Maio 21, 2026

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Melada no carro

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Eu me chamo Anna, baixinha, peitos grandes e pesados que balançam livres, pele clarinha que fica toda vermelha e quente quando o tesão sobe.Hoje eu estou de Vestidinho de cetim preto curtinho, macio, colado nos mamilos duros como pedrinhas. Perfume baunilha doce da Granado no pescoço, nos pulsos, entre os seios… e o cheiro natural da minha bucetinha já começando a vazar desde o fim do expediente.

Saí do escritório às 21h40, coração já batendo forte porque sabia que Augusto estava me esperando no carro estacionado no beco escuro atrás do prédio. Eu tinha passado o dia inteiro pensando nele: bucetinha inchada, calcinha branca de algodão completamente melada, o tecido colado nos meus lábios grandes e no clitóris sensível. Cada passo no escritório fazia o pano esfregar, me deixando mais molhada. Quando entrei no carro, sentei no banco do passageiro e abri um pouco as pernas sem falar nada.

Augusto já estava duro pra caralho. Branquinho, meio gordinho, barriguinha macia, barba meio longa roçando meu ombro quando ele se inclinou pra me beijar. O cheiro dele invadiu o carro: suor masculino, perfume amadeirado e aquele cheiro forte de pau duro que me deixa louca. O volume na calça dele estava monstruoso

— pau grosso, veias saltadas, cabeça grande inchada marcando o tecido, já vazando pré-gozo que deixava uma mancha úmida e cheirosa.

— Porra, Helena… você saiu do trabalho com essa bucetinha melada dentro da calcinha, né?

(voz rouca, mão subindo pela minha coxa grossa.)

Ele dirigiu uns minutos até um estacionamento mais escuro, quase deserto. Parou o carro, desligou o motor. A mão dele foi direto pra baixo do meu vestidinho. Dedos grossos apertaram minha buceta por cima da calcinha encharcada.

— Caralho… tá encharcada, amor. Sente só como tá quente e molhada…

(Ele esfregou o tecido contra meus lábios, pressionando o clitóris. Eu gemi alto, quadril rebolando contra a mão dele.)

— Tira… tira minha calcinha agora, Augusto… quero ficar peladinha pra você.

Ele não esperou. Puxou minha calcinha branca devagar pelas coxas, passando pelos joelhos, pelos tornozelos. O tecido estava transparente de tanto mel, cheiro forte de buceta safada subindo no carro. Ele levou a calcinha ao nariz, inspirou fundo, gemendo como um animal:

— Delícia… cheiro de puta no cio. Essa calcinha tá ensopada, Helena. Você passou o dia todo trabalhando assim, pensando no meu pau?

Eu estava vermelha, ofegante, pernas abertas no banco. Ele jogou a calcinha no banco de trás e enfiou dois dedos grossos de uma vez na minha buceta lisinha, sem aviso. Minhas paredes apertaram forte, sugando os dedos dele. O som molhado schlick-schlick encheu o carro.

— Aaaahhh porra… assim… mete fundo… — gemi, voz quebrada, agarrando o braço dele. Meus peitos grandes subiam e desciam rápido dentro do cetim fino, bicos duros roçando o tecido.

Ele metia ritmado, curvando os dedos, batendo direto no ponto G enquanto o polegar girava no meu clitóris inchado. Barba roçando meu pescoço, respiração quente e pesada no meu ouvido:

— Rebola nessa mão, safada… deixa esse mel escorrer todo no banco. Quero ver você gozar antes de chegarmos em casa.

Eu rebolava desesperada, buceta pulsando, mel escorrendo pelos dedos dele, pingando no banco de couro. O cheiro de buceta molhada misturado com o cheiro forte do pau dele latejando na calça estava insano. Ele apertava meu peito com a outra mão, beliscando o bico com força, puxando.

— Goza pra mim, Helena… goza bem gostoso na minha mão enquanto ainda tá com o cheiro do trabalho…

Eu gozei forte, corpo tremendo inteiro, buceta apertando e soltando jatos quentes na palma dele. Gemi alto, quase gritando, unhas cravadas no braço dele. Ele tirou os dedos devagar, lambendo tudo, gemendo de prazer com o meu gosto.

— Agora senta no meu colo, amor. Quero sentir essa bucetinha peladinha esfregando no meu pau ainda dentro da cueca.

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