Maio 27, 2026

6 Visões

Maio 27, 2026

6 Visões

Irmãos me comeram toda

0
(0)

Sou a Raquel, tenho 37 anos, casada há 4 anos com o Júlio, de 42. Desde que nos conhecemos criamos uma conexão maravilhosa e somos muito parecidos em quase tudo, incluindo nos nossos fetiches mais pesados, entre eles, relacionamento aberto.

Júlio nunca foi ciumento, muito pelo contrário. Ele nunca reclamou de roupas curtas, de contato com outros homens nem nada do tipo. Quando abrimos o relacionamento, exploramos muito o meu lado hotwife e o lado dele de cuckold, ou corno manso. Ele se deliciava com as histórias que eu contava quando voltava de encontros, ao passo que ele tinha que implorar para ter minha permissão para sair com outras mulheres.

O que vou relatar aconteceu em Abril de 2026, quando, devido a uma viagem do meu marido para o exterior prevista para durar 4 meses, alterei meu status de relacionamento em algumas redes sociais para solteira, só pra ver o que aconteceria, e fiz isso porque meu marido propôs, só por diversão. Entre muitas mensagens de bons amigos e amigas perguntando, a maioria comigo respondendo que tinha cometido um engano nas configurações e já iria mudar, uma me chamou a atenção:

-Estava esperando o dia que aquele frouxo ia tomar um pé na bunda… Bora se ver?

Essa mensagem veio do Diego, meu ex. A gente terminou porque ele era um encostado, só queria saber de beber, fumar e malhar, sem visão de futuro, mas que na cama era um deus: malhado, atlético, insaciável… e com uma piroca enorme, de 22cm, grossa como uma garrafa de 500ml de água. Eu sempre senti saudade daquela rola, daquela pegada, da forma como ele me tratava na cama…

Não deu outra. Enquanto eu dizia aos outros sobre meu “erro”, pra ele a conversa foi diferente.

-Ah, cansei de sentar em pau pequeno rsrsrsrs. – respondi via áudio.

Ele me ligou e nem perdeu tempo com conversinha fiada. Me chamou pra casa dele na hora, disse que pagaria uber se fosse o caso. Obviamente aceitei.

Coloquei um vestidinho médio, que ia até o meio das coxas, sem alça, tipo top e nada mais. Sem sutiã, sem calcinha, só ele e minha pele. O uber chegou rapidinho e a viagem foi curta, já que moramos pertinho, uns 5km. Chegue por volta das 2 horas da tarde.

Diego me esperava no portão. Bermuda de surfista, regata e aqueles músculos. Sua pele negra brilhava no sol. Parecia uma obra de arte.

Me recebeu com um beijo longo e doce e sem demora me arrastou pra dentro do cafofo. A casa continuava igual. paredes descascadas, móveis velhos, cheiro de maconha. Mas aquele perfume barato, aquele cheiro me macho…

Ele me pegou no colo e me grudou na parede. Aqueles braços fortes me erguiam como se eu não tivesse peso.

Gozei só de sentir o volume do pau dele roçar na minha buceta. Ele se ligou que eu tava sem calcinha e tirou o pau pra fora. Pele com pele. Gozei de novo, mordendo o ombro dele e tentando lembrar como pude deixar um pauzudo daquele.

Ele sorriu ao percebeu meu orgasmo. Achei que ele fosse esperar, mas quando ele me deu um tapa e cuspiu na minha cara me chamando de cachorra, gozei de novo.

-Você acha que eu vou te tratar com carinho igual aquele seu frouxo, ta enganada! Vou te estourar toda, sua putinha! Vou socar bem fundo até você esquecer dele e voltar pra mim….

Eu ia falar pra ele esperar. Ia propor que eu o chupasse até engasgar. Ia implorar pra ele gozar na minha garganta como antigamente e me bater até estar duro de novo. Mas não pude.

O pau dele, enorme, duro, maravilhoso, me invadiu sem esforço. Minha bucetinha ardeu, queimou, mas não queria que ele parasse. Era igualzinho antigamente, uma dorzinha boa, uma sensação de tortura maravilhosa. Pelo menos ele teve a misericórdia de esperar o pau dele escorregar todo antes de começar a me foder loucamente; perdi a conta de quantos orgasmos tive um depois do outro. Só de lembrar meus dedos tremem.

