, agora é sua chance de experimentar.
— Mas é a mamãe? Ela não vai ficar brava se a gente fizer isso? — perguntei
— Ela só ia ficar brava se você fizesse isso com algum menino que ela não conhece, mas comigo não tem problema.
— Você gostou de ver a gente transando, não gostou?
— Gostei.
(Foi fácil pra ele me convencer de que aquilo era certo. Além de me comer, ele me fez prometer que não ia falar pra ninguém, principalmente pra minha mãe)
Ele pediu pra que pegasse o lubrificante que estava na gaveta de calcinhas da minha mãe no outro quarto. Quando voltei, ele já estava deitado.
— Passa aqui, deixa bem melado pra você não se machucar quando sentar em cima.
Fiz o que ele pediu, fiquei de pé em cima dele e coloquei o pau na direção da minha buceta, mas, para minha surpresa, ele disse que ia meter atrás.
Quando aquilo entrou em mim, eu me senti uma coisa estranha.
O pau que vi semanas antes fazendo mamãe gemer de prazer agora estava dentro de mim, pulsando de tesão.
— Caralho, como seu cu é gostoso putinha! Você é mais gostosa que a vadia da sua mãe!
— Tá gostando de foder com macho da mamãe, tá? Ou quer que eu pare?!
— Não para, tá gostoso! — falei com a voz mais trêmula possível.
Aquele pervertido nojento começou a humilhar minha mãe, xingava-a de várias coisas ruins, mas aquilo estranhamente me deixava muito mais excitada.
Não demorou muito pra ele gozar, e que gozada! lembro até hoje a sensação que foi meu cuzinho ficou doendo e cheio da porra dele.
Ainda falaram alguns minutos até que minha mãe voltasse do trabalho, mas ele insistiu pra que vestisse a roupa rápido e limpou o lençol com uma escova; lavar na máquina poderia entregar o que aconteceu.
Eles não estão mais juntos a alguns anos e minha mãe não sabe nem nunca vai saber o que aconteceu.
Quando ela chegou à noite e me abraçou ainda no portão, lembro de ficar envergonhada porque ainda estava com o gozo do meu padrasto colado na calcinha.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

amigo bêbedo

relatoseroticos.es

21/08/2013

amigo bêbedo

Quero que uma trans me chupe

williamevalente

01/10/2025

Quero que uma trans me chupe

sou prostituta (II):First Contact

relatoseroticos.es

16/06/2010

sou prostituta (II):First Contact
Scroll to Top