Maio 20, 2026

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Foi Vindo da Luana

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Era uma quarta-feira à noite comum. Cheguei em casa do trabalho e trouxe alguns frios (salame fatiado, queijos, azeitonas, …) e um bom vinho branco frisante. Iria repetir uma leve rotina que tenho com minha esposa em que sentamos, bebemos, comemos e conversamos, como um encontro de namorados no início do relacionamento.

Tudo ocorreu como de costume, exceto que hoje o vinho foi mais eficiente do que nunca, aquele efeito que ele causa nas mulheres veio com força total. Minha esposa estava completamente em chamas.

Demos um beijo e comecei a sentir o corpo dela. Ela era uma mulher de quase 1,70, com quadris largos, mas com uma cinturinha deliciosa. Admito que a prótese de silicone a deixou ainda mais irresistível. Parecia uma ampulheta desenhada para me dar prazer naquele momento.

Ela estava com um vestidinho curto, um que ela não ousava usar na rua, pois não gostava de chamar atenção (mesmo sendo impossível, pois até de calça jeans ela é estonteante). Passei minha mão pelas coxas dela e subi. Percebi que ela estava sem calcinha e encharcada.

Ao toca-la senti sua mão agarrando meu pau por cima da minha calça, ela apertava bem na base enquanto nosso beijo ficava cada vez mais quente. Agarrei-a nos meus braços e a coloquei em cima da mesa. Ela abriu as pernas e eu prontamente tirei minha calça. Mas antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, ela me olhou com um olhar embebedado de vinho e prazer e disse.

— Quero brincar um pouco hoje.

Ela levou as mãos até sua bucetinha e começou a se tocar.

— Quero imaginar você comendo outra pessoa.

Entendi exatamente o que ela queria. Ela já havia mencionado que tinha esse fetiche, mas não tínhamos feito nada além de conversar, pois ela não tinha coragem de fazer algo.

— Tem alguma pessoa em mente?

— Não! Quero que você escolha! — Disse ela se tocando e soltando um gemido ao pedir.

Cheguei bem perto dela, meu pau encostou na mão dela e minha boca estava próximo ao seu ouvido. Dei uma leve mordida e sussurrei:

— Então hoje você vai me assistir comendo a Luana.

Ela gelou por um momento, mas não parou de se tocar e continuou gemendo. Luana era uma amiga nossa. Já havíamos brincado sobre o quanto ela era uma gostosa. Minha esposa mesmo já confessou que tinha vontade de beijá-la. Eu sabia que ela tinha um tesão escondido em Luana e hoje eu ia aproveitar.

Peguei ela no colo e nos beijamos, levei ela então pro quarto e falei que hoje ela ia assistir enquanto eu comia a Luaninha, que agora eu ia chamar ela apenas por Luana e ela ia sentir tudo que eu faria com sua amiga.

Joguei ela na cama e com meu pau já extremamente duro falei:

— Vem ca Luaninha, deixa eu ver se você chupa melhor que minha esposa.

Ela agarrou meu pau pela base e me chupou como nunca antes. Eu percebi a mão dela ainda se tocando, estava extremamente excitada com a situação. Até que ela tomou o controle da situação, me puxou e eu deitei na cama também. Ela veio por cima, ao meu lado e colocou o peito na minha boca e falou:

— Mama a Luana vai amor, chupa ela, morde!

Eu segurava meu pau pela base fazendo movimentos curtos enquanto me deleitava nos seios da minha esposa imaginando a Luana. Até que senti a mão dela no meu pau, a mão dela estava cheia de saliva e ela massageava a cabeça. Estávamos nós dois nos masturbando ao mesmo tempo, eu com a mão na base e ela dando atenção à cabeça. Luana então falou:

— Quero que você chupe ela agora, eu quero te chupar enquanto você chupa ela.

Ela levantou e sentou na minha cara e abaixou em um 69 pra me chupar. Ela estava completamente encharcada, seu gosto era incrível e eu comecei a chupar sua buceta como se ela realmente fosse a Luana. Ela me chupava e gemia até não aguentar mais. Ela se levantou e largou meu pau enquanto gemia muito.

— Desse jeito você vai fazer ela gozar amor, ta muito gostoso.

Eu agarrei ela pela cintura, apertando bem do jeito que ela gosta. O tesão dela era tão grande que ela não aguentou e gozou na minha boca, ficando ainda mais molhada.

Ela ficou quase 1 minuto gozando e rebolando na minha cara e eu não conseguia (nem queria) parar de chupa-la, até que ela caiu para o lado na cama dizendo que estava sensível.
— Aaaah, Luaninha — eu disse — você gozou bem gostoso pra mim, agora é minha vez.

Puxei ela para mim, virei ela de quatro e coloquei ela perto da parede, para que ela pudesse usar de apoio. Ela estava completamente encharcada e entregue.

— Empina essa bundinha pra mim, vai. Eu sempre quis te comer assim, Luaninha.

Então minha esposa empinou a bunda, a partir desse momento eu não via mais minha esposa era apenas a bunda de Luaninha e meu pau extremamente duro. A imaginação se misturou com a realidade e eu posicionei a cabeça na entrada. Por ela ter acabado de gozar seu canal estava mais contraído. Ao começar a meter já fui falando para ela:

— Nossa, Luaninha, como você é apertada, será que aguenta tudo?

Ela ficou doida, começou a gemer e pedir para meter tudo, rebolava e pedia para eu comer ela. Então obedeci e meti bem fundo. Ela deu um grito e depois continuou gemendo, segurando o lençol com força enquanto continuava rebolando.

— Desse jeito eu não vou aguentar muito (realmente não ia, depois da punheta e do boquete eu estava no meu limite).

Falei com uma voz grossa e assertiva.

— Amor, hoje você vai escolher aonde eu vou gozar na Luaninha, escolhe logo pois estou quase la!

Ela gemeu mais uma vez e disse com uma voz manhosa:

— Goza dentro, vai. Joga tudo dentro dela!

Essa foi a gota d’água, com uma estocada final enfiei tudo o que coube dentro dela, ficando apenas 1 dedo de fora, mas vi que não entrava mais. Eu nunca havia ficado tão duro. E gozei. Percebi que ela estava se tocando (insaciável) e anunciou novamente que estava gozando após meu orgasmo. Após um momento para nos recuperarmos, eu dei um beijo intenso nela, e ela perguntou:

— O beijo é meu ou da Luana?

Eu respondi:

— Das duas, agora levanta que vou te dar um banho…

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