Junho 15, 2026

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Pacto de Chocolate e Marfim

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Parte 1: O Pacto das Confissões

Tudo começou com uma aba anônima no navegador e aquela coceira de “e se?” que a proximidade do casamento traz. Eu, Amanda, vinte e cinco anos, noiva, com a vida teoricamente desenhada. Tenho esse meu jeito mais meigo, o cabelo cortado em um Chanel certinho que molda meu rosto, e um corpo que cuido na academia, mas que pouca gente realmente conhece a fundo. Minha pele é aquele tom marrom-bombom que eu sempre curti, mas que nunca achei que causaria tanta reviravolta na minha cabeça até conhecer o Pedro virtualmente.

Pedro também estava de casamento marcado. Ele tinha vinte e seis anos, era branquinho, de traços claros, e confessou que sentia o mesmo frio na barriga que eu: aquela curiosidade do que estava prestes a deixar para trás. Nas conversas por chat, que eu apagava minuciosamente a cada dez minutos com o coração na boca, o papo evoluiu. Ele mencionou o Júlio, seu melhor amigo e padrinho, namorador, mas também branquinho e curioso. Foi quando a ideia absurda nasceu: uma despedida de solteiro dupla, escondida de tudo e de todos. Mas eu não podia ir sozinha. Eu precisava da Vanessa.

Vanessa é minha melhor amiga, minha madrinha de casamento e minha confidente. Ela tem vinte e quatro anos, um corpo atlético de dar inveja, os cachos volumosos e a mesma cor marrom-bombom que a minha. A diferença? Ela já era casada. E tão inexperiente em termos de “aventuras” quanto eu.

Chamei a Vanessa para minha casa em uma tarde de chuva. Tranquei a porta do quarto e sentei na cama, com as pernas cruzadas, sentindo minhas mãos suarem.

— Van, eu preciso te mostrar uma coisa. E você tem que jurar, pela nossa amizade, que não vai me julgar.

Ela riu, jogando os cachos para o lado, achando que era alguma bobagem sobre o vestido. — Fala, Amandinha. Tá me deixando assustada.

Abri o notebook e mostrei o histórico recente das conversas com o Pedro. Conforme ela lia, os olhos dela iam se arregalando. O silêncio no quarto ficou tão pesado que eu conseguia ouvir a chuva batendo na janela.

— Amanda… você enlouqueceu? — ela sussurrou, mas a voz dela não tinha raiva, tinha choque. E um toque de… curiosidade. — Você tá falando com um cara? Um noivo?

— Ele é de fora, Van. Ninguém conhece a gente. E ele tem um amigo, o Júlio. Eles são brancos, limpinhos, novos… — Minha voz falhou um pouco, o rosto queimando de vergonha. — Van, a gente nunca… sabe? Nós duas passamos a vida inteira com caras da nossa cor, do nosso ciclo. Eu nunca estive com um homem branco. Nem você. E eu vou casar. É agora ou nunca.

Vanessa engoliu em seco. Ela se levantou, andou até o espelho do meu quarto, alisando a própria cintura sobre a calça legging. Eu conhecia minha amiga. Vi o exato momento em que o moralismo dela duelou com o desejo do proibido.

— Mas eu sou casada, Amanda. Se o meu marido sonhar…

— Ele nunca vai saber. Vai ser só uma noite. Nós quatro. Um hotel discreto. A gente se protege, faz tudo direitinho, mata essa vontade que tá matando a gente por dentro e volta pra nossa vida real. Por favor… eu não tenho coragem de ir sem você. Somos nós duas contra o mundo, lembra?

Vanessa se virou, as bochechas dela também estavam coradas. Ela sentou do meu lado na cama, nossas coxas marrons contrastando com o lençol claro.

— Eles são bonitos? — ela perguntou, a voz num fio.

Sorri, sentindo um arrepio na espinha. — O Pedro me mandou uma foto de rosto e de corpo com o Júlio. Eles são lindos, Van. Bem clarinhos, compridos… parece outra realidade.

— Ai meu Deus… — ela escondeu o rosto nas mãos, rindo de puro nervosismo. — A gente vai mesmo fazer isso? A gente é muito boba, Amanda. Nós não temos malícia nenhuma para essas coisas.

