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Junho 15, 2026

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Depilação com direito a boquete

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Vou contar pra você algo que realmente aconteceu comigo. Sou homem, 26 anos, sou branco, 1,85 m de altura e 88 quilos, com 2 anos de musculação, ao menos 5 vezes na semana.

Mês passado me separei da minha namorada, estávamos juntos há 6 meses. Depois de duas semanas do término, a vontade de transar já começou a ficar incontrolável. Baixei o Tinder, coloquei umas fotos e uma descrição legal; não demorou para já começar a dar matches.

Combinei de sair com uma garota no sábado, e tinha a intenção de ser apenas algo sexual. Então, marquei barbeiro, comprei um perfume e pensei em fazer algo que nunca tinha feito: uma depilação intíma com cera.

Na noite de quarta, saí para tomar uma cerveja com os amigos e conversar. No meio da conversa, falei sobre sair com alguém no sábado e que queria marcar uma depilação com cera, mas não sabia de um lugar que faria depilação íntima em homens. Na conversa, um colega meu disse que a esposa dele sempre fazia em um salão que ficava em uma sala comercial, em um prédio no centro da cidade, e que a mulher dele poderia ver com as meninas se lá faziam para homens. Concordei e agradeci, e logo mudamos de assunto.

Na quinta à tarde, recebi uma mensagem desse meu colega falando que as meninas não tinham o costume de fazer em homem, mas, como era indicação da mulher dele, elas fariam. Em seguida, mandou o contato do salão. Estava um pouco apreensivo e com vergonha, mas a vontade de ficar totalmente liso para a transa de sábado era maior. Assim, marquei a depilação para sexta, no último horário disponível.

Na sexta, eu estava muito nervoso. Nunca fui manuseado nas partes íntimas por nenhuma mulher a não ser na hora do sexo. Tomei um banho, passei hidratante corporal, perfume, respirei fundo e fui. No caminho do salão, estava ansioso e fui pensando em como seria, pensando se as mulheres achariam estranho um homem lá, se ficariam com medo de mim ou até se tirariam sarro…

Enfim, cheguei no prédio. Falei com a recepcionista e ela liberou a passagem. Na frente da porta, respirei fundo e apertei a campainha. A porta se abriu: uma menina linda, de uns 19 anos, olhos castanhos, cabelos loiros, quase dourados, pele branquinha, rostinho arredondado com uma expressão inocente, me atendeu com um sorriso lindo. Ela se apresentou e pediu para eu entrar em uma sala separada.

Fiquei bobo, só conseguia pensar em não ficar apaixonado. Depois de uns 2 minutos, ela entrou na sala com uma máscara e luvas. Perguntei se era ela mesma quem faria, ela disse que sim e começamos a conversar sobre assuntos aleatórios enquanto ela preparava as coisas. Esse papo antes me deixou muito tranquilo e à vontade, tirando a tensão e a ansiedade que eu estava sentindo. No meio da conversa, ela me disse: “Tire a roupa e deite na maca”. Fiz o que ela disse: primeiro a camiseta, depois a calça e as meias. Fiquei um instante de cueca e percebi que ela ficou com o olhar fixo na cueca, como se estivesse esperando eu tirar.

Com um frio na barriga, fui abaixando a cueca aos poucos e olhando no olho dela. Vi que ela engoliu seco. Nessa hora, percebi que a situação estava deixando ela com tesão e eu, respectivamente, comecei a ficar também. Em questão de segundos, meu pau começou a ficar quase ereto, começou a ficar cada vez maior e, quando faltava sair a ponta do pau, ele deu um pulo para fora da cueca e ficou semiereto. Aquilo nos fez dar risadas. Me deitei na maca e ela começou a passar a cera quente, primeiro na virilha e depois embaixo do saco. Meu pau estava meia-bomba, pois, mesmo a gente conversando sobre outras coisas, me dava tesão o jeito que ela olhava às vezes para ele, pesado, caído de lado. A dor da depilação era menor que o controle para não ficar duro de vez; então, apesar da dor que me gerava incômodo, o estágio de concentração em que eu fiquei para não ficar com o pau totalmente duro foi gigantesco.

Mas uma hora ou outra não teria como. Na hora em que ela começou a preparação de mais cera, ela fez um comentário sobre o tamanho do meu pau. Ela estava falando sobre o ex-namorado e que ela o depilava sempre, aí ela me solta: “Mas ele não era tão grande igual a você, hahaha”. Nisso, eu peguei o pau com a mão e balancei, falando que nem era tão grande assim. Aí ela tirou as luvas, pegou meu pau e mediu com o antebraço dela dizendo: “Olha só, como não? E ainda é grosso, olha só, minha mão nem fecha”.