Ele não me comeu. Me devorou. Em pé, ele tinha me rendido, eu não tinha reação. Apenas viajei no prazer, no tesão e naquela sensação maravilhosa de entrega.

Quando ele me jogou no sofá com força e me virou, vacilei. Eu sabia que ele ia me arrebentar e fiquei com medo. Mas ele me dominou. Suas mãos poderosas me domaram. Ele me agarrou, abriu minha bunda e cuspiu com precisão. E logo sua rola estava em mim de novo, com força, com vontade.

-Olha só… Quem será que tava com saudade? Diz pra mim, sua puta, aquele viadinho te comia gostoso assim?

Eu não respondi porque achei que era uma pergunta retórica. Mas quando ele colou no meu rosto e me apertou, tive que responder. Seu pau batia no meu útero. Suas bolas grandes batiam no meu grelinho, me fazendo gozar cada vez mais.

-Responde, cadela! Responde agora!

-Aquele frouxo não sabia me comer! Me come, cachorro, fode sua vadia! Me toma de volta!

Ele riu:

-Você acha que eu quero uma puta como você de volta? Escuta aqui, vagabunda: vou te encher de porra e te mandar de volta pro corno!

Cada palavra que ele dizia era uma estocada. Aquele pauzão batendo no meu útero me fazia gozar igual uma doida, machucava mas era tão gostoso que valia a pena. Depois de anos minha bucetinha ainda tinha as manhas pra engolir ele todo.

Ele tapou minha boca quando eu gritei de prazer no momento que ele enfiou um dedo no meu cuzinho. Entrou fácil, escorregou pra dentro e logo depois ele colocou outro dedo. A piroca me fodendo junto com os dedos. Gozava de pingar. Não lembrava direito quando havia sido a última vez que eu gozava daquele jeito.

Diego me comeu por vários minutos sem parar. Eu perdi a conta de quantos orgasmos tive em sequencia. Ele por fim parou, cansado, suado e ofegante. Se sentou no sofá, jogado, e agarrou meus cabelos com força. Me colocou pra mamar. A pica dele tava todinha melada, o melzinho branco que ele arrancou de mim. Depois que limpei o pau dele todo, fizemos um 69, com ele me chupando e fodendo meu cuzinho com dois dedos. Eu mal conseguia engolir o pau dele, mas era boa no boquete e ele adorava.

Foi quando ouvi um barulho vindo da cozinha, cômodo ao lado de onde a gente tava. na hora, gelei. Parei de mamar e olhei pra porta. Vi movimento. Olhei pra Diego e ele riu:

-Relaxa, cachorra… É meu irmão… Lembra dele?

O irmão dele, Josué, tinha 15 anos quando a gente terminou. Era um garoto magrelo, negro como ébano, bem diferente do irmão que era bombado. Fiquei assustada, tentei levantar, mas ele agarrou minha cintura. Ele me virou pra ficar montada nele e encaixou o pauem mim, me invadindo de novo. Eu estava tensa e me desesperei quando ele chamou o irmão:

-Aê, Jô, cola aqui!

Ele me agarrou de uma forma que eu não pude lutar contra. Eu me desesperei, mas como não tinha o que fazer, apenas escondi meu rosto no ombro dele. Não olhei, mas ouvi os dois falando:

-Eita porra! – Josué exclamou, genuinamente surpreso pelo tom de voz.

-Ae maninho, você lembra da Raquel? Aquela que eu pegava uns anos atrás?

-Lembro sim… Sua ex, a branquinha que vinha aqui sempre! Que gostosa!

-Cola ae, irmão! Vamos comer ela juntos, trazer ela de volta pra família!

Mesmo sem ver, senti que ele se aproximou. Sussurrei no ouvido do Diego:

-Não faz isso… Não faz isso comigo…

Ele me apertou ainda mais forte.

-Fica quietinha… Você vai gostar…

O pau do Diego latejava dentro de mim quando senti as mãos do Josué na minha cintura. Diego riu quando eu arqueei o corpo ao sentir o pau de Josué pincelar meu cuzinho. O novinho respirava fundo e apertava minha bunda com força.

-Que rabo delicioso… Mano…bati várias punheta pra essa putinha, ta ligado, né?