— A gente aprende lá — respondi, meu coração parecia uma bateria de escola de samba.

Peguei o celular e digitei para o Pedro, que estava online esperando uma resposta: “Tudo certo. Minha amiga topou. Quinta-feira, às nove da noite. Escolham o lugar e mandem a localização.” Quando a mensagem foi visualizada, olhei para a Vanessa e nos abraçamos, rindo e tremendo como duas adolescentes prestes a cometer o maior crime de suas vidas. O proibido já estava nos excitando antes mesmo de começar.

Parte 2: A Noite dos Desejos

O clima dentro do carro na quinta-feira à noite era elétrico. O ar condicionado estava no máximo, mas Vanessa e eu suávamos frio. Estávamos arrumadas, mas sem exageros, bem do nosso jeitinho meigo e esportivo. Quando estacionamos na vaga privativa da suíte master do motel que eles escolheram, meu estômago deu uma volta completa.

Subimos as escadas de mãos dadas. Quando a porta se abriu, lá estavam eles. Pedro e Júlio. Eles eram exatamente como nas fotos, mas ao vivo a brancura deles parecia ainda mais destacada sob as luzes indiretas e azuladas do quarto. Pedro era alto, tinha um olhar tímido que combinava com o meu. Júlio tinha um sorriso de canto, mas dava para ver que as mãos dele, enfiadas no bolso do jeans, também denunciavam o nervosismo.

— Oi… — Pedro disse, com a voz um pouco rouca. — Vocês são ainda mais lindas pessoalmente.

— Oi — respondi, sentindo o Chanel do meu cabelo balançar quando desviei o olhar, envergonhada.

Júlio quebrou o gelo pegando duas taças de espumante que estavam na mesa. — Para o nervosismo. Acho que tá todo mundo na mesma página aqui, né? Todo mundo com o coração na boca.

Esse comentário desarmou a gente. Rimos, um riso frouxo e gostoso. Nos sentamos no sofá redondo da suíte. A conversa começou travada, mas o álcool e o magnetismo do ambiente foram fazendo efeito. Pedro se sentou mais perto de mim. A pele do braço dele, muito clara e com alguns pelos loiros, encostou na minha pele marrom. O contraste visual era absurdo, lindo. Senti um calor forte descer pelo meu ventre.

Pedro virou meu rosto delicadamente pelo queixo. — Posso? — ele perguntou, a inexperiência dele transparecendo no tom cuidadoso.

Apenas fechei os olhos e assenti. O beijo dele começou calmo, lábios macios, um gosto doce do espumante. Mas logo a língua dele pediu passagem e o beijo esquentou. Ao lado, ouvi o suspiro audível da Vanessa quando Júlio começou a beijar o pescoço dela, as mãos dele subindo pela cintura atlética da minha amiga.

A partir dali, as roupas pareceram simplesmente evaporar. Não teve pressa, foi um processo lento de descoberta. Quando ficamos os quatro nus em cima da cama gigante, o visual era de tirar o fôlego. Minha pele e a da Vanessa pareciam reluzir como chocolate sob a luz do quarto, enquanto Pedro e Júlio formavam uma moldura clara e esculpida ao nosso redor.

Pedro deitou comigo no centro da cama. Ele começou a morder meus lábios enquanto suas mãos desciam pelos meus seios. Meus seios são firmes, durinhos, e quando a boca dele, quente e úmida, envolveu o meu bico, eu soltei um gemido alto, sem conseguir me segurar. Ele chupava com vontade, fazendo um som estalado que ecoava no quarto, a saliva dele brilhando na minha pele escura.

Olhei para o lado e vi Júlio de joelhos entre as pernas da Vanessa. Ela estava de olhos fechados, as mãos cravadas nos lençóis enquanto Júlio, com toda a dedicação do mundo, chupava a bucetinha dela. Dava para ouvir os estalos molhados da língua dele nela. Vanessa gemia baixinho, um som sôfrego, as coxas tremendo com a falta de experiência em receber aquele tipo de atenção tão intensa.

— Amanda, olha pra mim — Pedro pediu, a voz grave, o pau dele já completamente ereto e latejando, muito branco e rosado na ponta, encostando na minha coxa.

