Junho 15, 2026

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Pijama de três

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Essa noite fomos pra casa da minha amiga Carolina. Casa sozinha, pijama, as três de roupa confortável: short, top fino ou só um sutiã esportivo. A desculpa era ver filmes, mas todas sabíamos que a tensão sexual flutuava no ar.

Nos deitamos na cama enorme dela. Eu no meio, Valéria à minha direita e Caro à minha esquerda. Coloquei um filme qualquer, mas na primeira cena erótica (duas minas se beijando numa mesa) senti o clima mudar. Valéria mexeu a mão disfarçadamente entre as pernas, roçando o tecido do short. Vi ela morder o lábio.

Caro piscou um olho pra mim e, de brincadeira, tocou a virilha de Valéria por cima da roupa. «Já está molhada», sussurrou. Eu ri nervosa, mas também sentia o calor lá embaixo. Aí Valéria pegou minha mão e colocou sobre o peito dela. O coração dela batia rápido.

O que começou como brincadeira deixou de ser.

Tirei o short da Valéria. Ela não usava nada por baixo. A buceta dela já brilhava, os lábios rosados e abertos. Caro se inclinou e começou a lamber o clitóris dela com a língua bem aberta, devagar. Eu beijei Valéria na boca enquanto metia dois dedos dentro dela. Valéria gemia forte, arqueando as costas.

Caro parou de chupar e subiu em cima de mim. Me arrancou o top de uma puxada e mordeu meus mamilos. Adorei. Sentia minha buceta toda molhada. Aí Valéria se colocou atrás de mim, abriu minhas pernas e começou a lamber meu cu e minha boceta ao mesmo tempo. Meteu três dedos na minha vagina e um no meu cu. Eu estava encharcada, escorrendo. «Continua, não para», pedi.

Entre as duas me deixaram louca. Caro me beijava o pescoço e apertava meus peitos enquanto Valéria chupava minha buceta como se fosse a comida favorita dela. Gozei na boca dela, tremendo inteira.

Depois foi a vez da Caro. Nós a deitamos de costas. Abri bem as pernas dela, a buceta dela era peluda mas arrumadinha, muito sensível. Comecei a chupar o clitóris dela fazendo círculos com a língua. Valéria sentou na cara dela pra Caro lamber ela. Eu meti os dedos na Caro, primeiro dois, depois três. Sentia ela se apertando em volta. Quando Valéria gozou, Caro também gemeu forte e o jorro de líquido dela caiu na minha cara e no meu peito. Estava quente e meio adocicado.

Nós rimos, feitas uma bagunça, e entramos no chuveiro. Aí continuamos nos tocando. Usamos o chuveirinho no clitóris da Valéria, e ela quase caiu de tão intenso. Também enfiamos os dedos umas nas outras embaixo da água, rindo igual loucas.

Saímos encharcadas, sem nem nos secar direito, e caímos peladas na cama da Caro. Tiramos fotos em poses sensuais, peitos apertados, dedos penetrando, sorrisos cúmplices. Depois só nos beijamos devagar, até dormirmos as três agarradas.

Na manhã seguinte acordei com uma mão da Valéria na minha boceta e o rosto da Caro colado na minha nuca. Nos olhamos e caímos na risada. «Que loucura a de ontem», disse alguém.

Mas nenhuma se arrependeu.

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