Julho 13, 2026

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as aventuras de Amanda parte 1

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Quando eu era nova eu adorava ir com os garotos passear nas praças para beijar na boca e ficar me roçando com quase todos, mas, eu nunca tive coragem de ir além disso.

Até que eu conheci o meu marido, o Manuel.

Eu tinha 18 anos e ele tinha 10 anos há mais, logo no inicio nós transamos, eu era virgem e aquilo foi tudo de bom pra mim.

Acabei me apaixonando e nos casamos rapidamente.

Foram quase dez anos maravilhosos apesar de não termos tido filhos.

Mas, o sexo começou a ser coisa rara, sempre ele tinha uma desculpa ou o garoto dele não subia.

E quando conseguia, eu tinha que chegar logo no orgasmo ou ficava chupando dedo, ou, pau mole.

Hoje eu tenho 28 anos e ele tem 38.

Eu o amo, sério, mas ele não quer mais sexo, simples assim.

Cheguei a achar que ele tinha outra na rua, mas, o problema era falta de libido mesmo.

Ele já procurou um médico, já tomou remédios, mas nada adiantou.

Eu ficava muito puta da vida com isso, até que entendi que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Eu posso gozar na rua sem ele saber e continuar o amando sem problemas, é só não levar o “coração” pra putaria.

Tudo começou quando eu fui ao centro da cidade fazer algumas comprinhas.

O meu marido tinha ido trabalhar com o carro, sendo assim, eu tive que ir de ônibus.

Tudo estava tranqüilo, até que….

Bom, vou aproveitar para me apresentar melhor:

Me chamo Amanda, tenho 1,65 de altura, seios médios, quase grandes, cintura fina, cabelos castanhos escuros que vão até a altura dos meus ombros, pernas grossas e um bumbum arrebitado, não é exagerado, mas, chama muita atenção por onde eu passo.

Naquele dia que resolvi ir no centro da cidade sozinha, eu estava usando um vestidinho leve, solto, uma micro calcinha e sem sutiã.

Eu poderia ter pedido para o meu marido me levar, afinal, ele pode dar umas escapadinhas do trabalho tranquilamente, ele é advogado em um escritório e não teria problemas ao me levar e buscar no centro da cidade.

Mas eu queria presenteá-lo, e pra fazer isso direito eu não queria que ele fosse.

Enfim, tudo foi tranquilo e duas horas depois eu estava novamente dentro do ônibus voltando para a minha casa.

Foi quando entrou um cara no ônibus que despertou em mim algo novo.

Eu só tinha olhares para o meu marido, mas o tal cara era muito atraente.

Não era nenhum galã de novela, pelo contrario, ele tinha cara de homem bruto, safado, o tipo de cara que me desperta uma certa imaginação.

Vocês sabem.

Até aí tudo bem, eu olhei rapidamente pra ele e voltei a olhar para janela disfarçando.

O ônibus estava meio cheio, e não tinha bancos disponíveis, sendo assim, eu fiquei em pé a viagem toda.

Esse foi o problema.

O cara começou a chegar perto de mim, talvez tenha sido por causa da minha bunda arrebitada que o atraiu, não sei.

Logo o tal homem já estava atrás de mim, ele não encostou, mas talvez seria melhor se tivesse encostado, só assim a minha reação estava no modo automático, eu sei lhe dar com homens tarados, e estava pronta para lhe dar uma cotovelada ou fazer um escândalo.

Mas, o cara ficou quietinho sem encostar, aquilo me deixou louca, o que ele queria? Fiquei imaginando e isso só fez piorar a situação, pois eu gostei do filho da puta, e ele parado atrás de mim, só me fez imaginar loucuras com ele.

Dava pra ouvir a respiração do cara, dava pra sentir o seu cheiro, e tudo isso só me encheu mais de vontade.

Ele ficou uma eternidade ali, até que o ônibus fez uma curva e ele encostou, nossa, eu estava pronta pra fazer um escândalo no inicio, mas as coisas mudaram, eu gostei da encostada dele, adorei, me senti atraente, viva, eu já estava que ninguém mais me queria, e aquele homem com cara de tarado me mostrou que não.

Era uma bagunça a minha mente naquele momento, eu sentia que se ele fosse mais abusado eu batia nele, mas se ele fosse discreto, podia dar uma encostadinha de leve.