Eu me ajoelhei diante dele. Nunca tinha feito aquilo com tanta vontade. Segurei o membro dele, sentindo as veias pulsarem, e levei à boca. Comecei a dar um boquete lento, engolindo até onde conseguia, sentindo o gosto dele. Pedro segurou o meu cabelo Chanel para trás, respirando fundo, os olhos fechados, soltando palavrões baixinhos de puro prazer. Do meu lado, Vanessa, inspirada, fez o mesmo com o Júlio. O quarto virou uma sinfonia de gemidos abafados, estalos de saliva e o cheiro do desejo tomando conta de tudo.

— Vamos colocar a camisinha — Pedro disse, a voz trêmula, o autocontrole no limite.

Ele pegou o pacotinho, as mãos dele tremiam tanto que eu tive que ajudar a desenrolar o látex no pau dele. Júlio fez o mesmo.

Pedro deitou de costas e me puxou para cima dele. Eu sentei no colo dele, guiando a ponta do pau dele para a minha entrada, que já estava completamente encharcada. Quando ele entrou, soltei um grito agudo de prazer. Era uma sensação de preenchimento deliciosa. Comecei a me mover para cima e para baixo, vendo o contraste do meu quadril marrom subindo e descendo contra a barriga clarinha dele. Os estalos da nossa pele se batendo — clac, clac, clac — eram incrivelmente excitantes.

— Vira de quatro, Amanda, por favor — Pedro pediu, a respiração totalmente descontrolada.

Eu mudei de posição, apoiando os joelhos e os cotovelos no colchão, empinando a bunda. Pedro segurou firme nos meus quadris, os dedos dele afundando na minha pele firme, e desferiu uma estocada profunda.

— Ai, Pedro! Isso, vai… — eu gemia alto, jogando a cabeça para trás. Ele começou a meter com força, o som da carne batendo contra a carne preenchendo o ambiente.

Do meu lado, Vanessa estava na mesma posição com o Júlio. A cena era puramente erótica: duas mulheres marrons, melhores amigas, sendo possuídas por dois homens brancos que pareciam hipnotizados pelos nossos corpos. Júlio dava tapas estalados na bunda da Vanessa, deixando marcas avermelhadas que logo sumiam na pele dela, fazendo-a gemer em um tom quase de choro, de tão gostoso que estava.

Mudamos de posição várias vezes. Fodemos de lado, com uma das minhas pernas no ombro do Pedro, o que permitia que ele entrasse ainda mais fundo, roçando no meu colo do útero e me fazendo ver estrelas. A inexperiência deles trazia um vigor selvagem, eles não sabiam dosar, era tudo na base da entrega total e do tesão acumulado.

Depois de muito tempo de uma foda intensa, suada, com os corpos colados e o cansaço gostoso batendo, sentimos que estava chegando o final. Pedro me puxou pela cintura, saindo de dentro de mim, a camisinha já cheia de vapor. Júlio fez o mesmo com a Vanessa.

Eles tiraram os preservativos com cuidado. Pedro segurou o meu rosto com uma das mãos, enquanto a outra masturbava o próprio pau rapidamente, a centímetros da minha boca e do meu colo.

— Vou gozar, Amanda… vou gozar muito… — ele avisou, os olhos revirando.

Júlio estava na mesma situação com a Vanessa. Em questão de segundos, os jatos quentes e brancos começaram a voar. Pedro gozou primeiro, uma quantidade enorme de porra quente espirrando no meu peito, subindo pelo meu pescoço e um pouco perto do meu queixo. Eu olhava para aquilo fascinada, a porra branquinha e espessa escorrendo pela minha pele marrom. Júlio gozou logo em seguida, sujando a barriga e os seios da Vanessa, que soltou um riso arfante de puro alívio e êxtase.

Ficamos ali deitados, os quatro, tentando recuperar o fôlego entre os lençóis bagunçados, o cheiro de sexo e suor flutuando no ar. Vanessa olhou para mim, com as bochechas coradas e o corpo todo lambuzado, e sorriu. Tínhamos tido a nossa despedida. Uma noite real, intensa, inesquecível, que ficaria guardada para sempre entre nós quatro e aquelas paredes.

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