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Maio 4, 2026

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A pretinha da favela

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Meu nome é Yuri, tenho 24 anos. Moro na comunidade do Caju, no Rio de Janeiro. Fugindo do estereótipo, sou o carinha da “tecnologia”. Sou bem tímido, aliás, para a realidade em que eu vivo. Nunca fui muito de sair; lógico que não era nenhum bobo.

O que eu queria mesmo era Alice. Ela era pretinha, com uma bundinha arrebitada, a coisa mais linda da favela toda. Eu com certeza não era o primeiro, nem o último a querer ela… Mas uma coisa é certa: sei agarrar as oportunidades quando elas aparecem.

Ia ter um evento no sábado. A música não me agradava, mas a vista… Puta que pariu.

O fim de semana não demorou muito a chegar. Me arrumei na beca e esperei meu amigo chegar. Não demorou para irmos, e pensa em um lugar onde cheirava a mulher bonita? Puta que pariu, meu amigo. Tinha cheiro de perfume doce e peitinho duro.

Não demorou muito e ela chegou, com uma saia que mal tampava o volume da sua bunda. Ela passou rebolando na minha frente e bebendo algo que parecia ser um drink. Tomei umas duas cervejas e, quando percebi, já estava sentado na mesa dela. Meu amigo já estava agarrado na amiga dela, e aí formou aquele “quatro é par”, sacou?

Eu sentia o olhar dela em cima de mim, e fazia questão de devorá-la com os olhos. Se ela era a carne, eu era o carnívoro — ou melhor, ali eu era o canibal.

Ela colocou a mão na minha coxa, por cima do meu short, e continuou me olhando. Ali, precisei reprimir um desejo de anos. O problema é que eu já tinha bebido, e ela também estava altinha.

Meu corpo foi reagindo, e ela percebeu. Começou a me provocar por baixo da mesa. CARALHO, era loucura. Ela me olhava mordendo os lábios — essa cachorra sabe o que está fazendo.

— O que você acha da gente cortar essa onda? — perguntei.

Ela assentiu com a cabeça.

A música ainda tocava. Eu levantei em direção à minha moto, e ela veio atrás de mim, com a mão entrelaçada na minha. O caminho demorou menos que cinco minutos.

Chegando na minha casa, a vista era de uma madrugada estrelada.

— Tira essa roupinha aí.

Sentei em cima da cama e assisti enquanto ela tirava cada pedacinho do que chamava de roupa. Primeiro o top, revelando o corpo, e depois a saia, ficando só com a micro calcinha fio dental. Ela me olhou como se eu fosse uma presa.

Sentou no meu colo, e eu ataquei sua boca, explorando cada canto. Ela rebolava, gemia contra minha boca — tinha gosto de vodka.

Eu já estava à flor da pele. Ela parou de me beijar e se abaixou, tirando meu short e cueca. Me olhou e começou a me provocar, subindo e descendo em um ritmo que me fazia delirar. Se eu continuasse assim, perderia o controle facilmente.

Sem aguentar mais, puxei ela para cima. Ela já estava completamente entregue. Ajustou-se e começou a se movimentar, me prendendo com o corpo. Eu apertava seu peito, e ela gemia enquanto se movia, cada vez mais intensa.

Vai tomar no cu… acho que nunca tinha vivido algo assim.

Não demorou muito, ela avisou que estava no limite. Senti seu corpo reagindo, e ali eu também não aguentei.

Depois, ela deitou ao meu lado, e acabamos apagando — suados, exaustos e completamente entorpecidos

Dei uma sumida por conta das férias, mas voltei.. Espero que gostem

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