Olhei aquelas mãozinhas brancas pegando meu pau e eu não aguentei segurar mais. Meu pau ficou muito duro, como não ficava há muito tempo, parecia uma pedra. Eu o sentia pesar e latejar. Rindo, ela disse: “Moço, o que é isso?!”. Eu, nessa hora, já larguei mão, peguei no meu pau e coloquei a mão dela de novo nele. Ela começou a movimentar com uma mão só e com muita vergonha, pois ela não parava de dar risada de nervoso. Aí eu me sentei na maca na frente dela, tirei a máscara dela, beijei sua bochecha e desci para o pescoço. Eu ouvi ela gemer baixinho e suspirar: “Moço, nã…”. Passei a mão na lateral daquele rostinho e a segurei pelo queixo, deixei ela olhando no meu olho enquanto guiava a mão dela no meu pau, que essa hora estava grande e grosso.

Quando percebi que ela já estava me masturbando sozinha, tirei minha mão e a beijei na boca. Em seguida, me ajeitei melhor sentado na maca, apoiando meus cotovelos e abrindo as pernas, deixando ela livre para aproveitar meu pau. Ela fazia movimentos de sobe e desce com uma mão e com a outra acariciava minhas bolas. Eu, explodindo de tesão, coloquei a mão por trás da cabeça dela e a guiei contra meu pau. Ela foi um pouco relutante, quase falando não, mas o tesão dela falou mais alto. Ela colocou a boca com tanta vontade que até me surpreendeu. Agora, sem mais vergonha, ela mamava com muito tesão. Ela babava muito, um boquete molhado demais. Ela passava a língua na lateral do meu pau e o batia contra o rosto, falando que era uma delícia; começava a me masturbar passando a língua no meu saco e embaixo dele, isso quase me fez gozar.

Fiquei de pé e a coloquei ajoelhada em umas almofadas, ela pegounum paso umido de passou onde havia depilado; aí é que ela virou profissional. Ela me mamava gemendo, acariciando meu saco e me olhando no olho. Colocava a boca quase até a metade do meu pau, engasgava, dava risada e começava de novo. Ela fazia uns movimentos com a cabeça que eram sincronizados com as mãos, e isso foi me dando muita vontade de gozar. Então eu a avisei que iria gozar. Eu achei que ela iria parar, mas ela disse: “Goza na minha boca”, e continuou a mamar.

Eu não aguentei, gozei toda a porra que havia em mim, já que estava guardando desde segunda para o encontro que teria no sábado. Gozei tanto que escorria na boca, no pescoço e no uniforme dela. Ela ainda continuou me chupando até meu pau ficar meia-bomba e, mesmo com a pele sensível, eu a deixei fazer o que quis. Quando acabou, ela olhou com um sorrisinho no rosto e disse: “Estou realizada”. Eu fiz um carinho na bochecha dela, ela se levantou, saiu da sala e eu fiquei sentado na maca.

Depois de uns dez minutos ela voltou, me deu um selinho e falou: “Agora dá para terminar”, e voltou a fazer a misturada, só que agora em silêncio. Eu ali, com o pau babado e em êxtase, não queria saber de mais nada; o que viesse dali para a frente era lucro. Puxei assunto com ela de novo e a depilação continuou. Às vezes ela falava do uniforme com porra e de como não cabia totalmente na boca dela, também do gosto ruim da cera, e mesmo eu ficando com tesão, não rolou mais nada.

Quando finalizou, eu ali todo dolorido da depilação, mas quase apaixonado pela garota, só pensava em vê-la de novo para, agora, transar. Fui com ela na mesinha que servia como espécie de caixa de pagamento, paguei e, na hora, ela brincou me falando que eu deveria pagar a mais pelo serviço extra. Demos risada e aproveitei o bom humor para pedir o número dela, mas ela falou que não poderia passar, pois, na verdade, ela não tinha ex, ela ainda namorava.

Aquilo mexeu comigo. Como assim não vou comer essa garota? Mas tentei ser maduro e disse: “Ah, ok, valeu a experiência, mas se quiser pode me chamar pelo número com que eu agendei o serviço”. Ela não respondeu nada, ficou apenas sorrindo. Ela me acompanhou até a porta e nos despedimos com um beijo no rosto.

Fiquei a semana passada toda pensando no que aconteceu e gostaria muito de reviver. Sei que, se acontecer, pode não ser tão bom quanto foi, mas aquele rostinho de anjo, o cheirinho suave e doce do perfume que ela usava, aquela pele macia, branquinha e rosada, aquela boca quente de tão molhada, misturada com uma safadeza, me fazem querer transar muito com ela.

Vim escrever aqui para meio que desabafar e ver se a esqueço.

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