Diego riu e disse no meu ouvido:

-Tá vendo, vadia…. Tinha um fã e nem sabia…

Eu tremia. Não sei se era medo e vergonha… Ou prazer e tesão, aquela sensação de ser submetida. Não era novidade; já havia transado com dois, três ao mesmo tempo… Mas nada igual isso. Diego percebendo que eu estava dura, travada, acariciou meus cabelos gentilmente enquanto conversava com o irmão:

-Batia várias ouvindo a gente trepar… Isso quando não assistia escondido pelo vão da porta, né, safadão!

Josué riu alto:

-Tá ligado né? Era melhor que ver vídeo pornô. Gostosa do caralho!

Senti ele forçando a rola contra meu cuzinho, mas travei. Comecei a me mexer e reclamar. Diego percebeu que eu precisava de um tempo. Ele me soltou e eu me sentei no sofá. Olhei pra ele com raiva:

-Caralho, cara, você tá mesmo me tirando! Que porra é essa?

-Ah, qualé!

-Qualé é o cacete, meu! Nossa, cortou o clima total…

Ele me olhou enquanto o sorriso morria do rosto dele. Eu tava falando sério. Me senti tão humilhada, tão suja, que senti até frio. Busquei me cobrir. Josué percebeu e entregou meu vestido que estava no chão e se sentou no outro sofá, subindo a bermuda. Diego por sua vez se levantou e foi pra cozinha.

O silêncio tomou conta. Diego voltou e me deu um copo d’água. Não falou nada. Nem Josué.

Resolvi quebrar o silêncio depois de me acalmar:

-Cara… na moral… Eu to aqui, na sua casa… A getne transando mó gostoso e você me lança uma dessas… É pra foder mesmo!

-Firmeza Raquel! Foi mal, caralho! Foi na emoção, sem pensar!

-Poxa cara… Que situação… E agora?

Ele riu, zombeteiro como sempre:

-Agora você se acalma e a gente segue o baile, ué… Ou, se já era, já era. Chama o uber ai que te faço o pix… Mas foi mal, viu, gatinha… Tá ligada que eu só queria apimentar as coisas… Queria até ter feito isso antes, mas o Jô era ‘de menor’… Ai é foda!

Josué nem conseguia me encarar.

-Cara, eu não sou burra; eu via ele olhando a gente. Até gostava de ser assistida. Juro que se você tivesse avisado antes, ou me perguntado… Ia ser diferente.

-Relaxa Rá! Suave! Foi mal, não vai mais acontecer! Rapa fora, Jô. A DR aqui vai ser longa!

Josué levantou mas eu mandei ele sentar.

-Senta ai! DR é o caralho!

Eu me levantei e fui na direção do Josué. Mais calma, entendendo onde eu estava e o que ia acontecer, fui tomando o controle. Eu não era uma garota emocionada. Não ia sair por baixo. Com firmeza na voz, disse:

-Já que você assistiu tanto a gente, Jô, agora é a vez do seu irmão assistir.

Fui na direção dele e me agachei no chão. Meu vestido ficou pra trás. Olhei pro Josué como uma dominadora, como se eu estivesse no controle. Agarrei a bermuda dele e puxei pra baixo. O pau dele estava mole, mas eu cai de boca e rapidinho ele endureceu.

Era uma rola bonita. Roliça por completo, parecia uma escultura, sem envergadura pra nenhum lado. Depilado por completo, até brilhava. Era de tamanho normal, uns 16 ou 17cm e grossinha. As bolas eram pequenas. Era totalmente diferente do Diego, que era um cavalo.

e eu mamei aquela rola até engasgar. Ele sim eu conseguia engolir tudo. Jô me guiava pelos cabelos, dando tapinhas na minha cara, acariciando minhas costas e meus seios. Quietinho, parecia ter uma timidez, que me deixou ainda mais fogoza. Só parei de mamar quando senti minha buceta pedindo rola, vibrando. Me levantei e sentei no colo dele, de lado, impossível dele me penetrar, e disse, olhando pro Diego, que lambia os beiços assistindo:

-Vai assistir de camarote enquanto seu irmão me fode toda. Se for um bom menino… Se se comportar… Quem sabe eu deixo você brincar também… Entendido?

Ele apenas acenou com a cabeça concordando e se arrumou no sofá. Ai me virei pro Jô, que me acariciava e fiquei por cima dele.