E fui isso que o safado fez.

Ele encostou novamente, bem rápido, discreto, achei aquilo gostoso.

Depois ele vez a terceira vez, um pouco mais lento, ficou roçando por alguns segundos na minha bunda.

Eu olhei para os lados discretamente para ver se alguém tinha percebido, e ninguém estava olhando.

Mas, o cara ficou parado, não voltou a encostar.

Confesso que fiquei decepcionada, o que eu tinha feito de errado? Será que ele estava com medo de eu reagir? bom, esta fase já tinha passado, eu queria sentir ele novamente, por isso eu esperei, esperei, e nada.

Naquele momento a minha boceta já estava gostando da situação.

Fazia alguns meses que ela não brincava e qualquer coisa safada como aquilo, deixava a minha xoxota pingando.

Então eu resolvi tomar a atitude.

Dei um leve passo pra trás pra ver se sentia o tal homem.

E aconteceu, eu encostei nele por alguns segundos.

Dei uma leve roçada com a minha bunda no pau dele e depois voltei pra frente.

Bom, se ele não reagisse com aquilo, eu ia me sentir péssima, com certeza.

Mas o cara era realmente safado.

Não demorou muito e ele encostou em mim novamente, desta fez com mais vontade, dava pra sentir a sua respiração perto do meu ouvido e a sua rola roçar na minha bunda.

Nossa, deu medo e tesão ao mesmo tempo, que delicia, que loucura.

Ele continuou ali, eu olhei rapidamente em volta pra verificar se alguém percebeu a safadeza, e fiquei feliz ao saber que ninguém tinha visto.

Então eu relaxei.

Ele foi roçando bem lentamente a sua pica na minha bunda, foi quando eu comecei a sentir que o pau dele estava ficando duro.

Mais uma vez tive medo e tesão.

Que rola dura e grande o cara tinha, nossa, adorei e tremi de medo.

Arrebitei mais a bunda pra sentir aquele gostoso cacete roçar nela, e a cada respiração dele a minha boceta encharcava mais.

Nossa, eu estava louca, fazia um tempão que eu não ficava assim.

Eu percebi que o meu ponto de descida estava chegando, então arrebitei ao Maximo o rabo para senti aquele cacete pela ultima vez.

Foi quando eu senti a mão dele alisar a minha bunda, gelei e fui embora, desci rapidamente do ônibus sem olhar pra trás.

Nossa, a minha calcinha estava encharcada, eu nunca imaginei que ia sentir tesão em um situação dessa.

Eu corri pra minha casa sem olhar pra trás, cheguei e fui logo tomar um banho pra acalmar o tesão.

Piorou, logo eu estava me tocando em baixo do chuveiro enquanto eu imaginava aquele desconhecido me comendo dentro do coletivo.

Gozei rapidinho.

Mas estava faltando algo, estava faltando rola na minha boceta, e disso eu não podia viver sem.

Fiz o jantar do meu marido e depois, esperei ele chegar do trabalho, vestindo apenas uma camisola transparente.

Ele tinha que me comer de qualquer jeito.

Até que ele chegou, e como sempre foi tomar um banho.

Esperei sentada no sofá da sala, e quando ele saiu do banheiro eu ataquei, ele estava só de toalha, eu arranquei a tal toalha e puxei ele para o sofá.

Ele sentou pelado no sofá e eu me ajoelhei aos pés dele.

Eu não lembro que eu disse, eu apenas lembro que comecei a chupar o pau dele como uma tarada louca, na hora eu pensei: se esse pau levantar eu vou sentar gostoso nele e do jeito que estou vou gozar rápido.

Foi horrível.

Eu fiquei quase meia hora chupando pau mole, quando eu achava que ia levantar, o bichinho caia.

Eu quase chorei, quase bati no meu marido, eu quase fui pra rua dar pro primeiro cara que eu visse.

Mas, nada disso aconteceu, acabei tendo pena do meu esposo, afinal, eu sabia que não era culpa dele.

Fui pra cama após o jantar

Fiquei acordada por horas só pensando.

Foi quando eu planejei algo.

No outro dia eu acordei, arrumei a casa, tomei um banho, me arrumei bem sexy e fui pegar o primeiro ônibus que passasse.

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