A sensação foi ótima, embora, confesso, decepcionante. Mal podia sentir o menino. De verdade, a rola dele chegou a escapar de tão arrombada que eu estava. Mas apenas de ficar sentando e raspando meu grelinho na virilha dele, gozei. Ele beijava e chupava meus mamilos como se fosse tirar leite, uma delícia. Aqueles lábios cheios, aquela pele lisa, aquele corpo novinho…

Me levantei e fiquei de quatro no sofá. Ele veio por trás pra continuar comendo minha pepeka, mas eu direcionei o pau dele pro meu cuzinho. E, devagarinho, ele foi me invadindo. Super gostoso. Conseguia sentir cada centímetro agora. Deixei ele me enrrabar até cansar. Tomei tanto tapa que até doeu, mas não pedi pra ele parar. Pelo contrário: queria mais!

Fiz ele se sentar e cavalguei gostoso aquele novinho. Meu cuzinho engolia o pau dele todo e minha bucetinha pingava. Ai me virei, cavalgando de costas pra ele. Diego assistia tudo com o pau na mão. Não resisti e chamei ele. Agora eu tava pronta pra receber os dois.

Diego se posicionou e foi pincelando o pau na minha buceta até melar toda a cabeça. Eu agarrei ele pelo pescoço e forcei ele contra mim. Entrou a cabeça e eu mordi os lábios. Ele agarrou minhas pernas e meteu tudo, bem fundo. Gozei de novo na DP. Sinceramente, já tinha feito outras DPs, mas essa era especial, sei lá, acho que porque eram irmãos e os conhecia fazia tempo. Dois negões dentro de mim me fodendo. Acho que meu marido iria adorar assistir sentado numa cadeirinha num canto com as mãos amarradas. Só de pensar nisso, meu tesão aumentou ainda mais e aumentei o ritmo da foda.

Por algum tempo eu estive no controle. Mas eram dois contra uma e logo eles me dominaram. Eu até tentei relatar aqui, mas sinceramente não lembro a ordem que as coisas aconteceram; basta saber que eles me comeram de tudo que é jeito, forma e posição. A única coisa que não rolou foi anal com o Diego, algo que eu já tentei no passado e nunca foi bom, sempre me machucou demais.

Os dois gozaram dentro: Jô no meu cuzinho, me encheu de porra até escorrer pra minha buceta, que Diego tava comendo e não parou. Diego demorou muito pra gozar, demorou tanto que Jô teve tempo pra respirar e ficar de pau duro de novo. Tomei uma jatada na buceta que senti bater no útero, uma delícia. Foi mais de uma hora de sexo.

Tomamos uma ducha juntos, rindo e brincando. Diego tinha que ir pro trabalho e me ofereceu uma carona, mas resolvi ficar um pouco mais pra curtir com o novinho. Josué me comeu gostoso no quarto dele, uma foda bem romântica e devagar e gozou dentro da minha bucetinha. O safado era taradinho: depois de gozar, ficamos nos beijando por um tempão e ele ainda queria mais, mas eu tinha que voltar pra casa.

Voltei pra casa com as pernas bambas e com o corpo moído. Cheirava a sexo, porra e perfume barato. Capotei de tal forma que nem ouvi meu celular tocar: era meu marido. Respondi ele apenas no outro dia e ficamos mais de 2 horas falando do ocorrido. Eu sabia que ele ia adorar saber.

Eis que ele me pede pra chamar os dois pra vir em casa e, ainda mais extremo, pra eu fazer uma ligação de vídeo humilhando ele, xingando, fazendo ele de corno, coisa bem extrema mesmo. Fiquei receosa, mas ele insistiu por uns 3 dias e eu, revigorada, aceitei. Liguei pro Diego e combinamos deles virem passar uma tarde comigo.

O que achaste desta história?

Clique numa estrela para o classificar!

Pontuação média 0 / 5. Contagem dos votos: 0

Até agora, nenhum voto. Seja o primeiro a avaliar esta história.

Deixe um comentário

Também pode estar interessado em

minha fantasia cumprida

relatoseroticos.es

23/06/2010

minha fantasia cumprida

Colegas de quarto

anônimo

24/07/2025

Colegas de quarto

Em um amigo

relatoseroticos.es

01/08/2011

Em um amigo
Scroll to Top